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	<title>Papel Digital &#187; Cases</title>
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	<description>Blog sobre jornalismo visual, design e coisas afim</description>
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		<title>Revista Época lança novo projeto gráfico</title>
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		<pubDate>Sat, 01 Oct 2011 12:54:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rodrigo Cunha</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A Revista Época, da Editora Globo, lança esta semana seu novo projeto gráfico. Entre as principais mudanças, está o logotipo, centralizado, sem a caixa vermelha e maior, com possibilidade de mudar de cores a depender da imagem que esteja na capa. Também existe ampla utilização de cores para auxiliar na identificação das seções da revista. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A <strong>Revista Época</strong>, da Editora Globo, lança esta semana seu novo projeto gráfico. Entre as principais mudanças, está o logotipo, centralizado, sem a caixa vermelha e maior, com possibilidade de mudar de cores a depender da imagem que esteja na capa. Também existe ampla utilização de cores para auxiliar na identificação das seções da revista. Marcos Marques, diretor de arte da revista, explica algumas características no novo projeto no vídeo abaixo:</p>
<p><iframe width="560" height="315" src="http://www.youtube.com/embed/ChdIXfIfzWo" frameborder="0" allowfullscreen></iframe></p>
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		<title>Revista Placar &#8211; iPad</title>
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		<pubDate>Wed, 06 Jul 2011 21:20:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rodrigo Cunha</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A Editora Abril lançou este mês a primeira edição para iPad da Revista Placar, uma das mais importantes publicações esportivas no Brasil. A edição 1356 traz na capa o jogador Neymar, como um dos destaques da seleção brasileira na Copa América e pelo time do Santos. A capa inicia com um vídeo de 34 segundos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A Editora Abril lançou este mês a primeira edição para iPad da <strong><a href="http://placar.abril.com.br/" target="_blank">Revista Placar</a></strong>, uma das mais importantes publicações esportivas no Brasil. A edição 1356 traz na capa o jogador Neymar, como um dos destaques da seleção brasileira na Copa América e pelo time do Santos. A capa inicia com um <strong>vídeo de 34 segundos </strong>- aliás, a publicação é repleta de vídeos, o que já era esperado para uma revista sobre futebol, mas responsável pelo arquivo de 310 MB que precisou ser baixado.</p>
<div id="attachment_1631" class="wp-caption alignnone" style="width: 605px"><a href="http://rodrigocunha.jor.br/blog/wp-content/uploads/2011/07/img1.jpg"><img class="size-large wp-image-1631 " title="img1" src="http://rodrigocunha.jor.br/blog/wp-content/uploads/2011/07/img1-1024x682.jpg" alt="" width="595" height="396" /></a><p class="wp-caption-text">Vídeo e capa da versão da Placar para o iPad</p></div>
<p>Os designers <strong><a href="http://www.gabrielhl.com/" target="_blank">Gabriel Lovato</a></strong> e <strong><a href="http://www.heberalvares.com.br/" target="_blank">Heber Alvares</a></strong> trabalharam nesta adaptação da revista para o <em>tablet</em>. Heber, é um dos sócios do Estúdio Áurea, de São Paulo, que também foi responsável pela versão iPad da Runner&#8217;s Brasil, da mesma Editora Abril.</p>
<p>Logo no início da revista, existe um <strong>jogo da memória</strong> onde o usuário poderá jogar usando as capas históricas da revista, com mais de 40 anos de história. A navegação é semelhante a todas as publicações que utilizam o sistema da <strong><a href="http://www.woodwing.com" target="_blank">WoodWing</a></strong>, com aprofundamento de uma mesma matéria em <em>scroll</em> (de cima para baixo) e mudança para outra matéria em <em>card</em> (da esquerda para direita). Algumas seções são bastante extensas, como a Aquecimento, com <strong>20 páginas</strong> seguidas para baixo.</p>
<div id="attachment_1632" class="wp-caption alignnone" style="width: 605px"><a href="http://rodrigocunha.jor.br/blog/wp-content/uploads/2011/07/img2.jpg"><img class="size-large wp-image-1632 " title="img2" src="http://rodrigocunha.jor.br/blog/wp-content/uploads/2011/07/img2-1024x682.jpg" alt="" width="595" height="396" /></a><p class="wp-caption-text">Joguinhos para entreter o leitor</p></div>
<p>A orientação das páginas é <strong>predominantemente vertical</strong>. Na visualização horizontal só é possível visualizar o início de cada seção/matéria, pedindo para virar o iPad na vertical para poder ler mais sobre o assunto. Recursos comuns nas atuais revistas para iPad são utilizados com frequência, como uma foto panorâmica do futuro estádio do Palmeiras, no especial sobre as Sedes da Copa &#8211; São Paulo.</p>
<p>Um problema encontrado na revista foi o anúncio da &#8220;Melhor Compra Quatro Rodas 2011&#8243;, onde o usuário precisa passar o dedo sobre o selo para visualizar a capa da revista em questão. Mesmo você conseguindo revelar a imagem que está escondida sob o selo <strong>não consegue mais seguir para as páginas adiante</strong>, nem voltar. É necessário clicar sobre qualquer canto da página para visualizar o menu da revista e conseguir ver as páginas seguintes.</p>
<p>No mais é uma publicação que consegue manter a unidade visual com a edição impressa e surpreender um pouco o leitor, mesmo sendo o leitor habituado a ler outras revistas para o iPad e com os únicos recursos de interatividade que comportam estas revistas: clicar, girar e arrastar. Ainda não foi desta vez que se tornou uma revista manter contato com repórteres e editores, selecionar textos, compartilhar e mandar e-mail. Mas estamos caminhando&#8230;</p>
<div id="attachment_1633" class="wp-caption alignnone" style="width: 605px"><a href="http://rodrigocunha.jor.br/blog/wp-content/uploads/2011/07/img3.jpg"><img class="size-large wp-image-1633" title="img3" src="http://rodrigocunha.jor.br/blog/wp-content/uploads/2011/07/img3-1024x682.jpg" alt="" width="595" height="396" /></a><p class="wp-caption-text">Exemplo de utilização de imagens: em carrossel e panorâmica</p></div>
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		<title>Revista G2, do The Guardian</title>
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		<pubDate>Sun, 19 Jun 2011 15:10:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rodrigo Cunha</dc:creator>
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		<description><![CDATA[G2 é um dos suplementos diários encartados de segunda a sexta no jornal The Guardian, de Londres. Mesmo com orçamento limitado, apresenta sempre muita criatividade e capas com ótimas soluções visuais, um legado deixado pelo primeiro editor de arte, Richard Turley, hoje diretor de criação da Bloomberg Businessweek. Joanna Cochrane, atual editora de arte do [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://rodrigocunha.jor.br/blog/wp-content/uploads/2011/06/cropcircles-thumb-550x757-13379.gif"><img class="alignleft size-medium wp-image-1582" title="cropcircles-thumb-550x757-13379" src="http://rodrigocunha.jor.br/blog/wp-content/uploads/2011/06/cropcircles-thumb-550x757-13379-217x300.gif" alt="" width="217" height="300" /></a></p>
<p><strong>G2</strong> é um dos suplementos diários encartados de segunda a sexta no jornal <strong>The Guardian</strong>, de Londres. Mesmo com orçamento limitado, apresenta sempre muita criatividade e capas com ótimas soluções visuais, um legado deixado pelo primeiro editor de arte, <strong>Richard Turley</strong>, hoje diretor de criação da Bloomberg Businessweek.</p>
<p><strong>Joanna Cochrane</strong>, atual editora de arte do caderno, afirmou &#8211; em <a href="http://www.spd.org/2011/06/the-guardians-g2-section-cover.php" target="_blank">entrevista para o Society for Press Design (SPD)</a> &#8211; que não possui muito tempo para decidir sobre uma solução para a capa. A equipe trabalha com uma reunião editorial ao meio-dia, quando são discutidas as ideias para a edição seguinte. Geralmente, as capas são mudadas em questão de horas, dependendo do que ocorrer ao longo do dia. A reduzida equipe também conta com o suporte do extenso banco de fotografias da <strong>Guardian Imaging</strong>.</p>
<p><strong>Galeria</strong></p>
<div id="attachment_1584" class="wp-caption alignnone" style="width: 366px"><a href="http://rodrigocunha.jor.br/blog/wp-content/uploads/2011/06/agatha-thumb-550x766-13381.gif"><img class="size-full wp-image-1584  " title="agatha-thumb-550x766-13381" src="http://rodrigocunha.jor.br/blog/wp-content/uploads/2011/06/agatha-thumb-550x766-13381.gif" alt="" width="356" height="496" /></a><p class="wp-caption-text">Ilustração de Mark Thomas</p></div>
<div id="attachment_1585" class="wp-caption alignnone" style="width: 371px"><a href="http://rodrigocunha.jor.br/blog/wp-content/uploads/2011/06/food-thumb-550x757-13391.gif"><img class="size-full wp-image-1585 " title="food-thumb-550x757-13391" src="http://rodrigocunha.jor.br/blog/wp-content/uploads/2011/06/food-thumb-550x757-13391.gif" alt="" width="361" height="496" /></a><p class="wp-caption-text">Foto-ilustração de Sarah Plane e David McCoy</p></div>
<div id="attachment_1587" class="wp-caption alignnone" style="width: 371px"><a href="http://rodrigocunha.jor.br/blog/wp-content/uploads/2011/06/school-thumb-550x757-13389.gif"><img class="size-full wp-image-1587" title="school-thumb-550x757-13389" src="http://rodrigocunha.jor.br/blog/wp-content/uploads/2011/06/school-thumb-550x757-13389.gif" alt="" width="361" height="496" /></a><p class="wp-caption-text">Foto-ilustração de Guardian Imaging</p></div>
<div id="attachment_1586" class="wp-caption alignnone" style="width: 371px"><a href="http://rodrigocunha.jor.br/blog/wp-content/uploads/2011/06/g2tracks-thumb-550x757-13393.gif"><img class="size-full wp-image-1586 " title="g2tracks-thumb-550x757-13393" src="http://rodrigocunha.jor.br/blog/wp-content/uploads/2011/06/g2tracks-thumb-550x757-13393.gif" alt="" width="361" height="496" /></a><p class="wp-caption-text">Foto e ilustração de Steve Caplin</p></div>
<div id="attachment_1588" class="wp-caption alignnone" style="width: 363px"><a href="http://rodrigocunha.jor.br/blog/wp-content/uploads/2011/06/retro-thumb-550x773-13385.gif"><img class="size-full wp-image-1588 " title="retro-thumb-550x773-13385" src="http://rodrigocunha.jor.br/blog/wp-content/uploads/2011/06/retro-thumb-550x773-13385.gif" alt="" width="353" height="496" /></a><p class="wp-caption-text">Design de Joanna Cochrane</p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Skank e as capas surrealistas</title>
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		<pubDate>Mon, 15 Nov 2010 23:51:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rodrigo Cunha</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Ilustração]]></category>
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		<description><![CDATA[Hoje em dia não sou tão fã de Skank como era na minha adolescência, mas continuo admirando otrabalho artístico apresentado pela banda em cada disco lançado. Gosto de falar mesmo de capas de discos, talvez por questão de saudosismo do antigo formato que permitia maior espaço para o designer e até mesmo para incluir os [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Hoje em dia não sou tão fã de <strong><a href="http://skank.uol.com.br" target="_blank">Skank</a></strong> como era na minha adolescência, mas continuo admirando otrabalho artístico apresentado pela banda em cada disco lançado. Gosto de falar mesmo de capas de discos, talvez por questão de saudosismo do antigo formato que permitia maior espaço para o designer e até mesmo para incluir os diversos trabalhos desenvolvidos na nossa música desde as décadas de 1950 e 1960, quando se passa a ter maior preocupação na apresentação visual dos álbuns que eram lançados nas prateleiras das lojas de LPs.</p>
<p>Desde o primeiro álbum de 1992, gravado num estúdio independente de Belo Horizonte e depois relançado com a marca da Sony Music, está o envolvimento do projetista gráfico Marcus Barão, que implementou a ideia das &#8220;capas desenhadas&#8221; da banda. A primeira capa, apesar de nem ser tão atrativa quanto as posteriores, foi a responsável por definir uma influência surrealista para as capas do Skank.</p>
<p>O segundo disco, <strong>Calango (1994)</strong>, não teve assinatura de Barão, mas sim de Jarbas Agnelli, que desenvolveu uma capa mostrando o trabalho artístico do ex-policial e artista plástico Ilson Lorca, figura tradicional do carnaval de rua do Rio de Janeiro. O &#8220;homem-calango&#8221;, como é conhecido, desta vez foi inspirado nas comemorações da Copa do Mundo. O baixista da banda Lelo Zaneti é quem vestiu as fantasias para a sessão de fotografias da capa, realizada por Cláudio Elisabetski.</p>
<div id="attachment_1136" class="wp-caption alignnone" style="width: 432px"><a href="http://rodrigocunha.jor.br/blog/wp-content/uploads/2010/11/ska1.jpg"><img class="size-full wp-image-1136" title="ska1" src="http://rodrigocunha.jor.br/blog/wp-content/uploads/2010/11/ska1.jpg" alt="" width="422" height="394" /></a><p class="wp-caption-text">Fotografias e ilustrações marcam as capas dos primeiros discos da banda</p></div>
<p>O projeto gráfico do terceiro disco, <strong>Samba Poconé (1998)</strong>, foi assinado por Gringo Cardia, que utilizou diversas pinturas do espanhol <a href="http://www.arterobles.com.br/" target="_blank">José Robles</a>, presente em diversas fachadas de cinema de São Paulo. A própria ideia da capa era lembrar os antigos filmes da produtora Atlântida e em diversos circos itinerantes que circulam pelo País.</p>
<p>Marcus Barão volta para assinar o projeto gráfico de <strong>Siderado (1998)</strong>, onde traz para a capa pinturas do artista plástico <a href="http://www.overmundo.com.br/agenda/cesar-mauricio-resgata-a-memoria-do-rock-mineiro-na-stereoteca" target="_blank">César Maurício</a>, que também é vocalista da banda mineira Radar Tantã. <a href="http://www.bobwolfenson.com.br/v2/pt" target="_blank">Bob Wolfenson</a> foi quem realizou a fotografia para o álbum.</p>
<p>Assim como em Calango, o disco seguinte, <strong>Maquinarama (2000)</strong>, traz maior destaque na fotografia. A capa criada por Marcus Barão traz a foto de um Cadillac 61 grafitado por <a href="http://www.kennyscharf.com/" target="_blank">Kenny Scharf</a>, norte-americano discípulo de Andy Warhol e contemporâneo de outros artistas como Basquiat e Keith Haring. Foi o segundo trabalho de Scharf para uma capa de um álbum de música (ele trabalha como artista desde o final da década de 1970).</p>
<p>Em <strong>Cosmotron (2003)</strong>, Marcus Barão e Weber Pádua tentam trazem para a capa do disco a temática retrô, com a predominância de silhuetas com o rosto dos músicos e da cor laranja, assim como o estilo do nome da banda, lembrando remetendo aos neons, que tanto embalavam as discotecas da era disco.</p>
<div id="attachment_1135" class="wp-caption alignnone" style="width: 432px"><a href="http://rodrigocunha.jor.br/blog/wp-content/uploads/2010/11/ska2.jpg"><img class="size-full wp-image-1135" title="ska2" src="http://rodrigocunha.jor.br/blog/wp-content/uploads/2010/11/ska2.jpg" alt="" width="422" height="394" /></a><p class="wp-caption-text">A partir de 2003, o retorno das &quot;capas pintadas&quot;: Cosmotron (2003), Radiola (2004), Carrossel (2006) e Estandarte (2008).</p></div>
<p>As tradicionais capas desenhadas da banda retornam com <strong>Radiola (2004)</strong>, com artes desenvolvidas pelos <a href="http://www.claytonbrothers.com/" target="_blank"> Clayton Brothers</a> (Rob e Christian Clayton), que já passaram por publicações como a Rolling Stone e a Zoetrope de Francis Ford Coppola. O trabalho &#8220;Happy All The Day&#8221;, que ilustra a capa, fez parte da exposição dos dois artistas na galeria La Luz de Jesus, em Los Angeles, em novembro de 2003.</p>
<p><strong>Carrossel (2006)</strong> também teve o envolvimento de Marcus Barão, que desenvolveu o projeto gráfico em cima do quadro do trabalho &#8220;Carousel of Souls&#8221; do pintor pop-surrealista norte-americano <a href="http://glbarr.com/" target="_blank">Glenn Barr</a>, integrante do movimento underground das artes gráficas. Gleen Barr também é contemporâneo de Kenny Scharf e dos Clayton Brothers que assinaram trabalhos anteriores de Skank.</p>
<p>Particulamente, a capa de <strong>Estandarte (2008)</strong> é a mais interessante, talvez a mais surrealista das capas da banda. O desenho de uma loira pelada a jorrar um líquido verde pelo olho é um trabalho do jovem ilustrador paranaense <a href="http://www.rafaelsilveira.com/" target="_blank">Rafael Silveira</a>, muito influenciado pela publicidade dos anos 1940 e 1950, principalmente as publicadas em revistas como &#8220;Life&#8221; e &#8220;Cruzeiro&#8221;, e por quadrinistas como Robert Crumb. Os trabalhos de Silveira já foram reconhecidos pela editor norte-americana Dark House, que edita os livros de outro quadrinista, Frank Miller.</p>
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		<title>Case de revista: Revista PEGN</title>
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		<pubDate>Sat, 31 Jul 2010 13:12:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rodrigo Cunha</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A Pequenas Empresas, Grandes Negócios é uma revista que trata especificamente sobre o mundo do empreendedorismo, principalmente dos micro e pequenos empresários. Foi lançada em 1989, junto com o novo perfil empresarial adotado pela Editora Globo, no final dos anos 1980, e com o programa de televisão da TV Globo, até hoje no ar. Um [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_949" class="wp-caption alignleft" style="width: 240px"><a href="http://rodrigocunha.jor.br/blog/wp-content/uploads/2010/07/CapaPEGN_257.jpg"><img class="size-full wp-image-949" title="CapaPEGN_257" src="http://rodrigocunha.jor.br/blog/wp-content/uploads/2010/07/CapaPEGN_257.jpg" alt="" width="230" height="297" /></a><p class="wp-caption-text">Capa da edição 257, de junho de 2010</p></div>
<p>A <strong><a href="http://revistapegn.globo.com/" target="_blank">Pequenas Empresas, Grandes Negócios</a></strong> é uma revista que trata especificamente sobre o mundo do empreendedorismo, principalmente dos micro e pequenos empresários. Foi lançada em 1989, junto com o novo perfil empresarial adotado pela <strong><a href="http://www.edglobo.com.br" target="_blank">Editora Globo</a></strong>, no final dos anos 1980, e com o programa de televisão da <strong>TV Globo</strong>, até hoje no ar. Um dos destaques da revista está seu projeto gráfico, lançado em setembro do ano passado, e que deu uma aparência organizada, maior legibilidade e cores atraentes.</p>
<p><strong>Principais mudanças</strong><br />
O atual projeto gráfico foi resultado do trabalho da diretora de arte da revista, <strong>Cristiane Monteiro</strong>, do diretor de criação da Editora Globo, <strong>Saulo Ribas</strong>, e de mais dois designers. As principais mudanças em relação ao projeto anterior estão relacionadas a valorização das pequenas matérias, alterando a estrutura da revista; inserção de mais seções nas primeiras páginas; maior utilização de infográficos e aumento da qualidade das fotografias.</p>
<p>As seções estão agora melhor definidas por meio da paleta de cores, mais organizada e limitada. Algumas peças ligadas foram valorizadas com o novo projeto, tais como olhos, citações, tabelas. Mais entradas destacam informações essenciais da matéria e mantêm a &#8216;limpeza&#8217; visual da diagramação.</p>
<p>As capas passaram a destacar sempre uma pessoa, um empresário escolhido pela revista como destaque pelo trabalho realizado e que é mostrado nas páginas internas da publicação. A escolha e elaboração da capa são realizadas durante o processo de produção da revista, sob aprovação da editora da arte e diretora de redação.</p>
<p><strong>Tipografia</strong><br />
A revista utiliza duas tipografias: a <strong>Freight</strong> e a <strong>Boomer</strong>. A <a href="http://www.dardenstudio.com/typefaces/freight_text" target="_blank"><strong>Freight</strong></a> foi desenvolvida em 2005 pelo tipógrafo <strong>Joshua Darden</strong>, da Darden Studio de Nova Iorque. Trata-se de uma família grande, que pode ser tanto utilizada em títulos quanto nos textos. Está em diversas versões: Big, Display, Micro, Sans e Text (cada uma com 24 fontes de diferentes pesos).</p>
<div id="attachment_948" class="wp-caption alignnone" style="width: 550px"><a href="http://rodrigocunha.jor.br/blog/wp-content/uploads/2010/07/freight_display-1.jpg"><img class="size-full wp-image-948" title="freight_display-1" src="http://rodrigocunha.jor.br/blog/wp-content/uploads/2010/07/freight_display-1.jpg" alt="" width="540" height="388" /></a><p class="wp-caption-text">A Freight, utilizada nos textos (à esquerda) e a Boomer Serif, para destaques e títulos</p></div>
<p>Em títulos e destaques é utilizada a <a href="http://www.fontbureau.com/fonts/BoomerSerif/" target="_blank"><strong>Boomer</strong></a>, uma tipografia desenvolvida em 2008 pelo designer <strong>Cyrus Highsmith</strong>, para a Font Bureau. A tipografia possui versões com e sem serifa, criadas inicialmente para a AARP Magazine, uma das publicações mais vendidas nos Estados Unidos. Posteriormente, o jornal Chicago Tribune solicitou uma versão mais fina &#8211; Thin &#8211; para ser utilizada no jornal.</p>
<p><strong>Fechamento</strong><br />
A editoria de arte da revista Pequenas Empresas, Grandes Negócios trabalha com uma equipe enxuta: além da editora Cristiane Monteiro, existem mais dois designers, que produzem uma edição nova a cada mês. A necessidade dos designers está na própria complexidade que o novo projeto gráfico foi exigindo, por conta das novas peças, imagens, notas e gráficos. Cristiane também trabalha na direção de fotografia. Os demais designers trabalham coordenando ilustrações, na finalização e na qualidade de cada seção diagramada. Para o desenvolvimento de fotografias e ilustrações, a revista trabalha com colaboradores.</p>
<div id="attachment_950" class="wp-caption alignnone" style="width: 550px"><a href="http://rodrigocunha.jor.br/blog/wp-content/uploads/2010/07/PEGN256_CapaAssinantev32.jpg"><img class="size-full wp-image-950 " title="PEGN256_CapaAssinantev32" src="http://rodrigocunha.jor.br/blog/wp-content/uploads/2010/07/PEGN256_CapaAssinantev32.jpg" alt="" width="540" height="232" /></a><p class="wp-caption-text">Capas das edições 250 (novembro/2009), 256 (maio/2010) e 258 (julho/2010).</p></div>
<p>Geralmente, é realizada uma reunião de pauta que discute a entrada de matérias e a produção do espelho (distribuição das seções, matérias e publicidade). Para cada seção, é realizada uma reunião com os responsáveis &#8211; editores e repórteres &#8211; para definir o conteúdo textual e visual. Para cada matéria, podem ser pautados fotógrafos, ilustradores ou produtores, ou mesmo uma pesquisa em banco de dados. Em alguns casos, são providenciadas produções de fotografia em estúdio.</p>
<p>Após reunido este material de terceiros &#8211; fotos, ilustrações &#8211; a equipe trabalha com a edição do material e diagramação, definindo o número de caracteres (toques) para produção do texto por parte do repórter. Este processo conta com a avaliação do diretor de redação. Após isso, o material é enviado para o setor de pré-impressão, que realiza o tratamento das imagens. Para finalizar, impressão de provas de cor na gráfica e, caso aprovado, envio para impressão definitiva.</p>
<p><strong>Algumas páginas</strong></p>
<div id="attachment_951" class="wp-caption alignnone" style="width: 550px"><a href="http://rodrigocunha.jor.br/blog/wp-content/uploads/2010/07/PE257_26e27_GIOqConquistei.jpg"><img class="size-full wp-image-951 " title="PE257_26e27_GIOqConquistei" src="http://rodrigocunha.jor.br/blog/wp-content/uploads/2010/07/PE257_26e27_GIOqConquistei.jpg" alt="" width="540" height="355" /></a><p class="wp-caption-text">Matéria interna da edição 257: maior destaque para fotografias</p></div>
<div id="attachment_952" class="wp-caption alignnone" style="width: 550px"><a href="http://rodrigocunha.jor.br/blog/wp-content/uploads/2010/07/PE249_32a35_MOp.jpg"><img class="size-full wp-image-952 " title="PE249_32a35_MOp" src="http://rodrigocunha.jor.br/blog/wp-content/uploads/2010/07/PE249_32a35_MOp.jpg" alt="" width="540" height="356" /></a><p class="wp-caption-text">Abertura de matéria da edição 249</p></div>
<div id="attachment_953" class="wp-caption alignnone" style="width: 550px"><a href="http://rodrigocunha.jor.br/blog/wp-content/uploads/2010/07/PE250_38a40_Entrevista.jpg"><img class="size-full wp-image-953" title="PE250_38a40_Entrevista" src="http://rodrigocunha.jor.br/blog/wp-content/uploads/2010/07/PE250_38a40_Entrevista.jpg" alt="" width="540" height="356" /></a><p class="wp-caption-text">Matéria da edição 250: trechos de entrevista são destacados na diagramação</p></div>
<div id="attachment_954" class="wp-caption alignnone" style="width: 550px"><a href="http://rodrigocunha.jor.br/blog/wp-content/uploads/2010/07/PE254_24a29_MSucesso.jpg"><img class="size-full wp-image-954" title="PE254_24a29_MSucesso" src="http://rodrigocunha.jor.br/blog/wp-content/uploads/2010/07/PE254_24a29_MSucesso.jpg" alt="" width="540" height="355" /></a><p class="wp-caption-text">Abertura de matéria da edição 254: subtítulos ganham o mesmo brilho dos títulos</p></div>
<div id="attachment_955" class="wp-caption alignnone" style="width: 550px"><a href="http://rodrigocunha.jor.br/blog/wp-content/uploads/2010/07/template_GIAberturafinal.jpg"><img class="size-full wp-image-955" title="template_GIAberturafinal" src="http://rodrigocunha.jor.br/blog/wp-content/uploads/2010/07/template_GIAberturafinal.jpg" alt="" width="540" height="356" /></a><p class="wp-caption-text">Novas seções com maior destaque para fotografias e pequenos textos</p></div>
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