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	<title>Papel DigitalJornais | Papel Digital</title>
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	<description>Blog sobre jornalismo visual, design e coisas afins</description>
	<lastBuildDate>Sun, 05 Feb 2012 01:52:40 +0000</lastBuildDate>
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		<title>O Globo lança vespertino exclusivo para iPad</title>
		<link>http://rodrigocunha.jor.br/blog/index.php/2012/01/29/o-globo-lanca-vespertino-exclusivo-para-ipad/</link>
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		<pubDate>Sun, 29 Jan 2012 15:08:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rodrigo Cunha</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cibercultura]]></category>
		<category><![CDATA[Jornais]]></category>
		<category><![CDATA[ipad]]></category>
		<category><![CDATA[jornal]]></category>
		<category><![CDATA[o globo]]></category>
		<category><![CDATA[tablet]]></category>

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		<description><![CDATA[Na última atualização realizada no aplicativo d&#8217;O Globo para o iPad, o jornal trouxe uma novidade: O Globo a Mais, produto feito exclusivamente para tablets e atualizado de segunda à sexta-feira, sempre às 18h. A primeira edição será publicada na próxima segunda, dia 30/1, e deve ser oferecida de forma gratuita durante o primeiro mês para degustação. Após este prazo, o produto incorporará o pacote de assinatura da edição digital de O Globo (R$ 29,90 mensais). Veja vídeo de apresentação do jornal digital Segundo o diretor de redação Ascânio Seleme, o projeto levou cinco meses para ser concretizado, período em que a redação planejou o formato de como seria um produto exclusivo para o tablet. Cada edição trará conteúdo exclusivo com o resumo das notícias do dia, complementado por recursos multimídia, como fotogalerias e vídeos. Colunistas do jornal impresso também serão publicados, tais como Ancelmo Gois, Arthur Xexéo, Fernando Calazans, Míriam Leitão, Pedro Doria e Ricardo Noblat. O projeto visual foi desenvolvido por Chico Amaral, do estúdio catalão Cases i Associats. Primeiras impressões Depois de baixar a primeira edição (30/1), publiquei algumas impressões na minha página no Twitter. Trata-se de uma excelente iniciativa do jornal, porém alguns &#8216;velhos&#8217; problemas não [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://rodrigocunha.jor.br/blog/wp-content/uploads/2012/01/IMG_0384.png"><img class="size-medium wp-image-1982 alignnone" title="IMG_0384" src="http://rodrigocunha.jor.br/blog/wp-content/uploads/2012/01/IMG_0384-225x300.png" alt="" width="225" height="300" /></a></p>
<p>Na última atualização realizada no aplicativo d&#8217;O Globo para o iPad, o jornal trouxe uma novidade: <strong>O Globo a Mais</strong>, produto feito exclusivamente para <em>tablets</em> e atualizado de segunda à sexta-feira, sempre às 18h. A primeira edição será publicada na próxima segunda, dia 30/1, e deve ser oferecida de forma gratuita durante o primeiro mês para degustação. Após este prazo, o produto incorporará o pacote de assinatura da edição digital de <strong>O Globo</strong> (R$ 29,90 mensais).</p>
<p><a href="http://oglobo.globo.com/videos/t/todos-os-videos/v/catalogo/1787471" target="_blank"><strong>Veja vídeo de apresentação do jornal digital</strong></a></p>
<p>Segundo o diretor de redação Ascânio Seleme, o projeto levou cinco meses para ser concretizado, período em que a redação planejou o formato de como seria um produto exclusivo para o <em>tablet</em>. Cada edição trará conteúdo exclusivo com o resumo das notícias do dia, complementado por recursos multimídia, como fotogalerias e vídeos. Colunistas do jornal impresso também serão publicados, tais como Ancelmo Gois, Arthur Xexéo, Fernando Calazans, Míriam Leitão, Pedro Doria e Ricardo Noblat.</p>
<p>O projeto visual foi desenvolvido por <strong>Chico Amaral</strong>, do estúdio catalão <strong><a href="http://www.cases-assoc.com">Cases i Associats</a></strong>.</p>
<p><strong>Primeiras impressões<br />
</strong>Depois de baixar a primeira edição (30/1), publiquei algumas impressões na <a href="http://www.twitter.com/cunha85" target="_blank">minha página</a> no <strong>Twitter</strong>. Trata-se de uma excelente iniciativa do jornal, porém alguns &#8216;velhos&#8217; problemas não foram resolvidos no aplicativo.</p>
<ul>
<li>De nada adianta adicionar o e-mail do repórter se o <em>link</em> não funciona, nem é possível selecionar o texto para copiar;</li>
<li>O texto também é achatado como uma única imagem, sendo impossível selecionar ou copiar um trecho da página;</li>
<li>Com o texto achatado, outro problema é a acessibilidade: impossível ampliar o texto;</li>
<li>Se a ideia é investir em imagem no <em>tablet</em>, nem todas são possíveis ampliar em tela cheia;</li>
<li>Como na maioria dos aplicativos de notícias, falta integração com as redes sociais. Não tenho encontrado um ícone de compartilhamento;</li>
<li>Outro problema é limitar o aplicativo apenas para o iOS. Já existem vários tablets com Android. Portanto, com maior alcance.</li>
</ul>
<div>Entre as coisas legais, posso listar:</div>
<div>
<ul>
<li>Possibilidade de visualizar vídeos, que são vistos sem necessidade de forma <em>off-line</em>. Como cada edição possui poucas páginas, o <em>download</em> não é demorado;</li>
<li>Visualização em miniatura de todas as páginas, lembrando o <em>browser</em> das publicações finalizadas com o Adobe Digital Publishing Suite.</li>
</ul>
</div>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>EQUIPE<br />
Editora responsável:</strong> Adriana Barsotti<br />
<strong>Editora:</strong> Maria Fernanda Delmas<br />
<strong>Editor-assistente:</strong> Aydano André Motta<br />
<strong>Repórteres:</strong> Flávio Tabak, Hugo Naidin, Paulo Junior, Thais Lobo e Thiago Jansen<br />
<strong>Diagramadores:</strong> Flavio Souto, Raquel Cordeiro e Télio Navega<br />
<strong>Coordenador de imagens multimídia:</strong> Paulo Moreira</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Louis Silverstein (1919-2011)</title>
		<link>http://rodrigocunha.jor.br/blog/index.php/2011/12/07/louis-silverstein-1919-2011/</link>
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		<pubDate>Wed, 07 Dec 2011 18:14:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rodrigo Cunha</dc:creator>
				<category><![CDATA[Design Editorial]]></category>
		<category><![CDATA[Jornais]]></category>
		<category><![CDATA[design]]></category>
		<category><![CDATA[diagramação]]></category>
		<category><![CDATA[História]]></category>
		<category><![CDATA[Jornalismo]]></category>

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		<description><![CDATA[O início do mês foi marcado pela notícia da morte do diretor de arte Louis Silverstein, aos 92 anos, no último dia 1º/12. Ele foi um dos responsáveis pelas principais mudanças gráficas ocorridas no The New York Times. entre os anos de 1967 a 1985, e considerados por muitos profissionais como o pai do design moderno de jornais. Um de seus primeiros trabalhos foi a primeira página da edição que noticiava a chegada do homem à Lua, em 1969. Depois disso, foram mais mudanças gráficas, tais como o aumento no tamanho das letras para permitir melhor legibilidade dos textos, redução de 8 para 6 colunas na capa em1976 e o aumento de recursos gráficos para atrair leitores mais jovens, capturados pela chegada da televisão. Segundo o Times, especialistas gráficos, consultados em pesquisa da Advertising Age em 1984, afirmaram ter sido Silverstein quem influenciou o redesenho de diversos jornais espalhados por todos os Estados Unidos. Antes mesmo de assumir a direção de arte do jornal, Silverstein foi um pintor, diretor de arte em agências de publicidade e também da revista Amerika, produzida pelo Departamento de Estado americano e distribuída na Rússia. No jornal, também trabalhou criando anúncios para a seção de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_1896" class="wp-caption alignnone" style="width: 430px"><a href="http://rodrigocunha.jor.br/blog/wp-content/uploads/2011/12/SILVERSTEIN1-obit-articleLarge-v2.jpg"><img class="size-full wp-image-1896 " title="SILVERSTEIN1-obit-articleLarge-v2" src="http://rodrigocunha.jor.br/blog/wp-content/uploads/2011/12/SILVERSTEIN1-obit-articleLarge-v2.jpg" alt="" width="420" height="276" /></a><p class="wp-caption-text">O diretor de arte Silverstein desenhando uma página em 1981 (Foto: Arquivo/The New York Times)</p></div>
<p>O início do mês foi marcado pela notícia da morte do diretor de arte <strong>Louis Silverstein</strong>, aos 92 anos, no último dia 1º/12. Ele foi um dos responsáveis pelas principais mudanças gráficas ocorridas no <a href="http://www.nytimes.com" target="_blank">The New York Times</a>. entre os anos de 1967 a 1985, e considerados por muitos profissionais como o pai do design moderno de jornais.</p>
<p>Um de seus primeiros trabalhos foi a primeira página da edição que noticiava a chegada do homem à Lua, em 1969. Depois disso, foram mais mudanças gráficas, tais como o aumento no tamanho das letras para permitir melhor legibilidade dos textos, redução de 8 para 6 colunas na capa em1976 e o aumento de recursos gráficos para atrair leitores mais jovens, capturados pela chegada da televisão.</p>
<p>Segundo <em><a href="http://www.nytimes.com/2011/12/02/nyregion/louis-silverstein-times-art-director-dies-at-92.html" target="_blank">o Times</a></em>, especialistas gráficos, consultados em pesquisa da <strong>Advertising Age</strong> em 1984, afirmaram ter sido Silverstein quem influenciou o redesenho de diversos jornais espalhados por todos os Estados Unidos.</p>
<div id="attachment_1897" class="wp-caption alignnone" style="width: 430px"><a href="http://rodrigocunha.jor.br/blog/wp-content/uploads/2011/12/SILVERSTEIN4-obit-popup.jpg"><img class="size-full wp-image-1897 " title="SILVERSTEIN4-obit-popup" src="http://rodrigocunha.jor.br/blog/wp-content/uploads/2011/12/SILVERSTEIN4-obit-popup.jpg" alt="" width="420" height="282" /></a><p class="wp-caption-text">Páginas do The Times durante mudanças promovidas por Louis Silverstein (Foto: Reprodução/The New York Times)</p></div>
<p>Antes mesmo de assumir a direção de arte do jornal, Silverstein foi um pintor, diretor de arte em agências de publicidade e também da revista <em>Amerika</em>, produzida pelo Departamento de Estado americano e distribuída na Rússia. No jornal, também trabalhou criando anúncios para a seção de classificados.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Extra lança capa baseada em história em quadrinhos</title>
		<link>http://rodrigocunha.jor.br/blog/index.php/2011/11/24/extra-lanca-capa-baseada-em-historia-em-quadrinhos/</link>
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		<pubDate>Thu, 24 Nov 2011 21:49:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rodrigo Cunha</dc:creator>
				<category><![CDATA[Design Editorial]]></category>
		<category><![CDATA[Ilustração]]></category>
		<category><![CDATA[Jornais]]></category>
		<category><![CDATA[design]]></category>
		<category><![CDATA[diagramação]]></category>
		<category><![CDATA[hq]]></category>

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		<description><![CDATA[Para contar os bastidores da ocupação da polícia no Complexo do Alemão, no Rio de Janeiro, que ocorreu há um ano, o jornal Extra decidiu utilizar o recurso do design de história em quadrinhos, que inclusive modificou o layout das chamadas de capa e o logotipo do veículo na edição de hoje (24/11). O jornal também lançou uma versão em vídeo dos quadrinhos recontando a ocupação em uma das maiores comunidades da cidade e, na edição impressa, a revista em quadrinhos com 16 páginas coloridas. Os desenhos são do ilustrador e quadrinista Allan Alex e o roteiro final de João Arruda. O trabalho movimento uma equipe de aproximadamente dez pessoas, sob orientação do Prof. Aristides Dutra, mestre em Jornalismo em Quadrinhos pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) (com informações do site Riocomicom).]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://rodrigocunha.jor.br/blog/wp-content/uploads/2011/11/BRA^RJ_EX.jpg"><img class="alignnone size-large wp-image-1829" title="BRA^RJ_EX" src="http://rodrigocunha.jor.br/blog/wp-content/uploads/2011/11/BRA^RJ_EX-627x1024.jpg" alt="" width="417" height="680" /></a></p>
<p>Para contar os bastidores da ocupação da polícia no Complexo do Alemão, no Rio de Janeiro, que ocorreu há um ano, o <strong><a href="http://extra.globo.com/casos-de-policia/pacificacao-do-alemao-veja-versao-em-video-dos-quadrinhos-que-mostram-os-bastidores-da-ocupacao-3309937.html" target="_blank">jornal Extra</a></strong> decidiu utilizar o recurso do design de história em quadrinhos, que inclusive modificou o <em>layout</em> das chamadas de capa e o logotipo do veículo na edição de hoje (24/11).</p>
<p>O jornal também lançou uma versão em vídeo dos quadrinhos recontando a ocupação em uma das maiores comunidades da cidade e, na edição impressa, a revista em quadrinhos com 16 páginas coloridas. Os desenhos são do ilustrador e quadrinista <strong>Allan Alex </strong>e o roteiro final de <strong>João Arruda</strong>. O trabalho movimento uma equipe de aproximadamente dez pessoas, sob orientação do <strong>Prof. Aristides Dutra</strong>, mestre em Jornalismo em Quadrinhos pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) <em><a href="http://www.riocomicon.com.br/index.php/ocupacao-do-alemao-ano-um/" target="_blank">(com informações do site Riocomicom)</a></em>.</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
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		<title>Mapeando a circulação dos jornais no mundo</title>
		<link>http://rodrigocunha.jor.br/blog/index.php/2011/11/19/mapeando-a-circulacao-dos-jornais-no-mundo/</link>
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		<pubDate>Sat, 19 Nov 2011 21:30:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rodrigo Cunha</dc:creator>
				<category><![CDATA[Infografia]]></category>
		<category><![CDATA[Jornais]]></category>
		<category><![CDATA[infografia]]></category>
		<category><![CDATA[jornal]]></category>
		<category><![CDATA[Jornalismo]]></category>

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		<description><![CDATA[O mapa desenvolvido por pesquisadores da Oxford Internet Institute, e divulgado no site Visualizing Data, permite visualizar os dados sobre a circulação dos principais jornais no mundo e o número de diários impressos per capita. Os pesquisadores combinaram as fontes de dados de 2005 do Banco Mundial, com o número de jornais impressos (tiragem) para cada mil pessoas, e do site Newspapers24.com, com a relação dos 100 jornais com maior circulação no mundo. É possível visualizar que em países da Escandinávia e no Japão contam com mais jornais per capita (com informações do blog do GJOL).]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://rodrigocunha.jor.br/blog/wp-content/uploads/2011/11/ScreenHunter_27-Nov.-18-12.42.gif"><img class="alignnone size-large wp-image-1818" title="ScreenHunter_27 Nov. 18 12.42" src="http://rodrigocunha.jor.br/blog/wp-content/uploads/2011/11/ScreenHunter_27-Nov.-18-12.42-1024x557.gif" alt="" width="595" height="323" /></a></p>
<p>O mapa desenvolvido por pesquisadores da <strong>Oxford Internet Institute</strong>, e <a href="http://www.oii.ox.ac.uk/vis/?id=4e3c0222" target="_blank">divulgado no site Visualizing Data</a>, permite visualizar os dados sobre a circulação dos principais jornais no mundo e o número de diários impressos <em>per capita</em>. Os pesquisadores combinaram as fontes de dados de 2005 do <strong>Banco Mundial</strong>, com o número de jornais impressos (tiragem) para cada mil pessoas, e do site <strong>Newspapers24.com</strong>, com a relação dos 100 jornais com maior circulação no mundo. É possível visualizar que em países da <strong>Escandinávia</strong> e no <strong>Japão</strong> contam com mais jornais per capita <strong><a href="http://gjol.blogspot.com/2011/11/mapeando-as-tiragens-de-jornais.html" target="_blank">(com informações do blog do GJOL)</a></strong>.</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
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		<title>Modelos de interfaces de edições digitais para tablets</title>
		<link>http://rodrigocunha.jor.br/blog/index.php/2011/09/23/modelos-de-interfaces-de-edicoes-digitais-em-tablets/</link>
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		<pubDate>Fri, 23 Sep 2011 03:06:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rodrigo Cunha</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cibercultura]]></category>
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		<description><![CDATA[Neste primeiro ano de jornais e revistas em tablets, ao menos quatro modelos de interfaces foram apresentados ao usuário para acesso e organização das notícias. Alguns são mais explorados por certos tipos de veículos. E, atualmente, a tendência é de cada vez mais publicações investindo em HTML5, do que propriamente construir aplicativos e submeter às apps stores. Esta classificação se trata de algo provisório, que ainda estou testando para definição destes modelos na pesquisa de mestrado, mas creio que esta classificação dê conta das mais diversas maneiras de distribuição de notícias por meio do dispositivo móvel. Vamos discutir! 1) Modelo de edição online para tablet Este é mais comum em aplicativos de portais de notícias ou de jornais, que tornam o imediatismo como uma de suas características. Neste tipo de modelo, é criada uma interface específica para o tablet com as mesmas notícias que são atualizadas na versão online na internet. São atualizados diversas vezes ao dia, acompanhando o portal, e podem ser acessadas direto do aplicativo, copiadas e compartilhadas em redes sociais. Também é possível ter acesso a vídeos, áudios ou galerias de imagem, que também existem em seus respectivos portais. Exemplos desde modelo podem ser encontrados em aplicativos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Neste primeiro ano de jornais e revistas em <em>tablets</em>, ao menos quatro modelos de interfaces foram apresentados ao usuário para acesso e organização das notícias. Alguns são mais explorados por certos tipos de veículos. E, atualmente, a tendência é de cada vez mais publicações investindo em HTML5, do que propriamente construir aplicativos e submeter às <em>apps stores</em>.</p>
<p>Esta classificação se trata de algo provisório, que ainda estou testando para definição destes modelos na pesquisa de mestrado, mas creio que esta classificação dê conta das mais diversas maneiras de distribuição de notícias por meio do dispositivo móvel. Vamos discutir!</p>
<p><strong>1) Modelo de edição online para <em>tablet<br />
</em></strong>Este é mais comum em aplicativos de portais de notícias ou de jornais, que tornam o imediatismo como uma de suas características. Neste tipo de modelo, é criada uma interface específica para o tablet com as mesmas notícias que são atualizadas na versão online na internet. São atualizados diversas vezes ao dia, acompanhando o portal, e podem ser acessadas direto do aplicativo, copiadas e compartilhadas em redes sociais. Também é possível ter acesso a vídeos, áudios ou galerias de imagem, que também existem em seus respectivos portais.</p>
<div id="attachment_1705" class="wp-caption alignnone" style="width: 310px"><a href="http://rodrigocunha.jor.br/blog/wp-content/uploads/2011/09/IMG_0842.png"><img class="size-medium wp-image-1705 " title="IMG_0842" src="http://rodrigocunha.jor.br/blog/wp-content/uploads/2011/09/IMG_0842-300x225.png" alt="" width="300" height="225" /></a><p class="wp-caption-text">A página inicial do aplicativo da Folha de S.Paulo é exemplo do modelo de edição digital online para tablet</p></div>
<p>Exemplos desde modelo podem ser encontrados em aplicativos como da <em>Folha.com</em>, <em>Estadão</em>, <em>O Globo Online</em>, <em>G1</em> e <em>BandNews</em>. Dificilmente, as revistas trabalham com este tipo de modelo, até mesmo porque adotam a mesma ideia de notícia aprofundada, portanto, seguindo a mesma lógica de distribuição de seus impressos.</p>
<p><strong>2) Modelo de edição digital estática<br />
</strong>Este modelo poderia ser enquadrado em aplicativos de bancas digitais, porém são comercializados a partir de aplicativos próprios, que podem vir acompanhados de uma edição online. É mais comum em jornais, como <em>O Globo</em> e <em>Correio Braziliense</em>, onde são publicadas a mesma edição, com a mesma diagramação, porém não adaptadas para os recursos dos dispositivos móveis. O mecanismo é semelhante das edições para a tela do computador: é possível folhear as páginas, ampliar para leitura e até mesmo compartilhar páginas para enviar pelo e-mail. Ao contrário do primeiro modelo, também é possível que tenha hipertextualidade ou busca, possibilitando acesso rápido as notícias que estão nas páginas internas, mas que ainda assim reproduzem a mesma aparência de suas irmãs impressas.</p>
<div id="attachment_1706" class="wp-caption alignnone" style="width: 310px"><a href="http://rodrigocunha.jor.br/blog/wp-content/uploads/2011/09/IMG_0844.png"><img class="size-medium wp-image-1706 " title="IMG_0844" src="http://rodrigocunha.jor.br/blog/wp-content/uploads/2011/09/IMG_0844-300x225.png" alt="" width="300" height="225" /></a><p class="wp-caption-text">O aplicativo Kiosko y Más reúne diversos jornais e revistas da Espanha, mas os disponibiliza praticamente num formato semelhante ao PDF e na mesma diagramação do impresso.</p></div>
<p><strong>3) Modelo de edição digital dinâmica<br />
</strong>É o modelo mais comum entre os aplicativos de revista. São edições que não deixam de acompanhar o mesmo ritmo de circulação das edições impressas, mas apresentam um novo produto para o tablet. Mesclam a diagramação editorial com elementos multimídia, de interatividade, de hipertextualidade. Também podem ser lidos nas duas formas de orientação: vertical e horizontal. Exploram a possibilidade de imagens em panorama, em 360º e animadas. Algumas trabalham com páginas que precisam de atualização online, como os <em>tweets</em> mais recentes no perfil da revista ou a possibilidade de enviar um e-mail para a redação, mesmo havendo casos raros.</p>
<div id="attachment_1707" class="wp-caption alignnone" style="width: 310px"><a href="http://rodrigocunha.jor.br/blog/wp-content/uploads/2011/09/IMG_0843.png"><img class="size-medium wp-image-1707" title="IMG_0843" src="http://rodrigocunha.jor.br/blog/wp-content/uploads/2011/09/IMG_0843-300x225.png" alt="" width="300" height="225" /></a><p class="wp-caption-text">A Wired é um bom exemplo de uma edição digital dinâmica, que utiliza os diversos recursos possibilitados pelo tablet</p></div>
<p>Dentro dos aplicativos é possível comprar, baixar e armazenar, assim como realizar assinaturas para ter acesso a todas as edições dentro do período contratado (ver mais em 3.7). No Brasil, este tipo de modelo é aplicado por editoras como Abril, Globo e Época, que utilizam plataforma de terceiros – como <em>Adobe</em> e <em>WoodWing</em>, descritos no capítulo anterior – como interfaces semelhantes e um número limitado de recursos. Mais recentemente, os jornais têm procurado explorar também este modelo, a exemplo de <em>O Estado de S.Paulo</em> e a <em>Gazeta do Povo</em>, do Paraná, que possuem edições exclusivas e interativas para o iPad, com o mesmo conteúdo da edição impressa, mas interface exclusiva. Estes últimos acabam explorando melhor os recursos por permitir acessibilidade (ampliar/reduzir textos) e de interatividade (enviar um e-mail para o repórter, compartilhar a notícia por e-mail).</p>
<p><strong>4) Modelos de revistas em HTML5<br />
</strong>Desde maio de 2011, com o lançamento da revista digital alemã <em>Aside Mag</em>, pelos editores Nico Engelhardt e Johannes Ippen, surgiu mais um modelo de publicação para tablet, desenvolvido na linguagem HTML5, sem a necessidade de instalação de aplicativo ou de ocupar a memória interna do dispositivo. A revista é lida de forma online com recursos que lembram a leitura de um aplicativo, tais como menus, itens de navegação e hiperlinks.</p>
<div id="attachment_1708" class="wp-caption alignnone" style="width: 310px"><a href="http://rodrigocunha.jor.br/blog/wp-content/uploads/2011/09/IMG_0845.png"><img class="size-medium wp-image-1708" title="IMG_0845" src="http://rodrigocunha.jor.br/blog/wp-content/uploads/2011/09/IMG_0845-300x225.png" alt="" width="300" height="225" /></a><p class="wp-caption-text">A Aside Mag é exemplo de publicação construída em HTML5; o grande problema ainda é a lentidão na manipulação das páginas</p></div>
<p>Tal modelo se tornou uma saída para que algumas publicações pudessem lançar suas versões para o iPad sem passar pelo controle da Apple dentro de sua App Store. Um exemplo é a revista masculina <em>Playboy</em>, que lançou todo seu acervo de revistas, desde 1953, sem censura de nudez, na versão em HTML5. Outro caso é o do jornal <em>Financial Times</em>, que possuía aplicativo na loja da Apple, mas decidiu retirar por não concordar com a política de cobrança da empresa californiana e criou sua própria versão dentro deste modelo.</p>
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