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	<title>Papel DigitalRevistas | Papel Digital</title>
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	<description>Blog sobre jornalismo visual, design e coisas afins</description>
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		<title>Dissertação sobre o design de revistas e tablets</title>
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		<pubDate>Mon, 23 Jan 2012 14:18:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rodrigo Cunha</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Publiquei recentemente, na íntegra, a dissertação que apresentei como conclusão do curso de mestrado em Comunicação e Cultura Contemporâneas, na Universidade Federal da Bahia (UFBA). O trabalho foi apresentado em novembro de 2011, mas já estava escrevendo há cerca de um ano antes. Na verdade, é uma abordagem inicial sobre como as revistas &#8211; tanto brasileiras como estrangeiras &#8211; estão se aventurando no novo mercado dos tablets. Fixei-me especificamente sobre a interface e suas principais tendências. No que remete ao design editorial, pouca coisa mudou com relação ao já desenvolvido pelas edições impressas, até mesmo porque é o modelo que se pode basear. Porém, existem as funcionalidades permitidas pelos dispositivos móveis, como os elementos multimídia e gestos e toques na tela touchscreen. Pensei que deveria publicar em livro, mas estou pensando em elaborar um novo texto para um dia poder publicar.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Publiquei recentemente, na íntegra, a dissertação que apresentei como conclusão do curso de mestrado em <strong><a href="http://www.poscom.ufba.br" target="_blank">Comunicação e Cultura Contemporâneas</a></strong>, na Universidade Federal da Bahia (UFBA). O trabalho foi apresentado em novembro de 2011, mas já estava escrevendo há cerca de um ano antes. Na verdade, é uma abordagem inicial sobre como as revistas &#8211; tanto brasileiras como estrangeiras &#8211; estão se aventurando no novo mercado dos <em>tablets</em>.</p>
<p>Fixei-me especificamente sobre a interface e suas principais tendências. No que remete ao <em>design</em> editorial, pouca coisa mudou com relação ao já desenvolvido pelas edições impressas, até mesmo porque é o modelo que se pode basear. Porém, existem as funcionalidades permitidas pelos dispositivos móveis, como os elementos multimídia e gestos e toques na tela <em>touchscreen</em>. Pensei que deveria publicar em livro, mas estou pensando em elaborar um novo texto para um dia poder publicar.</p>
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		<title>Conheça os sistemas de publicação digital</title>
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		<pubDate>Tue, 03 Jan 2012 02:44:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rodrigo Cunha</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cibercultura]]></category>
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		<description><![CDATA[Em tão pouco tempo, o mercado de tablets recebeu um número considerável de modelos e sistemas operacionais. Mesmo se tratando de um mesmo sistema, como é o caso dos dispositivos que rodam o Android, ainda existe a diferenciação de formato. Para as revistas integradas a este mercado é interessante entregar o produto no maior número de dispositivos e sistemas disponíveis comercialmente. Para isso, diversas empresas apresentaram soluções de sistemas de publicação, para automatizar o processo de envio da edição digital para os diferentes padrões e formatos, integrando ao fluxo de trabalho já conhecido pelos editores e diagramadores do impresso. Vou aproveitar o post para apresentar os principais produtos utilizado pelas editoras. Digital Publishing Suite A Adobe lançou esta solução oficialmente no último quadrimestre de 2011. Entre as publicações que utilizam o DPS estão a Wired, The New Yorker e a brasileira Época. Com o sistema é possível produzir, editar e distribuir o conteúdo para tablets e e-readers (livros eletrônicos). O Digital Publishing Suite integra a suíte Adobe CS5.5 e instala plug-ins integrados a interface do programa de editoração InDesign. Alguns outros produtos também complementam o pacote: Production Service (editoração), Distribuition Service (distribuição e hospedagem), E-commerce Service (administração de assinaturas e vendas nas lojas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Em tão pouco tempo, o mercado de <em>tablets</em> recebeu um número considerável de modelos e sistemas operacionais. Mesmo se tratando de um mesmo sistema, como é o caso dos dispositivos que rodam o Android, ainda existe a diferenciação de formato. Para as revistas integradas a este mercado é interessante entregar o produto no maior número de dispositivos e sistemas disponíveis comercialmente.</p>
<p>Para isso, diversas empresas apresentaram soluções de sistemas de publicação, para automatizar o processo de envio da edição digital para os diferentes padrões e formatos, integrando ao fluxo de trabalho já conhecido pelos editores e diagramadores do impresso. Vou aproveitar o post para apresentar os principais produtos utilizado pelas editoras.</p>
<p><strong>Digital Publishing Suite</strong><br />
A <a href="http://www.adobe.com/solutions/digital-publishing.html" target="_blank">Adobe</a> lançou esta solução oficialmente no último quadrimestre de 2011. Entre as publicações que utilizam o DPS estão a <em>Wired</em>, <em>The New Yorker</em> e a brasileira <em>Época</em>. Com o sistema é possível produzir, editar e distribuir o conteúdo para <em>tablets</em> e <em>e-readers</em> (livros eletrônicos).</p>
<div id="attachment_1945" class="wp-caption alignnone" style="width: 501px"><a href="http://rodrigocunha.jor.br/blog/wp-content/uploads/2012/01/Untitled-1.jpg"><img class=" wp-image-1945  " title="Untitled-1" src="http://rodrigocunha.jor.br/blog/wp-content/uploads/2012/01/Untitled-1.jpg" alt="" width="491" height="369" /></a><p class="wp-caption-text">Interface do Adobe Content Viewer</p></div>
<p>O Digital Publishing Suite integra a suíte <strong>Adobe CS5.5</strong> e instala plug-ins integrados a interface do programa de editoração InDesign. Alguns outros produtos também complementam o pacote: <strong>Production Service</strong> (editoração), <strong>Distribuition Service</strong> (distribuição e hospedagem), <strong>E-commerce Service</strong> (administração de assinaturas e vendas nas lojas de aplicativos) e o <strong>Analytics Service</strong> (acompanhamento do número de acessos e downloads).</p>
<p>Apesar de não haver intemediação direta com as lojas de aplicativos como a App Store, Android Market ou BlackBerry App World, a Adobe cobra uma taxa para manter estes arquivos hospedados (valores inacessíveis para o usuário comum).</p>
<p>Os arquivos digitais gerados pelo sistema transformam-se na <strong>extensão .folio</strong>, podendo abrir uma camada de interatividade, que sobrepõe os elementos não-interativos, achatados. Por esta razão, surgem alguns problemas: impossibilidade de selecionar textos, dificuldade de criar <em>hiperlinks</em> ou falta de recursos de acessibilidade. O sistema também suporta a linguagem padrão da Apple (Objective-C) e o HTML5.</p>
<p><strong>Atex Tablet Publishing</strong><br />
A empresa <a href="http://www.atex.com/solutions/tablet-publishing" target="_blank">Atex Group</a> desenvolveu um sistema diferente da Adobe, com outro programa de editoração criado pela empresa, chamado <strong>Newsroom</strong> (uma alternativa ao InDesign). além de outros produtos como o <strong>Atex Content</strong> e o <strong>Polopoly</strong>.</p>
<div id="attachment_1946" class="wp-caption alignnone" style="width: 501px"><a href="http://rodrigocunha.jor.br/blog/wp-content/uploads/2012/01/atex.jpg"><img class="size-full wp-image-1946" title="atex" src="http://rodrigocunha.jor.br/blog/wp-content/uploads/2012/01/atex.jpg" alt="" width="491" height="306" /></a><p class="wp-caption-text">Site de apresentação do produto da Atex Group</p></div>
<p>A solução da empresa britânica utiliza a inteface criada em HTML5 e JSON para o administrar o envio da publicação digital. O sistema suporta também arquivos em JavaScript e CSS. O sistema de publicação da Atex permite enviar revistas para iOS e Android, além de<em> mobile sites</em> em HTML5.</p>
<p><strong>CAOS</strong><br />
Assim como o Digital Publishing Suite, o sistema CAOS, desenolvido pela empresa dinamarquesa <a href="http://www.magpeople.com/w/?p=246" target="_blank">CCI Magazine</a>, instala plug-ins no programa <strong>InDesign</strong>. A solução utiliza linguagens em XML e HTML5. Com o produto, é possível acompanhar todas as etapas do processo de planejamento, produção e saída da revista para o formato digital. Os arquivos são armazenados e organizados na forma de pastas dentro de um servidor local, o qual também abriga o banco de dados.</p>
<p>O CAOS permite o controle na publicação <em>on-line</em> de cada página, porém não acompanha um sistema de estatísticas semelhante ao Adobe DPS.</p>
<p><strong>Enterprise Publishing System</strong><br />
Desenvolvida pela <a href="http://woodwing.com/en/tablet-publishing-overview" target="_blank">WoodWing</a>, o Enterprise Publishing System foi adotado por editoras como a <em>Time Inc.</em> e a brasileira <em>Abril</em>. Também integra todo o processo de produção, envolvendo <em>designers</em>, jornalistas e editores, para o fechamento de cada edição digital.</p>
<div id="attachment_1947" class="wp-caption alignnone" style="width: 501px"><a href="http://rodrigocunha.jor.br/blog/wp-content/uploads/2012/01/wood.jpg"><img class="size-full wp-image-1947" title="wood" src="http://rodrigocunha.jor.br/blog/wp-content/uploads/2012/01/wood.jpg" alt="" width="491" height="314" /></a><p class="wp-caption-text">Interface de organização das páginas do Woodwing Enterprise</p></div>
<p>O processo de produção, desde o planejamento, coleta de material, edição, seleção, é acompanhado por meio da <strong>Content Station</strong>, uma interface desenvolvida em PHP. Pelo sistema é possível distribuir o material para a <em>web</em>, impresso, dispositivos móveis, <em>e-readers</em> e até nas plataformas de rede social, como o Facebook. No momento, o sistema suporta aplicativos para iOS, leitores com sistema Adobe AIR e HTML5.</p>
<p><strong>Resumo</strong><br />
O HTML5 acaba sendo a &#8216;bola da vez&#8217; até mesmo pelos sitemas de publicação de conteúdo digital. Todos os citados dão suporte a linguagem apesar de também adotar os aplicativos. Algumas diferenças peculiares estão na apresentação de estatísticas e na possibilidade de acompanhar todas as etapas do processo de edição.</p>
<p>A maioria dos sitemas citados utiliza linguagens de uso padrão como o XML, JSON, HTML5. A Adobe, porém, criou o .folio, mais ricos que os demais por abrigar uma ampla quantidade de recursos. Ainda assim, a linguagem é vista como formato aberto, pois é inteiramente baseada nestes padrões citados anteriormente. Segue abaixo uma tabela retirada de pesquisa de Anna Haeger (2011):</p>
<p><a href="http://rodrigocunha.jor.br/blog/wp-content/uploads/2012/01/tabela.jpg"><img class="alignnone  wp-image-1944" title="degreeproject_A.HaegerSenast" src="http://rodrigocunha.jor.br/blog/wp-content/uploads/2012/01/tabela.jpg" alt="" width="511" height="569" /></a></p>
<p><strong>Referência<br />
</strong>ADOBE. <strong>Using Digital Publishing Suite.</strong> Adobe: California, 2011. Disponível em &lt;<a href="http://tinyurl.com/65ljqu4" target="_blank">http://tinyurl.com/65ljqu4</a>&gt;.</p>
<p>FIDLER, R. <strong>Mediamorphosis:</strong> undestanding new media. California: Pine Forge Press, 2007.</p>
<p>RAEGER, A. <strong>Publishing solutions for tablets and e-readers.</strong> Dissertação (Mestrado em Tecnologia da Mídia), Royal Institute of Technology, Estocolmo, 2011. Disponível em &lt;<a href="http://tinyurl.com/6sxrdc2" target="_blank">http://tinyurl.com/6sxrdc2</a>&gt;.</p>
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		<title>Revista Super com três capas em dezembro</title>
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		<pubDate>Thu, 24 Nov 2011 21:20:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rodrigo Cunha</dc:creator>
				<category><![CDATA[Design Editorial]]></category>
		<category><![CDATA[Ilustração]]></category>
		<category><![CDATA[Revistas]]></category>
		<category><![CDATA[design]]></category>
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		<description><![CDATA[A edição de dezembro da revista Superinteressante, cujo tema é &#8220;Apocalipse: o mundo tem data para acabar?&#8221;, circulará com três opções de capa: uma ilustração do Pão de Açúcar para os leitores do Rio de Janeiro, o do MASP para as bancas de São Paulo e a do Congresso Nacional sendo destruído para Brasília e o restante do País. Três ilustradores trabalharam no desenvolvimento das capas: Otavio Silveira (Rio e Brasília), Luiz Iria (Brasília) e Fabricio Lopes (São Paulo). A edição de arte ficou por conta de Jorge Oliveira e Renata Steffen. Em breve, a edição estará disponível nas bancas e também nos aplicativos da revista para tablet, no qual será possível ver as três versões. Saiba mais sobre o passo a passo da criação das capas.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://rodrigocunha.jor.br/blog/wp-content/uploads/2011/11/super.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-1822" title="super" src="http://rodrigocunha.jor.br/blog/wp-content/uploads/2011/11/super.jpg" alt="" width="629" height="270" /></a></p>
<p>A edição de dezembro da revista <strong><a href="http://super.abril.com.br/" target="_blank">Superinteressante</a></strong>, cujo tema é &#8220;Apocalipse: o mundo tem data para acabar?&#8221;, circulará com três opções de capa: uma ilustração do Pão de Açúcar para os leitores do Rio de Janeiro, o do MASP para as bancas de São Paulo e a do Congresso Nacional sendo destruído para Brasília e o restante do País.</p>
<p>Três ilustradores trabalharam no desenvolvimento das capas: <strong>Otavio Silveira</strong> (Rio e Brasília), <strong>Luiz Iria</strong> (Brasília) e <strong>Fabricio Lopes</strong> (São Paulo). A edição de arte ficou por conta de <strong>Jorge Oliveira</strong> e <strong>Renata Steffen</strong>. Em breve, a edição estará disponível nas bancas e também nos aplicativos da revista para <em>tablet</em>, no qual será possível ver as três versões. <a href="http://super.abril.com.br/blogs/superblog/como-foram-feitas-as-capas-do-apocalipse/" target="_blank">Saiba mais sobre o passo a passo da criação das capas.</a></p>
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		<title>Novos tablets e negociações com editoras</title>
		<link>http://rodrigocunha.jor.br/blog/index.php/2011/11/17/novos-tablets-e-negociacoes-com-editoras/</link>
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		<pubDate>Fri, 18 Nov 2011 02:32:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rodrigo Cunha</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cibercultura]]></category>
		<category><![CDATA[Revistas]]></category>
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		<description><![CDATA[O mercado de tablets esta semana recebeu duas novidades: o lançamento do Kindle Fire, da Amazon (US$ 199), e o do NOOK Tablet, da Barnes &#38; Noble (US$ 249). Cada modelo está oferecendo ao usuário algumas revistas para ser baixadas em suas respectivas bancas virtuais. A Condé Nast conseguiu emplacar algumas de seus títulos em ambos os tablets, tais como a Brides, Glamour, The New Yorker, Vanity Fair e Wired. Para o NOOK Tablet, os assinantes das edições impressas terão acesso gratuito a versão digital. Os novos assinantes poderão baixar as edições gratuitamente nos 14 primeiros dias. Quanto ao Kindle Fire, as negociações com a editora Time Inc., que edita a Time, Fortune e Sports Illustrated, demoraram algumas semanas. A principal justificativa está na política de cobrança adotada pela Amazon: reduzir o preço da revista ou mesmo oferecer gratuitamente, algo temido pelos editores, inclusive das concorrentes Condé Nast, Hearst e Meredith. Ao contrário das versões para iPad e tablets com Android, os consumidores que queiram ter acesso às revistas para o Kindle Fire terão de pagar um preço único no site da Amazon e obter tanto a cópia digital quanto impressa das publicações. &#160;]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_1799" class="wp-caption alignnone" style="width: 310px"><a href="http://rodrigocunha.jor.br/blog/wp-content/uploads/2011/11/NookTablet4_large_large.jpg"><img class="size-full wp-image-1799" title="NookTablet4_large_large" src="http://rodrigocunha.jor.br/blog/wp-content/uploads/2011/11/NookTablet4_large_large.jpg" alt="" width="300" height="250" /></a><p class="wp-caption-text">NOOK Tablet, da Barnes &amp; Noble</p></div>
<p>O mercado de tablets esta semana recebeu duas novidades: o lançamento do <strong>Kindle Fire</strong>, <a href="http://www.amazon.com/dp/B0051VVOB2" target="_blank">da Amazon</a> (US$ 199), e o do <strong>NOOK Tablet</strong>, da <a href="http://www.barnesandnoble.com/p/nook-tablet-barnes-noble/1104687969" target="_blank">Barnes &amp; Noble</a> (US$ 249). Cada modelo está oferecendo ao usuário algumas revistas para ser baixadas em suas respectivas bancas virtuais. A <strong>Condé Nast</strong> conseguiu emplacar algumas de seus títulos em ambos os <em>tablets</em>, tais como a <em>Brides</em>, <em>Glamour</em>, <em>The New Yorker</em>, <em>Vanity Fair</em> e <em>Wired</em>.</p>
<p>Para o NOOK Tablet, os assinantes das edições impressas <a href="http://www.theverge.com/2011/11/16/2566282/kindle-fire-nook-tablet-newsstand-time-conde-nast" target="_blank">terão acesso gratuito</a> a versão digital. Os novos assinantes poderão baixar as edições gratuitamente nos 14 primeiros dias. Quanto ao Kindle Fire, as negociações com a editora <strong>Time Inc.</strong>, que edita a <em>Time</em>, <em>Fortune</em> e <em>Sports Illustrated</em>, <a href="http://allthingsd.com/20111115/time-inc-magazines-make-it-to-the-kindle-fire-after-all/" target="_blank">demoraram algumas semanas</a>. A principal justificativa está na política de cobrança adotada pela Amazon: reduzir o preço da revista ou mesmo oferecer gratuitamente, algo temido pelos editores, inclusive das concorrentes Condé Nast, Hearst e Meredith.</p>
<p>Ao contrário das versões para iPad e tablets com Android, os consumidores que queiram ter acesso às revistas para o Kindle Fire terão de pagar um preço único no site da Amazon e obter tanto a cópia digital quanto impressa das publicações.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Conceito de interatividade em revista para tablet</title>
		<link>http://rodrigocunha.jor.br/blog/index.php/2011/11/07/conceito-de-interatividade-no-ipad/</link>
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		<pubDate>Tue, 08 Nov 2011 01:00:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rodrigo Cunha</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cibercultura]]></category>
		<category><![CDATA[Jornalismo]]></category>
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		<description><![CDATA[Na semana passada, apresentei, junto com meu colega de mestrado Rodrigo Martins, um artigo sobre a interatividade no iPad e algumas considerações sobre o conceito e as características do jornalismo digital. O texto, publicado nos anais do 9º Encontro Nacional de Pesquisadores em Jornalismo (SBPJor), ocorrido na ECO-UFRJ, no Rio de Janeiro, questiona as limitações das ferramentas de publicação de revistas para tablet e as distinções entre interação mútua e reativa e sua relevância no desenvolvimento destes produtos jornalísticos contemporâneos. Para ler o texto completo basta clicar aqui. &#160; &#160;]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Na semana passada, apresentei, junto com meu colega de mestrado <strong><a href="http://valoresnoticia.wordpress.com/" target="_blank">Rodrigo Martins</a></strong>, um artigo sobre a interatividade no iPad e algumas considerações sobre o conceito e as características do jornalismo digital. O texto, publicado nos anais do <strong><a href="http://www.sbpjor.org.br/9encontro/" target="_blank">9º Encontro Nacional de Pesquisadores em Jornalismo (SBPJor)</a></strong>, ocorrido na ECO-UFRJ, no Rio de Janeiro, questiona as limitações das ferramentas de publicação de revistas para <em>tablet</em> e as distinções entre interação mútua e reativa e sua relevância no desenvolvimento destes produtos jornalísticos contemporâneos. <a href="http://www.rodrigocunha.jor.br/textos/2011sbpjor.pdf" target="_blank">Para ler o texto completo basta clicar aqui.</a></p>
<p>&nbsp;</p>
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<p>&nbsp;</p>
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