O jornal e um de seus aplicativos: embrulho para presente

Em pleno debate sobre o futuro dos dispositivos eletrônicos de leitura, uma equipe de engenheiros realizou uma série de estudos para eleger o melhor aparelho de todos. iPad? Não. Segundo conta John Flowers, em artigo para o site McSweeneys, o melhor e-reader para o mercado é “O Jornal”, segundo alguns argumentos sobre as vantagens em relação aos demais dispositivos.

1. Tamanho da tela: é a vantagem mais “óbvia”. “O jornal” supera em comprimento e altura dos demais. Quando se abre completamente, duplica sua largura. Também pode ler sem problema ao dobrar pela metade, inclusive dobrando mais uma vez, em 1/4 do tamanho. Também é a matéria-primeira perfeita para produzir sombras.

2. Flexibilidade: “O jornal” é mais flexível que nenhum outro dispositivo. Converte-se rapidamente numa arma eficaz contra moscas e um envoltórios para presentes e sanduíches de mortadela.

3. Conexão Wi-Fi: Apesar de alguns engenheiros inicialmente considerarem a falta de conexão como uma desvantagem para “O jornal”, logo consideraram que este dispositivo só se usa de 30 a 60 minutos diários e depois podemos dedicar a passear e desfrutar a vida, ao contrário dos dispositivos com Wi-Fi onde se passam o dia todo conectados, vivendo “como gatos” e baixando receitas culinárias que jamais usuarão.

4. Segurança: Outra vantagem do “Jornal” é seu sistema de segurança, o melhor de todos os e-readers. Engenheiros abandoraram o dispositivo em um banco numa praça durante seis horas e, quando retornaram, ainda estava ali, intacto. O mesmo ocorreu num bar.

5. Custo: Embora “O Jornal” seja mais caro que os demais dispositivos, sai barato a cada mês se comparado numa média de dois anos.

6. Bateria: “O Jornal” supera seus rivais na duração da bateria: 24 horas, muito mais que o restante.

7. Aplicativos: “O Jornal” vem com diversas aplicações incorporadas como as já mencionadas mata-moscas, sombrinha, papel de presente, dispositivo de espionagem para seguir sem ser visto, entre outras funções.

O artigo finaliza afirmando que, apesar que “O Jornal” não seja tão espetacular tecnologicamente que seus competidores, ainda “é muito valioso” por sua utiliza e insuperável para fabricar abrigos na sombra (com informações do blog Allendegui, Las Anacrónicas Eletrónicas).