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	<title>Papel DigitalCibercultura | Papel Digital</title>
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	<link>http://rodrigocunha.jor.br/blog</link>
	<description>Blog sobre jornalismo visual, design e coisas afins</description>
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		<title>A evolução dos tablets começou em 1888?</title>
		<link>http://rodrigocunha.jor.br/blog/index.php/2012/02/04/a-evolucao-dos-tablets-comecou-em-1888/</link>
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		<pubDate>Sun, 05 Feb 2012 01:51:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rodrigo Cunha</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cibercultura]]></category>
		<category><![CDATA[História]]></category>
		<category><![CDATA[tablets]]></category>

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		<description><![CDATA[O Mashable realizou uma compilação com a evolução dos dispositivos que convencionamos chamar atualmente de tablets. Para minha surpresa, o site resgatou uma invenção patenteada em 1888. O teleautógrafo, criação atribuída ao engenheiro elétrico Elisha Gray, consistia de uma caneta stylus conectada a fios e alavancas, responsáveis por enviar mensagens manuscritas via telégrafo. Poderíamos considerar também como a primeira máquina de fax do mundo. O teleautógrafo antecipou em muitos anos alguns experimentos considerados também como antecedentes aos tablets, como o RAND Tablet, desenhado em 1964, e o protótipo do Dynabook, de Alan Key, um simples computador para crianças criado em 1968. Vale a pena ler o artigo listando todos os principais dispositivos até o iPad. De acordo com os sites do The Dead Media e do Office Museum, o teleautógrafo chegou a ser utilizado em hospitais, hotéis, empresas de seguros, bancos, além de uma ferramenta da Força Aérea Britânica para a divulgação de boletins meteorológicos, já que os símbolos não estavam presentes nos teclados das máquinas.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_1991" class="wp-caption alignnone" style="width: 586px"><a href="http://rodrigocunha.jor.br/blog/wp-content/uploads/2012/02/mcgovern_telautograph_1.jpg"><img class="wp-image-1991 " title="mcgovern_telautograph_1" src="http://rodrigocunha.jor.br/blog/wp-content/uploads/2012/02/mcgovern_telautograph_1.jpg" alt="" width="576" height="193" /></a><p class="wp-caption-text">Imagens do teleautógrafo (Cortesia do site jmcvey.net)</p></div>
<p>O <strong><a href="http://mashable.com/2012/02/03/ipad-history-devices/" target="_blank">Mashable</a></strong> realizou uma compilação com a evolução dos dispositivos que convencionamos chamar atualmente de <em>tablets. </em>Para minha surpresa, o site resgatou uma invenção <strong>patenteada em 1888</strong>. O teleautógrafo, criação atribuída ao engenheiro elétrico <strong><a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Elisha_Gray" target="_blank">Elisha Gray</a></strong>, consistia de uma caneta <em>stylus</em> conectada a fios e alavancas, responsáveis por enviar mensagens manuscritas via telégrafo. Poderíamos considerar também como a primeira máquina de fax do mundo.</p>
<p>O teleautógrafo antecipou em muitos anos alguns experimentos considerados também como antecedentes aos <em>tablets</em>, como o <strong>RAND Tablet</strong>, desenhado em 1964, e o protótipo do <strong>Dynabook</strong>, de Alan Key, um simples computador para crianças criado em 1968. Vale a pena <a href="http://mashable.com/2012/02/03/ipad-history-devices/" target="_blank">ler o artigo</a> listando todos os principais dispositivos até o iPad.</p>
<p>De acordo com os sites do <strong><a href="http://www.deadmedia.org/" target="_blank">The Dead Media</a></strong> e do <strong><a href="http://www.officemuseum.com/" target="_blank">Office Museum</a>, </strong>o teleautógrafo chegou a ser utilizado em hospitais, hotéis, empresas de seguros, bancos, além de uma ferramenta da Força Aérea Britânica para a divulgação de boletins meteorológicos, já que os símbolos não estavam presentes nos teclados das máquinas.</p>
]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>O Globo lança vespertino exclusivo para iPad</title>
		<link>http://rodrigocunha.jor.br/blog/index.php/2012/01/29/o-globo-lanca-vespertino-exclusivo-para-ipad/</link>
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		<pubDate>Sun, 29 Jan 2012 15:08:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rodrigo Cunha</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cibercultura]]></category>
		<category><![CDATA[Jornais]]></category>
		<category><![CDATA[ipad]]></category>
		<category><![CDATA[jornal]]></category>
		<category><![CDATA[o globo]]></category>
		<category><![CDATA[tablet]]></category>

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		<description><![CDATA[Na última atualização realizada no aplicativo d&#8217;O Globo para o iPad, o jornal trouxe uma novidade: O Globo a Mais, produto feito exclusivamente para tablets e atualizado de segunda à sexta-feira, sempre às 18h. A primeira edição será publicada na próxima segunda, dia 30/1, e deve ser oferecida de forma gratuita durante o primeiro mês para degustação. Após este prazo, o produto incorporará o pacote de assinatura da edição digital de O Globo (R$ 29,90 mensais). Veja vídeo de apresentação do jornal digital Segundo o diretor de redação Ascânio Seleme, o projeto levou cinco meses para ser concretizado, período em que a redação planejou o formato de como seria um produto exclusivo para o tablet. Cada edição trará conteúdo exclusivo com o resumo das notícias do dia, complementado por recursos multimídia, como fotogalerias e vídeos. Colunistas do jornal impresso também serão publicados, tais como Ancelmo Gois, Arthur Xexéo, Fernando Calazans, Míriam Leitão, Pedro Doria e Ricardo Noblat. O projeto visual foi desenvolvido por Chico Amaral, do estúdio catalão Cases i Associats. Primeiras impressões Depois de baixar a primeira edição (30/1), publiquei algumas impressões na minha página no Twitter. Trata-se de uma excelente iniciativa do jornal, porém alguns &#8216;velhos&#8217; problemas não [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://rodrigocunha.jor.br/blog/wp-content/uploads/2012/01/IMG_0384.png"><img class="size-medium wp-image-1982 alignnone" title="IMG_0384" src="http://rodrigocunha.jor.br/blog/wp-content/uploads/2012/01/IMG_0384-225x300.png" alt="" width="225" height="300" /></a></p>
<p>Na última atualização realizada no aplicativo d&#8217;O Globo para o iPad, o jornal trouxe uma novidade: <strong>O Globo a Mais</strong>, produto feito exclusivamente para <em>tablets</em> e atualizado de segunda à sexta-feira, sempre às 18h. A primeira edição será publicada na próxima segunda, dia 30/1, e deve ser oferecida de forma gratuita durante o primeiro mês para degustação. Após este prazo, o produto incorporará o pacote de assinatura da edição digital de <strong>O Globo</strong> (R$ 29,90 mensais).</p>
<p><a href="http://oglobo.globo.com/videos/t/todos-os-videos/v/catalogo/1787471" target="_blank"><strong>Veja vídeo de apresentação do jornal digital</strong></a></p>
<p>Segundo o diretor de redação Ascânio Seleme, o projeto levou cinco meses para ser concretizado, período em que a redação planejou o formato de como seria um produto exclusivo para o <em>tablet</em>. Cada edição trará conteúdo exclusivo com o resumo das notícias do dia, complementado por recursos multimídia, como fotogalerias e vídeos. Colunistas do jornal impresso também serão publicados, tais como Ancelmo Gois, Arthur Xexéo, Fernando Calazans, Míriam Leitão, Pedro Doria e Ricardo Noblat.</p>
<p>O projeto visual foi desenvolvido por <strong>Chico Amaral</strong>, do estúdio catalão <strong><a href="http://www.cases-assoc.com">Cases i Associats</a></strong>.</p>
<p><strong>Primeiras impressões<br />
</strong>Depois de baixar a primeira edição (30/1), publiquei algumas impressões na <a href="http://www.twitter.com/cunha85" target="_blank">minha página</a> no <strong>Twitter</strong>. Trata-se de uma excelente iniciativa do jornal, porém alguns &#8216;velhos&#8217; problemas não foram resolvidos no aplicativo.</p>
<ul>
<li>De nada adianta adicionar o e-mail do repórter se o <em>link</em> não funciona, nem é possível selecionar o texto para copiar;</li>
<li>O texto também é achatado como uma única imagem, sendo impossível selecionar ou copiar um trecho da página;</li>
<li>Com o texto achatado, outro problema é a acessibilidade: impossível ampliar o texto;</li>
<li>Se a ideia é investir em imagem no <em>tablet</em>, nem todas são possíveis ampliar em tela cheia;</li>
<li>Como na maioria dos aplicativos de notícias, falta integração com as redes sociais. Não tenho encontrado um ícone de compartilhamento;</li>
<li>Outro problema é limitar o aplicativo apenas para o iOS. Já existem vários tablets com Android. Portanto, com maior alcance.</li>
</ul>
<div>Entre as coisas legais, posso listar:</div>
<div>
<ul>
<li>Possibilidade de visualizar vídeos, que são vistos sem necessidade de forma <em>off-line</em>. Como cada edição possui poucas páginas, o <em>download</em> não é demorado;</li>
<li>Visualização em miniatura de todas as páginas, lembrando o <em>browser</em> das publicações finalizadas com o Adobe Digital Publishing Suite.</li>
</ul>
</div>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>EQUIPE<br />
Editora responsável:</strong> Adriana Barsotti<br />
<strong>Editora:</strong> Maria Fernanda Delmas<br />
<strong>Editor-assistente:</strong> Aydano André Motta<br />
<strong>Repórteres:</strong> Flávio Tabak, Hugo Naidin, Paulo Junior, Thais Lobo e Thiago Jansen<br />
<strong>Diagramadores:</strong> Flavio Souto, Raquel Cordeiro e Télio Navega<br />
<strong>Coordenador de imagens multimídia:</strong> Paulo Moreira</p>
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		</item>
		<item>
		<title>Dissertação sobre o design de revistas e tablets</title>
		<link>http://rodrigocunha.jor.br/blog/index.php/2012/01/23/dissertacao-sobre-o-design-revistas-e-tablets/</link>
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		<pubDate>Mon, 23 Jan 2012 14:18:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rodrigo Cunha</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cibercultura]]></category>
		<category><![CDATA[Revistas]]></category>
		<category><![CDATA[design]]></category>
		<category><![CDATA[diagramação]]></category>
		<category><![CDATA[ipad]]></category>
		<category><![CDATA[tablets]]></category>

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		<description><![CDATA[Publiquei recentemente, na íntegra, a dissertação que apresentei como conclusão do curso de mestrado em Comunicação e Cultura Contemporâneas, na Universidade Federal da Bahia (UFBA). O trabalho foi apresentado em novembro de 2011, mas já estava escrevendo há cerca de um ano antes. Na verdade, é uma abordagem inicial sobre como as revistas &#8211; tanto brasileiras como estrangeiras &#8211; estão se aventurando no novo mercado dos tablets. Fixei-me especificamente sobre a interface e suas principais tendências. No que remete ao design editorial, pouca coisa mudou com relação ao já desenvolvido pelas edições impressas, até mesmo porque é o modelo que se pode basear. Porém, existem as funcionalidades permitidas pelos dispositivos móveis, como os elementos multimídia e gestos e toques na tela touchscreen. Pensei que deveria publicar em livro, mas estou pensando em elaborar um novo texto para um dia poder publicar.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Publiquei recentemente, na íntegra, a dissertação que apresentei como conclusão do curso de mestrado em <strong><a href="http://www.poscom.ufba.br" target="_blank">Comunicação e Cultura Contemporâneas</a></strong>, na Universidade Federal da Bahia (UFBA). O trabalho foi apresentado em novembro de 2011, mas já estava escrevendo há cerca de um ano antes. Na verdade, é uma abordagem inicial sobre como as revistas &#8211; tanto brasileiras como estrangeiras &#8211; estão se aventurando no novo mercado dos <em>tablets</em>.</p>
<p>Fixei-me especificamente sobre a interface e suas principais tendências. No que remete ao <em>design</em> editorial, pouca coisa mudou com relação ao já desenvolvido pelas edições impressas, até mesmo porque é o modelo que se pode basear. Porém, existem as funcionalidades permitidas pelos dispositivos móveis, como os elementos multimídia e gestos e toques na tela <em>touchscreen</em>. Pensei que deveria publicar em livro, mas estou pensando em elaborar um novo texto para um dia poder publicar.</p>
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		<title>Conheça os sistemas de publicação digital</title>
		<link>http://rodrigocunha.jor.br/blog/index.php/2012/01/02/conheca-os-principais-sistemas-de-publicacao-digital/</link>
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		<pubDate>Tue, 03 Jan 2012 02:44:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rodrigo Cunha</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cibercultura]]></category>
		<category><![CDATA[Revistas]]></category>
		<category><![CDATA[adobe]]></category>
		<category><![CDATA[caos]]></category>
		<category><![CDATA[enterprise]]></category>
		<category><![CDATA[tablets]]></category>
		<category><![CDATA[woodwing]]></category>

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		<description><![CDATA[Em tão pouco tempo, o mercado de tablets recebeu um número considerável de modelos e sistemas operacionais. Mesmo se tratando de um mesmo sistema, como é o caso dos dispositivos que rodam o Android, ainda existe a diferenciação de formato. Para as revistas integradas a este mercado é interessante entregar o produto no maior número de dispositivos e sistemas disponíveis comercialmente. Para isso, diversas empresas apresentaram soluções de sistemas de publicação, para automatizar o processo de envio da edição digital para os diferentes padrões e formatos, integrando ao fluxo de trabalho já conhecido pelos editores e diagramadores do impresso. Vou aproveitar o post para apresentar os principais produtos utilizado pelas editoras. Digital Publishing Suite A Adobe lançou esta solução oficialmente no último quadrimestre de 2011. Entre as publicações que utilizam o DPS estão a Wired, The New Yorker e a brasileira Época. Com o sistema é possível produzir, editar e distribuir o conteúdo para tablets e e-readers (livros eletrônicos). O Digital Publishing Suite integra a suíte Adobe CS5.5 e instala plug-ins integrados a interface do programa de editoração InDesign. Alguns outros produtos também complementam o pacote: Production Service (editoração), Distribuition Service (distribuição e hospedagem), E-commerce Service (administração de assinaturas e vendas nas lojas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Em tão pouco tempo, o mercado de <em>tablets</em> recebeu um número considerável de modelos e sistemas operacionais. Mesmo se tratando de um mesmo sistema, como é o caso dos dispositivos que rodam o Android, ainda existe a diferenciação de formato. Para as revistas integradas a este mercado é interessante entregar o produto no maior número de dispositivos e sistemas disponíveis comercialmente.</p>
<p>Para isso, diversas empresas apresentaram soluções de sistemas de publicação, para automatizar o processo de envio da edição digital para os diferentes padrões e formatos, integrando ao fluxo de trabalho já conhecido pelos editores e diagramadores do impresso. Vou aproveitar o post para apresentar os principais produtos utilizado pelas editoras.</p>
<p><strong>Digital Publishing Suite</strong><br />
A <a href="http://www.adobe.com/solutions/digital-publishing.html" target="_blank">Adobe</a> lançou esta solução oficialmente no último quadrimestre de 2011. Entre as publicações que utilizam o DPS estão a <em>Wired</em>, <em>The New Yorker</em> e a brasileira <em>Época</em>. Com o sistema é possível produzir, editar e distribuir o conteúdo para <em>tablets</em> e <em>e-readers</em> (livros eletrônicos).</p>
<div id="attachment_1945" class="wp-caption alignnone" style="width: 501px"><a href="http://rodrigocunha.jor.br/blog/wp-content/uploads/2012/01/Untitled-1.jpg"><img class=" wp-image-1945  " title="Untitled-1" src="http://rodrigocunha.jor.br/blog/wp-content/uploads/2012/01/Untitled-1.jpg" alt="" width="491" height="369" /></a><p class="wp-caption-text">Interface do Adobe Content Viewer</p></div>
<p>O Digital Publishing Suite integra a suíte <strong>Adobe CS5.5</strong> e instala plug-ins integrados a interface do programa de editoração InDesign. Alguns outros produtos também complementam o pacote: <strong>Production Service</strong> (editoração), <strong>Distribuition Service</strong> (distribuição e hospedagem), <strong>E-commerce Service</strong> (administração de assinaturas e vendas nas lojas de aplicativos) e o <strong>Analytics Service</strong> (acompanhamento do número de acessos e downloads).</p>
<p>Apesar de não haver intemediação direta com as lojas de aplicativos como a App Store, Android Market ou BlackBerry App World, a Adobe cobra uma taxa para manter estes arquivos hospedados (valores inacessíveis para o usuário comum).</p>
<p>Os arquivos digitais gerados pelo sistema transformam-se na <strong>extensão .folio</strong>, podendo abrir uma camada de interatividade, que sobrepõe os elementos não-interativos, achatados. Por esta razão, surgem alguns problemas: impossibilidade de selecionar textos, dificuldade de criar <em>hiperlinks</em> ou falta de recursos de acessibilidade. O sistema também suporta a linguagem padrão da Apple (Objective-C) e o HTML5.</p>
<p><strong>Atex Tablet Publishing</strong><br />
A empresa <a href="http://www.atex.com/solutions/tablet-publishing" target="_blank">Atex Group</a> desenvolveu um sistema diferente da Adobe, com outro programa de editoração criado pela empresa, chamado <strong>Newsroom</strong> (uma alternativa ao InDesign). além de outros produtos como o <strong>Atex Content</strong> e o <strong>Polopoly</strong>.</p>
<div id="attachment_1946" class="wp-caption alignnone" style="width: 501px"><a href="http://rodrigocunha.jor.br/blog/wp-content/uploads/2012/01/atex.jpg"><img class="size-full wp-image-1946" title="atex" src="http://rodrigocunha.jor.br/blog/wp-content/uploads/2012/01/atex.jpg" alt="" width="491" height="306" /></a><p class="wp-caption-text">Site de apresentação do produto da Atex Group</p></div>
<p>A solução da empresa britânica utiliza a inteface criada em HTML5 e JSON para o administrar o envio da publicação digital. O sistema suporta também arquivos em JavaScript e CSS. O sistema de publicação da Atex permite enviar revistas para iOS e Android, além de<em> mobile sites</em> em HTML5.</p>
<p><strong>CAOS</strong><br />
Assim como o Digital Publishing Suite, o sistema CAOS, desenolvido pela empresa dinamarquesa <a href="http://www.magpeople.com/w/?p=246" target="_blank">CCI Magazine</a>, instala plug-ins no programa <strong>InDesign</strong>. A solução utiliza linguagens em XML e HTML5. Com o produto, é possível acompanhar todas as etapas do processo de planejamento, produção e saída da revista para o formato digital. Os arquivos são armazenados e organizados na forma de pastas dentro de um servidor local, o qual também abriga o banco de dados.</p>
<p>O CAOS permite o controle na publicação <em>on-line</em> de cada página, porém não acompanha um sistema de estatísticas semelhante ao Adobe DPS.</p>
<p><strong>Enterprise Publishing System</strong><br />
Desenvolvida pela <a href="http://woodwing.com/en/tablet-publishing-overview" target="_blank">WoodWing</a>, o Enterprise Publishing System foi adotado por editoras como a <em>Time Inc.</em> e a brasileira <em>Abril</em>. Também integra todo o processo de produção, envolvendo <em>designers</em>, jornalistas e editores, para o fechamento de cada edição digital.</p>
<div id="attachment_1947" class="wp-caption alignnone" style="width: 501px"><a href="http://rodrigocunha.jor.br/blog/wp-content/uploads/2012/01/wood.jpg"><img class="size-full wp-image-1947" title="wood" src="http://rodrigocunha.jor.br/blog/wp-content/uploads/2012/01/wood.jpg" alt="" width="491" height="314" /></a><p class="wp-caption-text">Interface de organização das páginas do Woodwing Enterprise</p></div>
<p>O processo de produção, desde o planejamento, coleta de material, edição, seleção, é acompanhado por meio da <strong>Content Station</strong>, uma interface desenvolvida em PHP. Pelo sistema é possível distribuir o material para a <em>web</em>, impresso, dispositivos móveis, <em>e-readers</em> e até nas plataformas de rede social, como o Facebook. No momento, o sistema suporta aplicativos para iOS, leitores com sistema Adobe AIR e HTML5.</p>
<p><strong>Resumo</strong><br />
O HTML5 acaba sendo a &#8216;bola da vez&#8217; até mesmo pelos sitemas de publicação de conteúdo digital. Todos os citados dão suporte a linguagem apesar de também adotar os aplicativos. Algumas diferenças peculiares estão na apresentação de estatísticas e na possibilidade de acompanhar todas as etapas do processo de edição.</p>
<p>A maioria dos sitemas citados utiliza linguagens de uso padrão como o XML, JSON, HTML5. A Adobe, porém, criou o .folio, mais ricos que os demais por abrigar uma ampla quantidade de recursos. Ainda assim, a linguagem é vista como formato aberto, pois é inteiramente baseada nestes padrões citados anteriormente. Segue abaixo uma tabela retirada de pesquisa de Anna Haeger (2011):</p>
<p><a href="http://rodrigocunha.jor.br/blog/wp-content/uploads/2012/01/tabela.jpg"><img class="alignnone  wp-image-1944" title="degreeproject_A.HaegerSenast" src="http://rodrigocunha.jor.br/blog/wp-content/uploads/2012/01/tabela.jpg" alt="" width="511" height="569" /></a></p>
<p><strong>Referência<br />
</strong>ADOBE. <strong>Using Digital Publishing Suite.</strong> Adobe: California, 2011. Disponível em &lt;<a href="http://tinyurl.com/65ljqu4" target="_blank">http://tinyurl.com/65ljqu4</a>&gt;.</p>
<p>FIDLER, R. <strong>Mediamorphosis:</strong> undestanding new media. California: Pine Forge Press, 2007.</p>
<p>RAEGER, A. <strong>Publishing solutions for tablets and e-readers.</strong> Dissertação (Mestrado em Tecnologia da Mídia), Royal Institute of Technology, Estocolmo, 2011. Disponível em &lt;<a href="http://tinyurl.com/6sxrdc2" target="_blank">http://tinyurl.com/6sxrdc2</a>&gt;.</p>
]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Estudo EyeTrack para tablets em 2012</title>
		<link>http://rodrigocunha.jor.br/blog/index.php/2011/12/12/estudo-eyetrack-para-tablets-em-2012/</link>
		<comments>http://rodrigocunha.jor.br/blog/index.php/2011/12/12/estudo-eyetrack-para-tablets-em-2012/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 12 Dec 2011 22:59:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rodrigo Cunha</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cibercultura]]></category>
		<category><![CDATA[Design Editorial]]></category>
		<category><![CDATA[mobilidade]]></category>
		<category><![CDATA[pesquisa]]></category>
		<category><![CDATA[tablets]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://rodrigocunha.jor.br/blog/?p=1909</guid>
		<description><![CDATA[O Poynter Institute organizará para o início do próximo ano mais um estudo de EyeTrack, com a finalidade de saber como os usuários estão lendo notícias. O próximo estudo será dedicado exclusivamente para os aplicativos de notícias em tablets, o mais recente fenômeno do mercado editorial em todo o mundo. Marcio García, um dos membros organizadores da pesquisa, divulgou em seu blog alguns questionamentos que balizarão a pesquisa: modo vertical x modo paisagem para leitura rolagem (scrolling) x swiping textos longos x textos mais curtos tempo gasto de leitura de um aplicativo de notícias horário preferido para o consumo de notícias Ainda não há previsão para divulgação do estudo, mas é possível acompanhar via perguntas para a pesquisadora da Poynter Sara Quinn (squinn@poynter.org) ou então através do perfil da pesquisa no Facebook (facebook.com/PoynterEyeTrack).]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O <strong><a href="http://www.poynter.org/" target="_blank">Poynter Institute</a></strong> organizará para o início do próximo ano mais um estudo de <strong>EyeTrack</strong>, com a finalidade de saber como os usuários estão lendo notícias. O próximo estudo será dedicado exclusivamente para os aplicativos de notícias em <em>tablets</em>, o mais recente fenômeno do mercado editorial em todo o mundo.</p>
<p><strong>Marcio García</strong>, um dos membros organizadores da pesquisa, divulgou em <a href="http://garciamedia.com/blog/articles/new_eyetrack_study_learning_how_news_apps_tablet_users_eyes_and_fingers_mov/" target="_blank">seu blog</a> alguns questionamentos que balizarão a pesquisa:</p>
<ul>
<li>modo vertical x modo paisagem para leitura</li>
<li>rolagem (<em>scrolling</em>) x <em>swiping</em></li>
<li>textos longos x textos mais curtos</li>
<li>tempo gasto de leitura de um aplicativo de notícias</li>
<li>horário preferido para o consumo de notícias</li>
</ul>
<p>Ainda não há previsão para divulgação do estudo, mas é possível acompanhar via perguntas para a pesquisadora da Poynter <strong>Sara Quinn</strong> (<a href="mailto:squinn@poynter.org" target="_blank">squinn@poynter.org</a>) ou então através do perfil da pesquisa no <strong>Facebook</strong> (<a href="http://www.facebook.com/PoynterEyeTrack" target="_blank">facebook.com/PoynterEyeTrack</a>).</p>
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