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	<title>Papel DigitalDesign Editorial | Papel Digital</title>
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	<description>Blog sobre jornalismo visual, design e coisas afins</description>
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		<title>iBooks+EPUB3: mudanças à vista?</title>
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		<pubDate>Tue, 03 Jan 2012 23:31:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rodrigo Cunha</dc:creator>
				<category><![CDATA[Design Editorial]]></category>
		<category><![CDATA[Livros]]></category>
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		<description><![CDATA[Algumas mudanças pretendem agitar o mercado editorial este mês. De acordo com informação divulgada no site All Things Digital, a Apple praneja organizar um evento em Nova Iorque, mas não para anunciar um novo produto. Para o site TechCrunch, o anúncio refere-se a mudanças na plataforma de livros digitais iBooks. A Apple destacou recentemente a capacidade do iBooks em suportar arquivos com áudios, vídeos e demais elementos interativos, como foi possível visualizar no livro eletrônico Yellow Submarine, distribuído gratuitamente na iTunes Store. Os blogs de tecnologia afirmam ser o anúncio da Apple ao padrão EPUB3, que permite maior variedade de recursos multimídia e de interação. A Amazon anunciou recentemente o aperfeiçoamento de seu padrão de livros eletrônicos, com suporte a HTML5 e CSS3. O blog Ars Technica consultou alguns especialistas e acredita na possibilidade do lançamento de diversas ferramentas para o mercado editorial, para facilitar a transformação de livros em um formato compatível aos leitores eletrônicos e, consequentemente, o fomento de mais publicações para os dispositivos da Apple. Sobre plataforma aberta e os padrões HTML5 e EPUB3, recomendo ler o artigo de Flávio Flatschart.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_1956" class="wp-caption alignnone" style="width: 536px"><a href="http://rodrigocunha.jor.br/blog/wp-content/uploads/2012/01/yellow.jpg"><img class=" wp-image-1956 " title="yellow" src="http://rodrigocunha.jor.br/blog/wp-content/uploads/2012/01/yellow.jpg" alt="" width="526" height="311" /></a><p class="wp-caption-text">Livro Yellow Submarine se tornou exemplo de utilização da plataforma EPUB3</p></div>
<p>Algumas mudanças pretendem agitar o mercado editorial este mês. De acordo com <a href="http://allthingsd.com/20120102/not-the-ipad-3-or-new-apple-tv-but-apple-planning-media-related-event-in-the-bigger-apple-this-month/" target="_blank">informação divulgada</a> no site <strong>All Things Digital</strong>, a Apple praneja organizar um evento em Nova Iorque, mas não para anunciar um novo produto. Para o site<strong> TechCrunch</strong>, o anúncio refere-se a mudanças na plataforma de livros digitais <strong>iBooks</strong>.</p>
<p>A Apple destacou recentemente a capacidade do iBooks em suportar arquivos com áudios, vídeos e demais elementos interativos, como foi possível visualizar no livro eletrônico <strong>Yellow Submarine</strong>, distribuído gratuitamente na iTunes Store. Os blogs de tecnologia afirmam ser o anúncio da Apple ao <strong><a href="http://idpf.org/epub/30/spec/epub30-overview.html" target="_blank">padrão EPUB3</a></strong>, que permite maior variedade de recursos multimídia e de interação. A <strong>Amazon</strong> anunciou recentemente o aperfeiçoamento de seu padrão de livros eletrônicos, com suporte a <strong>HTML5</strong> e <strong>CSS3</strong>.</p>
<p>O blog <strong>Ars Technica</strong> <a href="http://arstechnica.com/apple/news/2012/01/apple-poised-to-bring-important-changes-to-its-ibook-platform.ars" target="_blank">consultou alguns especialistas</a> e acredita na possibilidade do lançamento de diversas ferramentas para o mercado editorial, para facilitar a transformação de livros em um formato compatível aos leitores eletrônicos e, consequentemente, o fomento de mais publicações para os dispositivos da Apple.</p>
<p><em>Sobre plataforma aberta e os padrões HTML5 e EPUB3, recomendo ler o <a href="http://www.soyuz.com.br/blog/open-web-platform-epub3-e-o-mercado-editorial/" target="_blank">artigo de <strong>Flávio Flatschart</strong></a>.</em></p>
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		<title>Review: Vanity Fair</title>
		<link>http://rodrigocunha.jor.br/blog/index.php/2012/01/01/review-vanity-fair/</link>
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		<pubDate>Sun, 01 Jan 2012 21:10:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rodrigo Cunha</dc:creator>
				<category><![CDATA[Design Editorial]]></category>
		<category><![CDATA[Review]]></category>
		<category><![CDATA[convergência]]></category>
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		<description><![CDATA[A partir de hoje, vamos lançar uma seção fixa no blog denominada Review. Mais que uma brincadeira com a palavra revista, a seção trará posts com análises rápidas e alguns comentários sobre as principais publicações presentes em tablets. Vamos incluir tanto edições nacionais quanto internacionais. Para começar, um post sobre a publicação Vanity Fair. A VF é uma revista norte-americana, com edições também na Itália, Reino Unido e Espanha, editada pela Condé Nast. Começou a ser editada em 1981, porém resgatando o título de outra revista publicada entre 1913-1935. Em 2011, a publicação impressa atingiu a tiragem de 1.227.700 exemplares, segundo a Audit Bureau of Circulations (ABC). Análise O aplicativo da Vanity Fair existe desde maio de 2011, com a versão para o iPad. Ainda não existe versões para outros sistemas operacionais. Assim como as demais publicações da Condé Nast, o aplicativo fica guardado diretamente na Banca(Newsstand) do tablet da Apple. A edição que vamos falar é de janeiro de 2012, com Lady Gaga na capa. À primeira vista, a edição digital não pretende ser tão diferente da impressa. A capa é estática e reserva pouca surpresa para o leitor que já se deparou com a revista na banca &#8211; até [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://rodrigocunha.jor.br/blog/wp-content/uploads/2012/01/IMG_0269.png"><img class="alignleft size-medium wp-image-1932" title="IMG_0269" src="http://rodrigocunha.jor.br/blog/wp-content/uploads/2012/01/IMG_0269-225x300.png" alt="" width="225" height="300" /></a>A partir de hoje, vamos lançar uma seção fixa no blog denominada <strong>Review</strong>. Mais que uma brincadeira com a palavra revista, a seção trará<em> posts</em> com análises rápidas e alguns comentários sobre as principais publicações presentes em <em>tablets</em>. Vamos incluir tanto edições nacionais quanto internacionais. Para começar, um post sobre a publicação <strong><a href="http://www.vanityfair.com" target="_blank">Vanity Fair</a></strong>.</p>
<p>A VF é uma revista norte-americana, com edições também na Itália, Reino Unido e Espanha, editada pela <strong><a href="http://www.condenast.com/" target="_blank">Condé Nast</a></strong>. Começou a ser editada em 1981, porém resgatando o título de outra revista publicada entre 1913-1935. Em 2011, a publicação impressa atingiu a tiragem de 1.227.700 exemplares, segundo a Audit Bureau of Circulations (ABC).</p>
<p><strong>Análise</strong><br />
O aplicativo da Vanity Fair existe desde maio de 2011, com a <strong>versão para o iPad</strong>. Ainda não existe versões para outros sistemas operacionais. Assim como as demais publicações da Condé Nast, o aplicativo fica guardado diretamente na Banca(Newsstand) do tablet da Apple. A edição que vamos falar é de janeiro de 2012, com Lady Gaga na capa.</p>
<p>À primeira vista, a edição digital não pretende ser tão diferente da impressa. A capa é estática e reserva pouca surpresa para o leitor que já se deparou com a revista na banca &#8211; até ele visualizar no formato horizontal. Convém afirmar que a publicação utiliza a plataforma Adobe <strong><a href="http://www.adobe.com/products/digital-publishing-suite-family.html?promoid=ITXQQ" target="_blank">Digital Publishing Suite</a></strong>, presente nos programas de editação como o <strong>InDesign</strong>. Portanto, espera-se uma adaptação das páginas impressas e limitação de recursos interativos.</p>
<p>O índice, numa única página em <em>scroll</em>, apresenta o material exclusivo que a edição digital pode oferecer: no caso do número 617 é possível assistir um vídeo exclusivo de Lady Gaga, ouvir uma <em>playlist</em> de músicas do jazz de New Orleans, um infográfico interativo e uma galeria de fotos. Cada um destes recursos está presente nas quatro primeiras chamadas.</p>
<p>Mais bacana ver é que em quase todas as páginas é possível ver <strong>ícones de compartilhamento</strong> para as redes sociais (Facebook e Twitter) e para o e-mail. Neste caso, é compartilhado o <em>link</em> reduzido para o site, do qual é possível ler o texto  sobre a mesma matéria.</p>
<p><strong>Leitura</strong><br />
A diagramação é sóbria e elegante, com predominância do branco. Na visualização vertical, o texto segue corrido em apenas uma larga coluna, com espaços na lateral, sem incomodar o fluxo de leitura. Na horizontal, o texto é distribuído em duas colunas, com inclusão de fotos e mais entradas.</p>
<p>A Vanity Fair Digital não abusa dos recursos multimídia: raramente é possível ver uma animação ou um vídeo, até mesmo para seguir a linha editorial. Ao contrário de revistas de caráter científico, como a <strong>Wired</strong> ou a <strong>Popular Mechanics</strong>, com diversos elementos multimídia espalhados em cada página. A fotografia pode ser visualizada sem as legendas, porém com um botão para ativá-la.</p>
<p>Um problema ainda não resolvido para as publicações que utilizam a plataforma Adobe é a acessibilidade: é impossível ampliar ou reduzir o tamanho da fonte, bem como selecionar uma parte do texto para ser copiado. Na plataforma, os elementos não-interativos são transformados (achatados) em imagem.</p>
<p><strong>{ Ficha }</strong><br />
<strong>Revista |</strong> Vanity Fair<br />
<strong>Sistema Operacional |</strong> iOS (iPad)<br />
<strong>Sistema de Publicação |</strong> Adobe DPS<br />
<strong>Editor |</strong> Graydon Carter<br />
<strong>Diretor de Design |</strong> Chris Dixon<br />
<strong>Diretor de Fotografia |</strong> Susan White<br />
<strong>Diretor de Arte |</strong> Julie Weiss<br />
<strong>Editor da Versão Digital |</strong> Chris Rovzar<br />
<strong>Editor de Design Digital |</strong> Hamish Robertson</p>
<div id="attachment_1933" class="wp-caption alignnone" style="width: 501px"><a href="http://rodrigocunha.jor.br/blog/wp-content/uploads/2012/01/IMG_0270.png"><img class=" wp-image-1933  " title="IMG_0270" src="http://rodrigocunha.jor.br/blog/wp-content/uploads/2012/01/IMG_0270.png" alt="" width="491" height="369" /></a><p class="wp-caption-text">Na versão horizontal de capa, as chamadas vão para o lado esquerdo</p></div>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_1934" class="wp-caption alignnone" style="width: 501px"><a href="http://rodrigocunha.jor.br/blog/wp-content/uploads/2012/01/IMG_0259.png"><img class=" wp-image-1934  " title="IMG_0259" src="http://rodrigocunha.jor.br/blog/wp-content/uploads/2012/01/IMG_0259.png" alt="" width="491" height="369" /></a><p class="wp-caption-text">Índice com as reportagens presentes na revista</p></div>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_1935" class="wp-caption alignnone" style="width: 501px"><a href="http://rodrigocunha.jor.br/blog/wp-content/uploads/2012/01/IMG_0267.png"><img class=" wp-image-1935  " title="IMG_0267" src="http://rodrigocunha.jor.br/blog/wp-content/uploads/2012/01/IMG_0267.png" alt="" width="491" height="369" /></a><p class="wp-caption-text">Ícones de compartilhamento permitem enviar um link do site para as redes sociais</p></div>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_1936" class="wp-caption alignnone" style="width: 501px"><a href="http://rodrigocunha.jor.br/blog/wp-content/uploads/2012/01/IMG_0268.png"><img class=" wp-image-1936  " title="IMG_0268" src="http://rodrigocunha.jor.br/blog/wp-content/uploads/2012/01/IMG_0268.png" alt="" width="491" height="369" /></a><p class="wp-caption-text">Uma das poucas páginas com animação (na ilustração à direita)</p></div>
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		<title>Estudo EyeTrack para tablets em 2012</title>
		<link>http://rodrigocunha.jor.br/blog/index.php/2011/12/12/estudo-eyetrack-para-tablets-em-2012/</link>
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		<pubDate>Mon, 12 Dec 2011 22:59:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rodrigo Cunha</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cibercultura]]></category>
		<category><![CDATA[Design Editorial]]></category>
		<category><![CDATA[mobilidade]]></category>
		<category><![CDATA[pesquisa]]></category>
		<category><![CDATA[tablets]]></category>

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		<description><![CDATA[O Poynter Institute organizará para o início do próximo ano mais um estudo de EyeTrack, com a finalidade de saber como os usuários estão lendo notícias. O próximo estudo será dedicado exclusivamente para os aplicativos de notícias em tablets, o mais recente fenômeno do mercado editorial em todo o mundo. Marcio García, um dos membros organizadores da pesquisa, divulgou em seu blog alguns questionamentos que balizarão a pesquisa: modo vertical x modo paisagem para leitura rolagem (scrolling) x swiping textos longos x textos mais curtos tempo gasto de leitura de um aplicativo de notícias horário preferido para o consumo de notícias Ainda não há previsão para divulgação do estudo, mas é possível acompanhar via perguntas para a pesquisadora da Poynter Sara Quinn (squinn@poynter.org) ou então através do perfil da pesquisa no Facebook (facebook.com/PoynterEyeTrack).]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O <strong><a href="http://www.poynter.org/" target="_blank">Poynter Institute</a></strong> organizará para o início do próximo ano mais um estudo de <strong>EyeTrack</strong>, com a finalidade de saber como os usuários estão lendo notícias. O próximo estudo será dedicado exclusivamente para os aplicativos de notícias em <em>tablets</em>, o mais recente fenômeno do mercado editorial em todo o mundo.</p>
<p><strong>Marcio García</strong>, um dos membros organizadores da pesquisa, divulgou em <a href="http://garciamedia.com/blog/articles/new_eyetrack_study_learning_how_news_apps_tablet_users_eyes_and_fingers_mov/" target="_blank">seu blog</a> alguns questionamentos que balizarão a pesquisa:</p>
<ul>
<li>modo vertical x modo paisagem para leitura</li>
<li>rolagem (<em>scrolling</em>) x <em>swiping</em></li>
<li>textos longos x textos mais curtos</li>
<li>tempo gasto de leitura de um aplicativo de notícias</li>
<li>horário preferido para o consumo de notícias</li>
</ul>
<p>Ainda não há previsão para divulgação do estudo, mas é possível acompanhar via perguntas para a pesquisadora da Poynter <strong>Sara Quinn</strong> (<a href="mailto:squinn@poynter.org" target="_blank">squinn@poynter.org</a>) ou então através do perfil da pesquisa no <strong>Facebook</strong> (<a href="http://www.facebook.com/PoynterEyeTrack" target="_blank">facebook.com/PoynterEyeTrack</a>).</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
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		<title>Louis Silverstein (1919-2011)</title>
		<link>http://rodrigocunha.jor.br/blog/index.php/2011/12/07/louis-silverstein-1919-2011/</link>
		<comments>http://rodrigocunha.jor.br/blog/index.php/2011/12/07/louis-silverstein-1919-2011/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 07 Dec 2011 18:14:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rodrigo Cunha</dc:creator>
				<category><![CDATA[Design Editorial]]></category>
		<category><![CDATA[Jornais]]></category>
		<category><![CDATA[design]]></category>
		<category><![CDATA[diagramação]]></category>
		<category><![CDATA[História]]></category>
		<category><![CDATA[Jornalismo]]></category>

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		<description><![CDATA[O início do mês foi marcado pela notícia da morte do diretor de arte Louis Silverstein, aos 92 anos, no último dia 1º/12. Ele foi um dos responsáveis pelas principais mudanças gráficas ocorridas no The New York Times. entre os anos de 1967 a 1985, e considerados por muitos profissionais como o pai do design moderno de jornais. Um de seus primeiros trabalhos foi a primeira página da edição que noticiava a chegada do homem à Lua, em 1969. Depois disso, foram mais mudanças gráficas, tais como o aumento no tamanho das letras para permitir melhor legibilidade dos textos, redução de 8 para 6 colunas na capa em1976 e o aumento de recursos gráficos para atrair leitores mais jovens, capturados pela chegada da televisão. Segundo o Times, especialistas gráficos, consultados em pesquisa da Advertising Age em 1984, afirmaram ter sido Silverstein quem influenciou o redesenho de diversos jornais espalhados por todos os Estados Unidos. Antes mesmo de assumir a direção de arte do jornal, Silverstein foi um pintor, diretor de arte em agências de publicidade e também da revista Amerika, produzida pelo Departamento de Estado americano e distribuída na Rússia. No jornal, também trabalhou criando anúncios para a seção de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_1896" class="wp-caption alignnone" style="width: 430px"><a href="http://rodrigocunha.jor.br/blog/wp-content/uploads/2011/12/SILVERSTEIN1-obit-articleLarge-v2.jpg"><img class="size-full wp-image-1896 " title="SILVERSTEIN1-obit-articleLarge-v2" src="http://rodrigocunha.jor.br/blog/wp-content/uploads/2011/12/SILVERSTEIN1-obit-articleLarge-v2.jpg" alt="" width="420" height="276" /></a><p class="wp-caption-text">O diretor de arte Silverstein desenhando uma página em 1981 (Foto: Arquivo/The New York Times)</p></div>
<p>O início do mês foi marcado pela notícia da morte do diretor de arte <strong>Louis Silverstein</strong>, aos 92 anos, no último dia 1º/12. Ele foi um dos responsáveis pelas principais mudanças gráficas ocorridas no <a href="http://www.nytimes.com" target="_blank">The New York Times</a>. entre os anos de 1967 a 1985, e considerados por muitos profissionais como o pai do design moderno de jornais.</p>
<p>Um de seus primeiros trabalhos foi a primeira página da edição que noticiava a chegada do homem à Lua, em 1969. Depois disso, foram mais mudanças gráficas, tais como o aumento no tamanho das letras para permitir melhor legibilidade dos textos, redução de 8 para 6 colunas na capa em1976 e o aumento de recursos gráficos para atrair leitores mais jovens, capturados pela chegada da televisão.</p>
<p>Segundo <em><a href="http://www.nytimes.com/2011/12/02/nyregion/louis-silverstein-times-art-director-dies-at-92.html" target="_blank">o Times</a></em>, especialistas gráficos, consultados em pesquisa da <strong>Advertising Age</strong> em 1984, afirmaram ter sido Silverstein quem influenciou o redesenho de diversos jornais espalhados por todos os Estados Unidos.</p>
<div id="attachment_1897" class="wp-caption alignnone" style="width: 430px"><a href="http://rodrigocunha.jor.br/blog/wp-content/uploads/2011/12/SILVERSTEIN4-obit-popup.jpg"><img class="size-full wp-image-1897 " title="SILVERSTEIN4-obit-popup" src="http://rodrigocunha.jor.br/blog/wp-content/uploads/2011/12/SILVERSTEIN4-obit-popup.jpg" alt="" width="420" height="282" /></a><p class="wp-caption-text">Páginas do The Times durante mudanças promovidas por Louis Silverstein (Foto: Reprodução/The New York Times)</p></div>
<p>Antes mesmo de assumir a direção de arte do jornal, Silverstein foi um pintor, diretor de arte em agências de publicidade e também da revista <em>Amerika</em>, produzida pelo Departamento de Estado americano e distribuída na Rússia. No jornal, também trabalhou criando anúncios para a seção de classificados.</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
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		<title>Extra lança capa baseada em história em quadrinhos</title>
		<link>http://rodrigocunha.jor.br/blog/index.php/2011/11/24/extra-lanca-capa-baseada-em-historia-em-quadrinhos/</link>
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		<pubDate>Thu, 24 Nov 2011 21:49:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rodrigo Cunha</dc:creator>
				<category><![CDATA[Design Editorial]]></category>
		<category><![CDATA[Ilustração]]></category>
		<category><![CDATA[Jornais]]></category>
		<category><![CDATA[design]]></category>
		<category><![CDATA[diagramação]]></category>
		<category><![CDATA[hq]]></category>

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		<description><![CDATA[Para contar os bastidores da ocupação da polícia no Complexo do Alemão, no Rio de Janeiro, que ocorreu há um ano, o jornal Extra decidiu utilizar o recurso do design de história em quadrinhos, que inclusive modificou o layout das chamadas de capa e o logotipo do veículo na edição de hoje (24/11). O jornal também lançou uma versão em vídeo dos quadrinhos recontando a ocupação em uma das maiores comunidades da cidade e, na edição impressa, a revista em quadrinhos com 16 páginas coloridas. Os desenhos são do ilustrador e quadrinista Allan Alex e o roteiro final de João Arruda. O trabalho movimento uma equipe de aproximadamente dez pessoas, sob orientação do Prof. Aristides Dutra, mestre em Jornalismo em Quadrinhos pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) (com informações do site Riocomicom).]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://rodrigocunha.jor.br/blog/wp-content/uploads/2011/11/BRA^RJ_EX.jpg"><img class="alignnone size-large wp-image-1829" title="BRA^RJ_EX" src="http://rodrigocunha.jor.br/blog/wp-content/uploads/2011/11/BRA^RJ_EX-627x1024.jpg" alt="" width="417" height="680" /></a></p>
<p>Para contar os bastidores da ocupação da polícia no Complexo do Alemão, no Rio de Janeiro, que ocorreu há um ano, o <strong><a href="http://extra.globo.com/casos-de-policia/pacificacao-do-alemao-veja-versao-em-video-dos-quadrinhos-que-mostram-os-bastidores-da-ocupacao-3309937.html" target="_blank">jornal Extra</a></strong> decidiu utilizar o recurso do design de história em quadrinhos, que inclusive modificou o <em>layout</em> das chamadas de capa e o logotipo do veículo na edição de hoje (24/11).</p>
<p>O jornal também lançou uma versão em vídeo dos quadrinhos recontando a ocupação em uma das maiores comunidades da cidade e, na edição impressa, a revista em quadrinhos com 16 páginas coloridas. Os desenhos são do ilustrador e quadrinista <strong>Allan Alex </strong>e o roteiro final de <strong>João Arruda</strong>. O trabalho movimento uma equipe de aproximadamente dez pessoas, sob orientação do <strong>Prof. Aristides Dutra</strong>, mestre em Jornalismo em Quadrinhos pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) <em><a href="http://www.riocomicon.com.br/index.php/ocupacao-do-alemao-ano-um/" target="_blank">(com informações do site Riocomicom)</a></em>.</p>
]]></content:encoded>
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