<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Papel Digital &#187; Entrevista</title>
	<atom:link href="http://rodrigocunha.jor.br/blog/index.php/category/entrevista/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>http://rodrigocunha.jor.br/blog</link>
	<description>Blog sobre jornalismo visual, design e coisas afim</description>
	<lastBuildDate>Tue, 08 May 2012 19:24:38 +0000</lastBuildDate>
	<language>en</language>
	<sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency>
	<generator>http://wordpress.org/?v=3.3.2</generator>
		<item>
		<title>Participação, memória e modelos de negócio</title>
		<link>http://rodrigocunha.jor.br/blog/index.php/2011/10/22/jornalismo-participacao-memoria-e-modelos-de-negocio/</link>
		<comments>http://rodrigocunha.jor.br/blog/index.php/2011/10/22/jornalismo-participacao-memoria-e-modelos-de-negocio/#comments</comments>
		<pubDate>Sat, 22 Oct 2011 12:48:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rodrigo Cunha</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cibercultura]]></category>
		<category><![CDATA[Entrevista]]></category>
		<category><![CDATA[Jornalismo]]></category>
		<category><![CDATA[conteúdo pago]]></category>
		<category><![CDATA[mobilidade]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://rodrigocunha.jor.br/blog/?p=1736</guid>
		<description><![CDATA[O professor titular de jornalismo da Faculdade de Comunicação da UFBA, Marcos Palacios, gravou recentemente dois vídeos para o projeto Ciência e Comunicação, da Agência de Notícias em CT&#38;I da Bahia. Nestes vídeos, Palacios fala sobre alguns aspectos da pesquisa em jornalismo digital, mais especificamente sobre participação, memória, modelos de negócio e mensuração de qualidade [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O professor titular de jornalismo da Faculdade de Comunicação da UFBA, <strong>Marcos Palacios</strong>, gravou recentemente dois vídeos para o projeto Ciência e Comunicação, da Agência de Notícias em CT&amp;I da Bahia. Nestes vídeos, Palacios fala sobre alguns aspectos da pesquisa em jornalismo digital, mais especificamente sobre participação, memória, modelos de negócio e mensuração de qualidade jornalística. <a href="http://www.cienciaecultura.ufba.br/agenciadenoticias/entrevistas/marcos-palacios/" target="_blank">Confira mais aqui.</a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><iframe width="420" height="315" src="http://www.youtube.com/embed/n-SQfBciFCo" frameborder="0" allowfullscreen></iframe></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://rodrigocunha.jor.br/blog/index.php/2011/10/22/jornalismo-participacao-memoria-e-modelos-de-negocio/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Entrevista com Bauman</title>
		<link>http://rodrigocunha.jor.br/blog/index.php/2011/09/17/entrevista-com-zygmunt-bauman/</link>
		<comments>http://rodrigocunha.jor.br/blog/index.php/2011/09/17/entrevista-com-zygmunt-bauman/#comments</comments>
		<pubDate>Sat, 17 Sep 2011 14:55:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rodrigo Cunha</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cibercultura]]></category>
		<category><![CDATA[Entrevista]]></category>
		<category><![CDATA[filosofia]]></category>
		<category><![CDATA[modernidade]]></category>
		<category><![CDATA[sociologia]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://rodrigocunha.jor.br/blog/?p=1695</guid>
		<description><![CDATA[O sociólogo polonês Zygmunt Bauman concedeu em julho uma entrevista para o projeto Fronteiras do Pensamento, evento constituído de conferências com a finalidade de promover reflexão sobre política, filosofia e as conjunturas históricas. Neste ano, o evento ocorreu em Porto Alegre (8/8) e em São Paulo (9/8), quando o vídeo foi apresentado durante encontro com [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O sociólogo polonês <strong>Zygmunt Bauman</strong> concedeu em julho uma entrevista para o projeto <a href="http://www.fronteirasdopensamento.com.br/portal/" target="_blank">Fronteiras do Pensamento</a>, evento constituído de conferências com a finalidade de promover reflexão sobre política, filosofia e as conjunturas históricas.</p>
<p>Neste ano, o evento ocorreu em Porto Alegre (8/8) e em São Paulo (9/8), quando o vídeo foi apresentado durante encontro com o pensador francês <strong>Edgar Morin</strong>.</p>
<p>No vídeo, Bauman discute alguns conceitos que caracterizam o mundo pós-moderno, como a fragmentação da sociedade. A dica é do blog <a href="http://thiagofalcao.info/?p=231" target="_blank">ex nihilo</a>, de <strong>Thiago Falcão</strong>.</p>
<p><iframe width="560" height="315" src="http://www.youtube.com/embed/POZcBNo-D4A" frameborder="0" allowfullscreen></iframe></p>
<p><strong>Bibliografia brasileira</strong><br />
<strong>1977:</strong> Por uma Sociologia Crítica [Towards a Critical Sociology, 1976]<br />
<strong>1997:</strong> A Ética Pós-moderna [Postmodern Ethics, 1993]<br />
<strong>1998:</strong> Modernidade e Holocausto [Modernity and The Holocaust, 1989]<br />
<strong>1998:</strong> O Mal-Estar da Pós-Modernidade [Postmodernity and its discontents, 1997]<br />
<strong>1999:</strong> Globalização [Globalization: The Human Consequences, 1998]<br />
<strong>1999:</strong> Modernidade e Ambivalência [Modernity and Ambivalence, 1991]<br />
<strong>2000:</strong> Em Busca da Política [In Search of Politics, 1999]<br />
<strong>2001:</strong> Modernidade Líquida [Liquid Modernity, 2000]<br />
<strong>2003:</strong> Comunidade [Community, 2001]<br />
<strong>2004:</strong> Amor Líquido [Liquid Love, 2003]<br />
<strong>2005:</strong> Identidade (entrevista a Benedetto Vecchi)<br />
<strong>2005:</strong> Vidas Desperdiçadas [Wasted Lives, 2004]<br />
<strong>2006:</strong> Europa [Europe: An Unfinished Adventure, 2004]<br />
<strong>2007:</strong> Tempos Líquidos [Liquid Times, 2006]<br />
<strong>2007:</strong> Vida Líquida [Liquid Life, 2005]<br />
<strong>2008:</strong> Medo Líquido [Liquid Fear, 2006]<br />
<strong>2008:</strong> Vida para o Consumo [Consuming Life, 2007]<br />
<strong>2009:</strong> A Arte da Vida [The Art of Life, 2008]<br />
<strong>2009:</strong> Confiança e Medo na Cidade [Fiducia e paura nella città, 2005]<br />
<strong>2010:</strong> Aprendendo a Pensar com a Sociologia (com Tim May) [Thinking Sociologically, 2001]<br />
<strong>2010:</strong> Capitalismo Parasitário [Capitalismo parassitario, 2009]<br />
<strong>2010:</strong> Legisladores e Intérpretes [Legislators and interpreters, 1987]<br />
<strong>2010:</strong> Vida à Crédito (com Citlali Rovirosa-Madrazo) [Living on Borrowed Time, 2009]<br />
<strong>2011:</strong> 44 Cartas do Mundo Líquido Moderno<br />
<strong>2011:</strong> A Ética é Possível Num Mundo de Consumidores?<br />
<strong>2011:</strong> Bauman sobre Bauman (entrevista com Keith Tester) [Conversations with Zygmunt Bauman, 2001]<br />
<strong>2011:</strong> Vida em Fragmentos [Life in Fragments, 1995]</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://rodrigocunha.jor.br/blog/index.php/2011/09/17/entrevista-com-zygmunt-bauman/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>&#8220;O usuário é nômade e multiplataforma&#8221;</title>
		<link>http://rodrigocunha.jor.br/blog/index.php/2011/05/10/o-usuario-e-nomade-e-multiplataforma/</link>
		<comments>http://rodrigocunha.jor.br/blog/index.php/2011/05/10/o-usuario-e-nomade-e-multiplataforma/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 10 May 2011 23:20:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rodrigo Cunha</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cibercultura]]></category>
		<category><![CDATA[Entrevista]]></category>
		<category><![CDATA[Revistas]]></category>
		<category><![CDATA[convergência]]></category>
		<category><![CDATA[digital]]></category>
		<category><![CDATA[ipad]]></category>
		<category><![CDATA[Jornalismo]]></category>
		<category><![CDATA[Tipografia]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://rodrigocunha.jor.br/blog/?p=1399</guid>
		<description><![CDATA[Rodrigo Fino, presidente da sucursal latino-americana da García Media, concedeu uma rápida entrevista sobre publicações para iPad, publicada também em seu blog pessoal. A maioria dos questionamentos estão relacionados aos principais recursos utilizados pelas revistas atualmente, que ainda estão procurando talvez um modelo para se adaptar a tecnologia proporcionada pelos tablets. Segue abaixo a nossa [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_1401" class="wp-caption alignleft" style="width: 250px"><strong><a href="http://rodrigocunha.jor.br/blog/wp-content/uploads/2011/05/72938515_49596c80d4.jpg"><img class="size-medium wp-image-1401 " title="72938515_49596c80d4" src="http://rodrigocunha.jor.br/blog/wp-content/uploads/2011/05/72938515_49596c80d4-300x225.jpg" alt="" width="240" height="180" /></a></strong><p class="wp-caption-text">Rodrigo Fino (Fonte: blog Visualmente)</p></div>
<p><strong>Rodrigo Fino</strong>, presidente da sucursal latino-americana da <strong><a href="http://www.garcia-media.com.ar" target="_blank">García Media</a></strong>, concedeu uma rápida entrevista sobre publicações para iPad, publicada também em seu <a href="http://seguncomosemire.blogspot.com/2011/05/una-conversacion-sobre-publicaciones-en.html" target="_blank">blog pessoal</a>. A maioria dos questionamentos estão relacionados aos principais recursos utilizados pelas revistas atualmente, que ainda estão procurando talvez um modelo para se adaptar a tecnologia proporcionada pelos tablets. Segue abaixo a nossa conversa:</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong><br />
Papel Digital_ Qual enfoque trazido pelas publicações quanto a apresentação de seu conteúdo?<br />
</strong><strong>Rodrigo Fino_ </strong>Os tablets representam um meio de distribuição de conteúdos que permite desenvolver um produto mais destinado aos &#8220;hard users&#8221;, que são aqueles que consomem muito conteúdo digital e estão acostumados a interagir com todo o tipo de linguagem multimídia. Também acredito que os tablets se massifiquem ainda mais do que atualmente. Haverá maiores oportunidades para o conteúdo multimídia.</p>
<p><strong>PD_ Existem vários estudos relacionados a tipografia na internet, principalmente sobre legibilidade. No caso específico do iPad, a própria qualidade da tela permite que haja uma despreocupação com esses princípios? Como é possível utilizar a mesma tipografia do impresso no meio digital?</strong><br />
<strong>RF_ </strong>Não acredito que se tenha que se despreocupar com a legibilidade, se bem que com os tablets pode haver um maior domínio disso em comparação com o desenho de um website. Deve haver sempre uma preocupação com a legibilidade, pela seguinte razão: o conteúdo deve ser lido sempre, assim como ser acessível. <span style="background-color: #cccccc; color: #333333;">E mais ainda, se as fontes utilizadas podem funcionar muito bem numa edição impressa, porque não será possível numa edição digital como o iPad?</span> Muitas publicações ainda seguem partindo de um produto baseado em PDF ou JPEG ao transpor para a plataforma iPad sem permitir interação alguma com o texto. Mas isso deve mudar a medida que vão se massificando as publicações no iPad e alcançando maiores índices de assinatura, que é a maior influência das publicações neste suporte.</p>
<p><strong>PD_ Por que ainda é difícil fazer com que publicações adotem formas conhecidas de acessibilidade, como ampliar ou reduzir texto, por exemplo? Ainda é algo complicado de se concretizar, tecnicamente?</strong><br />
<strong>RF_ </strong><span style="background-color: #cccccc; color: #333333;">Não é difícil fazer com que o usuário possa ajustar o texto a sua comodidade, é mais uma questão de adaptação do conceito do produto ou de linha editorial do que uma limitação tecnológica.</span> O melhor exemplo, para mim, é o aplicativo de <strong>The Economist</strong>, onde a acessibilidade é muito direta e bem pensada.</p>
<div id="attachment_147" class="wp-caption alignnone" style="width: 482px"><a href="http://revistasonline.jor.br/blog/wp-content/uploads/2011/05/the-economist-ipad-contents1.jpg"><img class="size-full wp-image-147 " title="the-economist-ipad-contents" src="http://revistasonline.jor.br/blog/wp-content/uploads/2011/05/the-economist-ipad-contents1.jpg" alt="" width="472" height="354" /></a><p class="wp-caption-text">Índice do aplicativo da The Economist para o iPad</p></div>
<p><strong>PD_ Com o iPad, existem duas possibilidade de navegação do conteúdo: de cima para baixo e da esquerda para a direita. Para localizar o leitor dentro desse esquema de navegação, as revistas adotaram algumas estratégias para identificação de páginas ou de direcionamento do leitor para a continuidade da matéria. Existe alguma forma melhor para localizar este leitor dentro do conteúdo?</strong><br />
<strong>RF_ </strong>Sempre se pode melhorar o método de navegação, porém a maioria das publicações não tem feito um produto específico e adaptado 100% para o iPad. Estamos acompanhando esta evolução e experimentando novas possibilidades. As novas formas de sinalizar e sistematizar uma navegação virão a medida que começarmos a inovar com estas tecnologias e plataformas.</p>
<p><strong>PD_ Os pictogramas entraram definitivamente na diagramação das revistas para indicar conteúdos multimídia, de interatividade ou a possibilidade de virar o dispositivo no sentido horizontal para ter acesso a um conteúdo adicional. Na sua avaliação, estes pictogramas estão sendo eficazes para o leitor?</strong><br />
<strong>RF_ </strong>A sinalização e os pictogramas são sempre um tema de debate porque muitos ícones, para que funcionem, precisam esta no acervo cultural dos usuários para ser reconhecidos. Creio que os ícones ajudam e são bons elementos, porém padronizar não seria uma boa solução, porque muitas vezes podem chocar com a identidade geral do produto. E, pelo menos a maioria dos produtos que se usem no iPad, funcionam bem mesmo sendo diferentes.</p>
<p><strong>PD_ Mesmo assim, a identificação iconográfica torna o dispositivo intuitivo?</strong><br />
<strong>RF_ </strong>Para mim, esta parte da iconografia é muito importante em um iPad ou qualquer outro tablet, porque vivemos em uma época visual e o iPad é um dispositivo cuja lógica de navegação é 100% visual. Mas ao mesmo tempo, vejo que muitas publicações não cuidam no aspecto importante: o componente intuitivo. <span style="background-color: #cccccc; color: #333333;">Ninguém nos ensinou a usar o Facebook ou o Twitter. De fato, nada podería se fazer porque antes não havia nada parecido com esta cultura, não havia uma experiência social acumulada de forma coletiva de como usar redes sociais, absolutamente nada, ninguém que tenha pago um curso ou um professor para ensinar a usar Twitter ou Facebook. Todos aprendemos de forma intuitiva, quase sem darmos conta disso ou, no máximo, consultando uma amigo perguntando sobre alguma das funcionalidades de uma rede social.</span> Assim deve ser com o iPad, onde as funcionalidades já temos incorporadas, mas ao mesmo tempo não havia antes uma experiência de uso social da plataforma de forma massiva. E, portanto, vamos aprendendo intuitivamente. Quer dizer, se um usuário simplesmente não reconhece a primeira vista a funcionalidade de um ícone, este mesmo ícone o estimula a clicar e entender o resultado desta ação. Claro, não pode haver uma diversidade de ícones diferentes para uma mesma ação.</p>
<p><strong>PD_ Então, as publicações ainda estão tentando um melhor modelo para apresentar seu conteúdo?</strong><br />
<strong>RF_</strong> Atualmente, todos os produtos estão buscando um caminho. O melhor que se pode ocorrer no iPad é que não se alcance uma única tendência, mas que aos poucos se vá construindo vários modelos em diversas publicações de referência. Para mim, o modelo utilizado pelo The Economist, é um bom modelo, que envolve as versões impressa, para celulares, para iPad e para a web, e isso faz com que o usuário se mova de plataforma em plataforma para acessar um determinado conteúdo. <span style="background-color: #cccccc; color: #333333;">O usuário é nômade e multiplataforma.</span></p>
<p><strong>PD_ Lembrei-me de uma outra discussão, iniciada em 1987 em uma conferência sobre hipertexto sobre as formas de leitura, de navegação de um mesmo conteúdo. Criou-se um embate entre os &#8220;card sharks&#8221; e os &#8220;holy scrollers&#8221; </strong><em>(ver mais sobre o assunto <a href="http://www.informationarchitects.jp/en/ipad-scroll-or-card/" target="_blank">aqui</a> e <a href="http://www.markbernstein.org/Oct10/CardSharksandHolyScrollers.html" target="_blank">aqui</a>)</em><strong>. O que acha destas considerações? É válido falar disso quando tratamos de tablets?</strong><br />
<strong>RF_</strong> É uma discussão rica e interessante, mas não estou certo em ter declarações tão nítidas e enfáticas. Somos sujeitos culturais, creio que não devemos perder de vista isso se limitando a uma única inovação. O iPad nos convida a explorar a inovação e fomentar novas formas de navegação de conteúdo. Além disso, como o dispositivo deve contemplar a funcionalidade que o usuário possa dar-lhe a experiência de ler um conteúdo.</p>
<p><strong>PD_ Mas você tem preferência por alguma forma melhor de disponibilização deste conteúdo?</strong><br />
<strong>RF_ </strong>Ambas as formas me parecem válidas. No iPad é mais comum navegar, creio eu, da esquerda para a direita, pois está mais incorporado culturalmente. As ferramentas irão ampliar possibilidades que hoje talvez nem imaginamos que seja possível. Wired, por exemplo, tem várias formas de se ler no iPad. Isso é uma boa ideia para que o usuário se relacione com a nova maneira de consumir conteúdos.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://rodrigocunha.jor.br/blog/index.php/2011/05/10/o-usuario-e-nomade-e-multiplataforma/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Conversa com Eduardo Tessler</title>
		<link>http://rodrigocunha.jor.br/blog/index.php/2010/01/06/microentrevista-com-eduardo-tessler/</link>
		<comments>http://rodrigocunha.jor.br/blog/index.php/2010/01/06/microentrevista-com-eduardo-tessler/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 06 Jan 2010 19:53:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rodrigo Cunha</dc:creator>
				<category><![CDATA[Entrevista]]></category>
		<category><![CDATA[Jornais]]></category>
		<category><![CDATA[twitter]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://rodrigocunha.jor.br/blog/?p=14</guid>
		<description><![CDATA[@microentrevista, canal do Twitter do jornal O Povo (CE), conversou com o jornalista e consultor de empresas de comunicação Eduardo Tessler, um dos representantes da Innovation Media Consulting. O principal assunto abordado foi o design de notícias. Confira: 1. Toda tendência, no design ou em qualquer moda da comunicação da hora, não termina sendo autoritário? [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>@microentrevista</a>, canal do Twitter do jornal <a href="http://opovo.uol.com.br/twitter/" target="_blank">O Povo (CE)</a>, conversou com o jornalista e consultor de empresas de comunicação <a href="http://www.twitter.com/midiamundo" target="_blank"><strong>Eduardo Tessler</strong></a>, um dos representantes da <a href="http://www.innovation-mediaconsulting.com" target="_blank"><strong>Innovation Media Consulting</strong></a>. O principal assunto abordado foi o design de notícias. Confira:</p>
<p><strong><br />
1. Toda tendência, no design ou em qualquer moda da comunicação da hora, não termina sendo autoritário?<br />
</strong>O design é um Norte, é interpretação de um conceito editorial. Por isso não é autoritário, mas uma garantia de qualidade.</p>
<p><strong>2. O que você define como o design ideal?</strong><br />
Ideal é facilitar o entendimento do tema. Passar uma ideia com no menor espaço. A regra é não ter regras, só caminhos.</p>
<p><strong>3. O design gráfico dos jornais e sites não estão homegeneizados demais? Há uma mesmice visual?</strong><br />
Ideal é facilitar o entendimento do tema. Passar uma ideia com no menor espaço. A regra é não ter regras, só caminhos.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://rodrigocunha.jor.br/blog/index.php/2010/01/06/microentrevista-com-eduardo-tessler/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Mario García em 140 caracteres</title>
		<link>http://rodrigocunha.jor.br/blog/index.php/2010/01/05/mario-garcia-em-140-caracteres/</link>
		<comments>http://rodrigocunha.jor.br/blog/index.php/2010/01/05/mario-garcia-em-140-caracteres/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 05 Jan 2010 16:52:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rodrigo Cunha</dc:creator>
				<category><![CDATA[Entrevista]]></category>
		<category><![CDATA[design]]></category>
		<category><![CDATA[Jornais]]></category>
		<category><![CDATA[twitter]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://rodrigocunha.jor.br/blog/?p=11</guid>
		<description><![CDATA[@microentrevista conversou via twitter com o especialista em design de jornais, Mario García. A ideia da microentrevista é que o entrevistado responde aos questionamento em até 140 caracteres, limites do microblog. Confira as respostas:   1. Como será o jornal do futuro? Definitely smaller in size, fewer pages, more book than magazine, more analytical, digital [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>@microentrevista conversou via twitter com o especialista em design de jornais, <a href="http://www.twitter.com/TweetsbyDesign" target="_self">Mario García</a>. A ideia da microentrevista é que o entrevistado responde aos questionamento em até 140 caracteres, limites do microblog. Confira as respostas:</p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>1. Como será o jornal do futuro?</strong><br />
Definitely smaller in size, fewer pages, more book than magazine, more analytical, digital companion<br />
<em>Definitivamente menores, com menos páginas, mais parecidos com livros do que revistas, mais analíticas e digitais</em></p>
<p><strong>2. O design pode salvar os jornais?<br />
</strong>Design can’t save newspapers, but rethinking of platforms, emphasis on storytelling techniques definitely can<br />
<em>O design não pode salvar os jornais, mas repensar as plataformas, com ênfase em técnicas para contar histórias </em></p>
<p><strong>3. Como serão os próximos leitores?<br />
</strong>New readers will be impatient, tech savvy and truly smart about information they want and how they get it<br />
<em>Os novos leitores serão impacitentes, tecnologicamente esclarecidos e verdadeiramente inteligentes sobre as informações que eles querem e de como obtê-los</em></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://rodrigocunha.jor.br/blog/index.php/2010/01/05/mario-garcia-em-140-caracteres/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
	</channel>
</rss>

