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	<title>Papel DigitalTipografia | Papel Digital</title>
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	<description>Blog sobre jornalismo visual, design e coisas afins</description>
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		<title>DiaTipo DF em agosto</title>
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		<pubDate>Sun, 10 Jul 2011 12:30:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rodrigo Cunha</dc:creator>
				<category><![CDATA[Design Editorial]]></category>
		<category><![CDATA[Tipografia]]></category>
		<category><![CDATA[digital]]></category>
		<category><![CDATA[fontes]]></category>
		<category><![CDATA[projeto gráfico]]></category>

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		<description><![CDATA[O sétimo encontro itinerante de tipografia DiaTipo será em Brasília (DF). O evento ocorrerá no dia 27 de agosto, no Departamento de Desenho Industrial da Universidade de Brasília (UnB) e reúnirá tipógrafos, calígrafos, designers, pesquisadores, profissionais de comunicação visual e demais interessados na área. Pela primeira vez, o DiaTipo terá dois temas principais: design editorial e identidade visual. Entre os palestrantes, o evento contará com a presença do tipógrafo português Dino dos Santos, responsável por desenvolver tipografias para diversas publicações editoriais como New York Times Magazine, Newsweek, Le Figaro, Stuff, La Voz de Galicia e La Tercera. Dino também realizará um workshop de workflow baseado em Multiple Masters (nos dias 25 e 26 de agosto). O outro workshop do evento será de Introdução à criação de fontes digitais, no dia 24 de agosto, com Eduilson Coan (DooType, PR). Também haverá a presença dos palestrantes Daniel Souza (Tátil Design, RJ, que desenvolveu o logotipo Rio 2016), Elaine Ramos (Cosac Naify, SP), Fabio Haag (Dalton Maag, RS), Fabio Lopez (RJ) e Fred Antunes (CHIBACHIBA, RS). O evento já contou com diversos palestrantes como Crystian Cruz, Fátima Finizola, André Stolarski, Buggy, Rafael Neder e Tony de Marco. As inscrições estão abertas e podem ser realizadas no [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O sétimo encontro itinerante de tipografia <strong>DiaTipo</strong> será em Brasília (DF). O evento ocorrerá no dia 27 de agosto, no Departamento de Desenho Industrial da <strong>Universidade de Brasília (UnB)</strong> e reúnirá tipógrafos, calígrafos, designers, pesquisadores, profissionais de comunicação visual e demais interessados na área. Pela primeira vez, o DiaTipo terá dois temas principais: design editorial e identidade visual.</p>
<p>Entre os palestrantes, o evento contará com a presença do tipógrafo português <strong><a href="http://dstype.com/" target="_blank">Dino dos Santos</a></strong>, responsável por desenvolver tipografias para diversas publicações editoriais como New York Times Magazine, Newsweek, Le Figaro, Stuff, La Voz de Galicia e La Tercera. Dino também realizará um <em>workshop</em> de <a href="http://www.tipocracia.com.br/diatipo/DF/workshops.html" target="_blank"><em>workflow</em> baseado em Multiple Masters</a> (nos dias 25 e 26 de agosto). O outro workshop do evento será de Introdução à criação de fontes digitais, no dia 24 de agosto, com <strong><a href="http://www.dootype.com.br/" target="_blank">Eduilson Coan</a></strong> (DooType, PR).</p>
<p>Também haverá a presença dos palestrantes <strong><a href="http://www.tatil.com.br/" target="_blank">Daniel Souza</a></strong> (Tátil Design, RJ, <em>que desenvolveu o logotipo Rio 2016</em>), <strong><a href="http://www.cosacnaify.com.br" target="_blank">Elaine Ramos</a></strong> (Cosac Naify, SP), <strong><a href="http://www.daltonmaag.com/" target="_blank">Fabio Haag</a></strong> (Dalton Maag, RS), <strong><a href="http://www.flopez.com.br/" target="_blank">Fabio Lopez</a></strong> (RJ) e <a href="http://www.chibachiba.com" target="_blank"><strong>Fred Antunes</strong></a> (CHIBACHIBA, RS). O evento já contou com diversos palestrantes como Crystian Cruz, Fátima Finizola, André Stolarski, Buggy, Rafael Neder e Tony de Marco.</p>
<p>As inscrições estão abertas e podem ser realizadas no <a href="http://www.tipocracia.com.br/diatipo/DF/" target="_blank">site do evento</a>, onde também é possível obter a programação e mais informações. O evento é promovido pelo <strong>Tipocracia</strong> e <strong>Grande Circular</strong>.</p>
<p><a href="http://rodrigocunha.jor.br/blog/wp-content/uploads/2011/07/Untitled-1.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-1664" title="Untitled-1" src="http://rodrigocunha.jor.br/blog/wp-content/uploads/2011/07/Untitled-1.jpg" alt="" width="365" height="614" /></a></p>
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		<title>Dino dos Santos lança nova tipografia</title>
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		<pubDate>Mon, 17 Jan 2011 21:26:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rodrigo Cunha</dc:creator>
				<category><![CDATA[Tipografia]]></category>
		<category><![CDATA[design]]></category>
		<category><![CDATA[diagramação]]></category>
		<category><![CDATA[projeto gráfico]]></category>

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		<description><![CDATA[O jornal La Voz de Galicia, editado na cidade de A Coruña, Espanha, lançou no último dia 15 de janeiro seu mais novo projeto gráfico-editorial. Uma das novidades da reformulação foi a tipografia desenhada especialmente para o jornal. A Voz, como foi intitulada, foi desenhada durante seis meses pelo tipógrafo português Dino dos Santos. O designer conta que recebeu o pedido do departamento de criação do jornal em junho de 2010 e a partir de então passou a desenvolver várias tentativas de uma tipografia em estilo romano, legível e diferenciada, com três pesos (Light, Medium e Bold) e suas respectivas versões itálicas. Os primeiros desenhos foram logo rejeitados pelo jornal, pois apesar de ser legíveis em qualquer suporte e tamanho, tinham uma aparência bastante regular, convencional. De qualquer forma, o esqueleto do primeiro desenho possibilitou o desenvolvimento de outras tentativas que resultaram no resultado final. A legibilidade foi possibilitada pela altura do x maior do que a convencional, aumentando a altura das minúsculas. Apesar de ser uma fonte com tipos serifados, foram excluídas as serifas centrais de letras como &#8220;E&#8221; e &#8220;F&#8221; maiúsculas. Nas letras como &#8220;c&#8221;, &#8220;f&#8221;, &#8220;r&#8221;, &#8220;s&#8221;, e &#8220;y&#8221;, o tipógrafo inserir terminações bruscas, acentuando mais o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_1253" class="wp-caption alignleft" style="width: 210px"><a href="http://rodrigocunha.jor.br/blog/wp-content/uploads/2011/01/Untitled-21.jpg"><img class="size-full wp-image-1253  " title="Untitled-2" src="http://rodrigocunha.jor.br/blog/wp-content/uploads/2011/01/Untitled-21.jpg" alt="" width="200" height="390" /></a><p class="wp-caption-text">O tipógrafo português Dino dos Santos e a nova aparência de La Voz de Galicia, com sua tipografia</p></div>
<p>O jornal <strong><a href="http://www.lavozdegalicia.es" target="_blank">La Voz de Galicia</a></strong>, editado na cidade de A Coruña, Espanha, lançou no último dia 15 de janeiro seu mais novo projeto gráfico-editorial. Uma das novidades da reformulação foi a tipografia desenhada especialmente para o jornal.</p>
<p>A <strong>Voz</strong>, como foi intitulada, foi desenhada durante seis meses pelo tipógrafo português Dino dos Santos. O designer conta que recebeu o pedido do departamento de criação do jornal em junho de 2010 e a partir de então passou a desenvolver várias tentativas de uma tipografia em estilo romano, legível e diferenciada, com três pesos (Light, Medium e Bold) e suas respectivas versões itálicas.</p>
<p>Os primeiros desenhos foram logo rejeitados pelo jornal, pois apesar de ser legíveis em qualquer suporte e tamanho, tinham uma aparência bastante regular, convencional. De qualquer forma, o esqueleto do primeiro desenho possibilitou o desenvolvimento de outras tentativas que resultaram no resultado final.</p>
<p>A legibilidade foi possibilitada pela altura do x maior do que a convencional, aumentando a altura das minúsculas. Apesar de ser uma fonte com tipos serifados, foram excluídas as serifas centrais de letras como &#8220;E&#8221; e &#8220;F&#8221; maiúsculas.<br />
Nas letras como &#8220;c&#8221;, &#8220;f&#8221;, &#8220;r&#8221;, &#8220;s&#8221;, e &#8220;y&#8221;, o tipógrafo inserir terminações bruscas, acentuando mais o desenho exclusivo da tipografia. Letras como a &#8220;o&#8221; ganharam olhos abertos para adquirir maior luminosidade. As versões itálicas ganharam traço caligráfico, aparentando elegância ao desenho.</p>
<p>Porém, umas das características mais interessantes no estilo da família tipográfica está nas intersecções, que não chegam a se completar. É possível visualizar este efeito nas letras &#8220;g&#8221;, &#8220;d&#8221; e &#8220;p&#8221; e nas numerações &#8220;8&#8243;, &#8220;6&#8243; e &#8220;9&#8243;. Detalhes sobre a tipografia podem ser vistos na imagem abaixo.</p>
<p><a href="http://rodrigocunha.jor.br/blog/wp-content/uploads/2011/01/Rediseno-LVG5-6.jpg"><img class="alignnone size-large wp-image-1252" title="Rediseno LVG5-6" src="http://rodrigocunha.jor.br/blog/wp-content/uploads/2011/01/Rediseno-LVG5-6-1024x663.jpg" alt="" width="590" height="382" /></a></p>
<p>Na seção de esportes, foi utilizada nos títulos e destaques a <strong><a href="http://new.myfonts.com/fonts/dstype/dobra-slab/" target="_blank">Dobra Slab</a></strong>, uma tipografia egípica já desenhada pelo estúdio <a href="http://www.dstype.com/" target="_blank">DSType</a>, de Dino dos Santos.</p>
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		<title>Tipografias usadas em periódicos</title>
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		<pubDate>Sun, 28 Nov 2010 14:59:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rodrigo Cunha</dc:creator>
				<category><![CDATA[Jornais]]></category>
		<category><![CDATA[Revistas]]></category>
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		<description><![CDATA[Em tempos atuais, o designer está bombardeado por uma série de ferramentas e tipografias digitais disponíveis para seu trabalho. No design editorial, quando se há necessidade de execução de um projeto especial, como para jornais e revistas de grande porte, é necessário também pensar na escolha de elementos que possam dar um resultado satisfatório para o produto final. Raciocinando desta maneira, este bombardeio de tipografias se resume a alguns dezenas de opções. Dezenas, porque estou falando de tipos específicos para o design de jornais e revistas, onde o que está em jogo é um projeto que exiga melhor legibilidade para o leitor que precisa lidar com grandes massas textuais e de tipos que possam ser aplicados em infografias e diversas peças independentes que façam parte do elemento noticioso. Para demonstrar algumas destas fontes, fiz um rápido levantamento em diversos projetos gráficos de jornais e revistas no mundo para analisar quais tipos estão sendo mais utilizados atualmente. Segue abaixo a relação: Amplitude. Desenvolvida pelo designer Christian Schwartz, em 2003, para a Font Bureau, trata-se de uma família de 35 tipos de diversos pesos e espessuras. Trata-se de uma tipografia sem serifa, caracterizada pelos cortes profundos nas junções para manter legibilidade até [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Em tempos atuais, o designer está bombardeado por uma série de ferramentas e tipografias digitais disponíveis para seu trabalho. No design editorial, quando se há necessidade de execução de um projeto especial, como para jornais e revistas de grande porte, é necessário também pensar na escolha de elementos que possam dar um resultado satisfatório para o produto final.</p>
<p>Raciocinando desta maneira, este bombardeio de tipografias se resume a alguns dezenas de opções. Dezenas, porque estou falando de tipos específicos para o design de jornais e revistas, onde o que está em jogo é um projeto que exiga melhor legibilidade para o leitor que precisa lidar com grandes massas textuais e de tipos que possam ser aplicados em infografias e diversas peças independentes que façam parte do elemento noticioso.</p>
<p>Para demonstrar algumas destas fontes, fiz um rápido levantamento em diversos projetos gráficos de jornais e revistas no mundo para analisar quais tipos estão sendo mais utilizados atualmente. Segue abaixo a relação:</p>
<p><a href="http://rodrigocunha.jor.br/blog/wp-content/uploads/2010/11/amplitude1.jpg"><img class="size-full wp-image-1169 alignnone" title="amplitude" src="http://rodrigocunha.jor.br/blog/wp-content/uploads/2010/11/amplitude1.jpg" alt="" width="570" height="66" /></a></p>
<p><strong><a href="http://www.fontbureau.com/fonts/Amplitude/" target="_blank">Amplitude</a>.</strong> Desenvolvida pelo designer <strong>Christian Schwartz</strong>, em 2003, para a Font Bureau, trata-se de uma família de 35 tipos de diversos pesos e espessuras. Trata-se de uma tipografia sem serifa, caracterizada pelos cortes profundos nas junções para manter legibilidade até mesmo em tamanhos pequenos. A Amplitude é recomendada tanto para jornais, revistas e livros, quanto para uso corporativo. Jornais: <strong>A Tribuna</strong> (Santos, Brasil), <strong>O Povo</strong> (Fortaleza, Brasil) e <strong>Avui</strong> (Barcelona, Espanha).</p>
<p><a href="http://rodrigocunha.jor.br/blog/wp-content/uploads/2010/11/antenna.jpg"><img class="size-full wp-image-1170 alignnone" title="antenna" src="http://rodrigocunha.jor.br/blog/wp-content/uploads/2010/11/antenna.jpg" alt="" width="570" height="66" /></a></p>
<p><strong><a href="http://www.fontbureau.com/newspaper/fonts/Antenna/" target="_blank">Antenna.</a></strong> Fontes criadas pelo designer <strong>Cyrus Highsmith </strong>para a Font Bureau, em 1997. Trata-se de uma família que traz ao mesmo tempo calma e excitação, deliberação e mobilidade. A família possui 56 estilos diferentes, com 7 pesos e 4 espessuras. Jornais:<strong> O Estado de S.Paulo </strong>(São Paulo, Brasil) e<strong> Diário de Sevilla </strong>(Sevilha, Espanha).</p>
<p><a href="http://rodrigocunha.jor.br/blog/wp-content/uploads/2010/11/benton.jpg"><img class="size-full wp-image-1171 alignnone" title="benton" src="http://rodrigocunha.jor.br/blog/wp-content/uploads/2010/11/benton.jpg" alt="" width="570" height="66" /></a></p>
<p><strong><a href="http://www.fontbureau.com/newspaper/fonts/BentonModern/" target="_blank">Benton.</a> </strong>Benton surgiu a partir do estudo do desenho da News Gothic (criada em 1903 por Morris Fuller, para a ATF). <strong>Tobias Frere-Jones</strong>, em parceria com Cyrus Highsmith, proporam em 1995 sua reformulação e expandiram a Benton para outros limites como nas versões Sans e Modern, este útimo, serifado, para ser utilizado inicialmente para os textos do jornal The Boston Globe (1997). Jornais: <strong>Panamá América </strong>(Cidade do Panamá, Panamá) e <strong>La Stampa</strong> (Turin, Itália)</p>
<p><a href="http://rodrigocunha.jor.br/blog/wp-content/uploads/2010/11/charter.jpg"><img class="size-full wp-image-1172 alignnone" title="charter" src="http://rodrigocunha.jor.br/blog/wp-content/uploads/2010/11/charter.jpg" alt="" width="570" height="66" /></a></p>
<p><strong><a href="http://new.myfonts.com/fonts/bitstream/charter/" target="_blank">Charter</a>. </strong>Criada originalmente em 1987, por <strong>Matthew Carter</strong> para a Bitstream, a Charter apresenta três características importantes: letras compactar para garantir economia de espaço, generosa altura-x para maior legibilidade e possibilidade de boa impressão tanto em impressão offset quanto em impressora a laser. Recebeu uma nova versão denominada de Charter BT Pro, em 2004. Jornais: <strong>Diário do Nordeste</strong> (Fortaleza, Brasil), <strong>Crónica</strong> (Assunção, Paraguai) e <strong>La Gazzetta dello Sport</strong> (Milão, Itália).</p>
<p><a href="http://rodrigocunha.jor.br/blog/wp-content/uploads/2010/11/cellini.jpg"><img class="size-full wp-image-1173 alignnone" title="cellini" src="http://rodrigocunha.jor.br/blog/wp-content/uploads/2010/11/cellini.jpg" alt="" width="570" height="66" /></a></p>
<p><strong><a href="http://new.myfonts.com/fonts/fontfont/cellini/" target="_blank">Cellini.</a></strong> Desenvolvida em 2003 pelo designer <strong>Albert Boton </strong>(1932-), para a FontFont. Boton passou por vários escritórios de design, inclusive trabalhando com Adrian Frutiger e contribuindo para desenvolver tipos para a família Univers. Aposentou-se em 1997, mas nunca terminou de desenhar tipos. Jornais: <strong>O Tempo </strong>(Belo Horizonte, Brasil) e <strong>Público</strong> (Madri, Espanha).</p>
<p><a href="http://rodrigocunha.jor.br/blog/wp-content/uploads/2010/11/chronicle.jpg"><img class="size-full wp-image-1182 alignnone" title="chronicle" src="http://rodrigocunha.jor.br/blog/wp-content/uploads/2010/11/chronicle.jpg" alt="" width="570" height="66" /></a></p>
<p><strong><a href="http://www.typography.com/fonts/font_overview.php?productLineID=100031" target="_blank">Chronicle</a>. </strong>Baseada nos tipos desenvolvidos na Escócia no século XIX, a Chronicle foi desenvolvida em 2002 pela <strong>Hoefler &amp; Frere-Jones</strong>, especificamente para ser utilizada em jornais, por conta da sua boa legibilidade em pequenos tamanhos e economia de espaço. Também possui um leque amplo de caracteres especiais e para diversos idiomas, inclusive do Leste Europeu. Está nas versões Text, Display e Deck.</p>
<p><a href="http://rodrigocunha.jor.br/blog/wp-content/uploads/2010/11/farnham.jpg"><img class="size-full wp-image-1174 alignnone" title="farnham" src="http://rodrigocunha.jor.br/blog/wp-content/uploads/2010/11/farnham.jpg" alt="" width="570" height="66" /></a></p>
<p><strong><a href="http://new.myfonts.com/fonts/fontbureau/farnham/" target="_blank">Farnham.</a> </strong>Tipografia desenhada por <strong>Christian Schwartz</strong>, em 2004, para a Font Bureau, inspirada nos tipos criados pelo alemão Johann Fleischman, contemporâneo de Baskerville e Fournier. Fleischman trabalhou na fundição de Enschede, em Haarlem, e conseguiu trazer à sua tipografia sinônimo de qualidade, por conta dos detalhes da fundição do aço, com serifas de exuberante angularidade. Jornais: <strong>La Crónica de León </strong>(León, Espanha).</p>
<p><a href="http://rodrigocunha.jor.br/blog/wp-content/uploads/2010/11/glyphia.jpg"><img class="size-full wp-image-1175 alignnone" title="glyphia" src="http://rodrigocunha.jor.br/blog/wp-content/uploads/2010/11/glyphia.jpg" alt="" width="570" height="66" /></a></p>
<p><strong><a href="http://new.myfonts.com/fonts/adobe/glypha/" target="_blank">Glypha.</a> </strong>A Glypha foi criada em 1977 por <strong>Adrian Frutiger</strong>, para a Linotype. A variedade de tipos faz com que a Glypha funcione bem tanto para títulos quanto para textos menores. Trata-se de um tipo altamente legível e o formato mais condensado torna último para ser utilizado em revistas e outros projetos com restrição de espaço. Jornais: <strong>A Crítica</strong> (Manaus, Brasil)</p>
<p><a href="http://rodrigocunha.jor.br/blog/wp-content/uploads/2010/11/interstate.jpg"><img class="size-full wp-image-1176 alignnone" title="interstate" src="http://rodrigocunha.jor.br/blog/wp-content/uploads/2010/11/interstate.jpg" alt="" width="570" height="66" /></a></p>
<p><strong><a href="http://new.myfonts.com/fonts/fontbureau/interstate/" target="_blank">Interstate.</a> </strong>Mais um tipo da FontFont, criado por <strong>Tobias Frere-Jones</strong> entre 1993 e 1994. É considerada como referência de legibilidade. Foi desenhada especificamente para ser utilizada na sinalização de rodovias norte-americanas, adquirindo rapidez de identificação de informação para quem dirige nas estradas dos EUA. Jornais: <strong>Jornal da Tarde</strong> (São Paulo, Brasil)</p>
<p><a href="http://rodrigocunha.jor.br/blog/wp-content/uploads/2010/11/mercury.jpg"><img class="size-full wp-image-1180 alignnone" title="mercury" src="http://rodrigocunha.jor.br/blog/wp-content/uploads/2010/11/mercury.jpg" alt="" width="570" height="66" /></a></p>
<p><strong><a href="http://www.typography.com/fonts/font_overview.php?productLineID=100016" target="_blank">Mercury.</a> </strong>Desenvolvida nas versões Display e Text, a Mercury foi projetada pela <strong>Hoefler &amp; Frere-Jones</strong> para a revista Esquire, em 1996. Antes desenvolvida apenas para os títulos da revista, tornou-se parte indispensável na identificação visual da publicação. Foi inspirada nos tipos históricos do alemão Johann Michael Fleischer (1701-1768). Jornais: <strong>El Universo</strong> (Guayaquil, Equador)</p>
<p><a href="http://rodrigocunha.jor.br/blog/wp-content/uploads/2010/11/miller.jpg"><img class="size-full wp-image-1177 alignnone" title="miller" src="http://rodrigocunha.jor.br/blog/wp-content/uploads/2010/11/miller.jpg" alt="" width="570" height="66" /></a></p>
<p><strong><a href="http://new.myfonts.com/fonts/fontbureau/miller/" target="_blank">Miller.</a> </strong>Trata-se de uma família de estilo escocês, desenhada por <strong>Matthew Carter</strong> em 1997 para a Font Bureau. Os tipos foram inspirados por fontes usadas amplamente nos Estados Unidos no século XIX. As versões em itálica e versalete seguem fielmente os tipos originais; os designers Tobias Frere-Jones e Cyrus Highsmith aperfeiçoaram o desenho dos caracteres.</p>
<p><a href="http://rodrigocunha.jor.br/blog/wp-content/uploads/2010/11/poynter.jpg"><img class="size-full wp-image-1183 alignnone" title="poynter" src="http://rodrigocunha.jor.br/blog/wp-content/uploads/2010/11/poynter.jpg" alt="" width="570" height="66" /></a></p>
<p><strong><a href="http://www.fontbureau.com/newspaper/fonts/PoynterOSText/" target="_blank">Poynter.</a></strong> A Poynter, classificada em dois estilos &#8211; Old Style e Gothic -, foi uma das soluções criadas por <strong>Tobias Frere-Jones</strong>, em 1997, para reduzir os custos dos jornais e revistas, que passaram por uma crise mundial, e manter as edições sem perder leitores. Cada tipo foi inspirado no exemplo de legibilidade do desenho original de Hendrik van den Keere. Jornais:<strong> O Povo</strong> (Fortaleza, Brasil) e <strong>Il Sole 24 Ore</strong> (Milão, Itália)</p>
<p><a href="http://rodrigocunha.jor.br/blog/wp-content/uploads/2010/11/utopia.jpg"><img class="size-full wp-image-1178 alignnone" title="utopia" src="http://rodrigocunha.jor.br/blog/wp-content/uploads/2010/11/utopia.jpg" alt="" width="570" height="66" /></a></p>
<p><strong><a href="http://new.myfonts.com/fonts/linotype/utopia/" target="_blank">Utopia. </a></strong>Criada em 1992 por <strong>Robert Slimbach</strong>, para a Adobe. Foi criada originalmente para resolver problemas de tipografia em correspondências oficiais. Sua vasta versatilidade permitiu que a Utopia pudesse ser aplicada ao design editorial, com diversos pessos que podem ser aplicados em títulos, textos e destaques. Jornal: <strong>Correio Braziliense</strong> (Brasília, Brasil) e <strong>El Nacional</strong> (Caracas, Venezuela).</p>
<p><a href="http://rodrigocunha.jor.br/blog/wp-content/uploads/2010/11/whitney.jpg"><img class="size-full wp-image-1181 alignnone" title="whitney" src="http://rodrigocunha.jor.br/blog/wp-content/uploads/2010/11/whitney.jpg" alt="" width="570" height="66" /></a></p>
<p><strong><a href="http://www.typography.com/fonts/font_overview.php?productLineID=100026" target="_blank">Whitney. </a></strong>A Whitney foi desenvolvida originalmente para o Museu Whitney de Nova Iorque, pela <strong>Hoefler &amp; Frere-Jones</strong>. Atualmente ela está sendo utilizada para atender duas demandas: design editorial e de sinalização pública. A inspiração para produção da tipografia veio da News Gothic (1908) e de tipografias humanistas europeias, como a Frutiger (1975). Em 2010, recebeu novidades pela H&amp;FJ como suporte a caracteres gregos, cirílicos e multiscript. Possui versão condensada. Jornal: <strong>Clarín</strong> (Buenos Aires, Argentina)</p>
<p><a href="http://rodrigocunha.jor.br/blog/wp-content/uploads/2010/11/zine.jpg"><img class="size-full wp-image-1179 alignnone" title="zine" src="http://rodrigocunha.jor.br/blog/wp-content/uploads/2010/11/zine.jpg" alt="" width="570" height="66" /></a></p>
<p><strong><a href="http://new.myfonts.com/fonts/fontfont/zine-slab/" target="_blank">Zine. </a></strong>A família Zine foi criado pelo designer alemão <strong>Ole Schäfer</strong>, formado pela Fachhochschule Bielefield. Entre 1995 e 1999, Schäfer trabalhou na Meta Design como designer de tipos para Audi, Volkswagen e para o Aeroporto de Düsseldorf. Desde 1999, ele trabalha como designer freelancer em Berlim. Criada em 2001, a Zine possui versões Sans, Serif e Slab. Jornal: <strong>De Pers </strong>(Amsterdã, Holanda) e <strong>La Gazetta dello Sport</strong> (Milão, Itália)</p>
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		<title>Tipografia vitoriana na Amazônia</title>
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		<pubDate>Wed, 01 Sep 2010 02:01:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rodrigo Cunha</dc:creator>
				<category><![CDATA[Tipografia]]></category>
		<category><![CDATA[Amazônia]]></category>
		<category><![CDATA[design]]></category>
		<category><![CDATA[vernacular]]></category>

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		<description><![CDATA[Seu trabalho, &#8220;Letras que flutuam: o abridor de letra e a tipografia vitoriana&#8221;, foi resultado de uma viagem em algumas cidades da Amazônia &#8211; nos Estados do Amazonas, Pará, Amapá, além dos portos das cidades de São Luís e Fortaleza, no Nordeste &#8211; para relatar a aproximação entre a tipografia popular nos barcos e estabelecimentos comerciais na Amazônia e seu estilo que se aproxima do tipo decorativo vitoriano, uma estética desenvolvida na tipografia do século XIX, época da Revolução Industrial e do surgimento da publicidade. Os tipos vernaculares amazônicos seguem características do vitoriano, com letras divididas em duas partes, serifas diferenciadas, aplicação de sombra e com linhas de contorno. Os variados tipos de terminações ganham peso para facilitar a leitura. Mesmo assim, a tipografia vitoriana é descriminada dentro da história do design por conta de seu exagero estilístico, desapegada nas fontes digitais desenvolvidas após o surgimento do computador. De onde surgiu? Martins tenta mostrar em sua pesquisa o por quê dessa ligação da tipografia vernacular e de sua influência vitoriana nos dias de hoje nas cidades amazônicas. Mostrou também alguns exemplos encontrados em outros países como na Argentina e Colômbia, e lembrou da aplicação do estilo nas carrocerias de caminhão. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_1028" class="wp-caption alignnone" style="width: 595px"><a href="http://rodrigocunha.jor.br/blog/wp-content/uploads/2010/08/Untitled-12.jpg"><img class="size-full wp-image-1028  " title="barcos" src="http://rodrigocunha.jor.br/blog/wp-content/uploads/2010/08/Untitled-12.jpg" alt="" width="585" height="216" /></a></p>
<p><span style="line-height: 17px; font-size: 11px;">Embarcações atracadas em Macapá: tipografia vitoriana faz parte do cotidiano de quem mora na Amazônia (Fotos: Fernanda Martins)</span></p>
</dt>
</dl>
</div>
<p>Quem mora ou conhece a Amazônia já deve ter se deparado com a quantidade de tipografias decorativas e cores espalhados pelas embarcações e pelos diversos estabelecimentos comerciais. São pinturas feitas a mão, de maneira informal, alguns com bastante detalhismo, e que marcam o estilo vitoriano do século XIX. Este tipo de pintura prevalece na região, superando os próprios luminosos ou tipografia produzida por computador.</p>
<p>Fernanda Martins <a href="http://www.scribd.com/doc/13607192/Letras-que-flutuam" target="_blank">realizou uma pesquisa</a> sobre a tipografia vernacular da Amazônia através de seu trabalho final da especialização em Semiótica e Cultura Visual, na Universidade Federal do Pará (UFPA).</p>
<div class="mceTemp">
<dl id="attachment_1029" class="wp-caption alignleft" style="width: 294px;">
<dt class="wp-caption-dt"><a href="http://rodrigocunha.jor.br/blog/wp-content/uploads/2010/08/Untitled-21.jpg"><img class="size-full wp-image-1029  " title="Untitled-2" src="http://rodrigocunha.jor.br/blog/wp-content/uploads/2010/08/Untitled-21.jpg" alt="" width="284" height="213" /></a><p class="wp-caption-text">Pequenos estabelecimentos também adotaram esta tipografia (Foto: Fernanda Martins)</p></div>
<p>Seu trabalho, <strong>&#8220;Letras que flutuam: o abridor de letra e a tipografia vitoriana&#8221;</strong>, foi resultado de uma viagem em algumas cidades da Amazônia &#8211; nos Estados do Amazonas, Pará, Amapá, além dos portos das cidades de São Luís e Fortaleza, no Nordeste &#8211; para relatar a aproximação entre a tipografia popular nos barcos e estabelecimentos comerciais na Amazônia e seu estilo que se aproxima do tipo decorativo vitoriano, uma estética desenvolvida na tipografia do século XIX, época da Revolução Industrial e do surgimento da publicidade.</p>
<p>Os tipos vernaculares amazônicos seguem características do vitoriano, com letras divididas em duas partes, serifas diferenciadas, aplicação de sombra e com linhas de contorno. Os variados tipos de terminações ganham peso para facilitar a leitura.</p>
<p>Mesmo assim, a tipografia vitoriana é descriminada dentro da história do design por conta de seu exagero estilístico, desapegada nas fontes digitais desenvolvidas após o surgimento do computador.</p>
<p><strong>De onde surgiu?<br />
</strong>Martins tenta mostrar em sua pesquisa o por quê dessa ligação da tipografia vernacular e de sua influência vitoriana nos dias de hoje nas cidades amazônicas. Mostrou também alguns exemplos encontrados em outros países como na Argentina e Colômbia, e lembrou da aplicação do estilo nas carrocerias de caminhão.</p>
<div id="attachment_1035" class="wp-caption alignleft" style="width: 210px"><a href="http://rodrigocunha.jor.br/blog/wp-content/uploads/2010/08/Untitled-31.jpg"><img class="size-full wp-image-1035  " title="Untitled-3" src="http://rodrigocunha.jor.br/blog/wp-content/uploads/2010/08/Untitled-31.jpg" alt="" width="200" height="302" /></a><p class="wp-caption-text">Folha de rosto do Anuário do Estado do Pará, de 1898 (Foto: reprodução)</p></div>
<p>A explicação está no próprio desenvolvimento da região, ocorrida após a abertura dos Portos com a vinda de D. João VI, em 1808, com a abertura do Rio Amazonas para o comércio mundial e com a primeira companhia de navegação da Amazônia, fundada por Visconde de Mauá, em 1867.</p>
<p>A Amazônia vive neste período uma explosão de informações e publicidades vindas da Europa e dos Estados Unidos, principalmente e trazidas pelas companhias estrangeiras de navegação, casas aviadoras, bancos etc. Muitos desses livretos eram produzidos com tipografia decorativa. Também houve influência dos barcos e vapores norte-americanos que se instalaram na região, e utilizavam tipografia decorativa na assinatura.</p>
<p>A partir desta pesquisa, concluída em 2008, Fernanda Martins desenvolveu uma fonte digital a partir do levantamento fotográfico realizado na região (algumas fotos estão disponíveis no <a href="http://www.flickr.com/photos/fernandamartins/" target="_blank">Flickr da pesquisadora</a>).</p>
<p>Trata-se de uma manifestação cultural que até hoje pode ser vista no cotidiano de quem mora na vastidão visual da Região Amazônica.</p>
<p><strong>Bibliografia</strong><br />
BRINGHURST, Robert. Elementos do estilo tipográfico 3.0. São Paulo: Cosac Naify, 2005.<br />
CARDOSO, Rafael (org.) O design brasileiro antes do design: aspectos da história gráfica, 1870-1960. São Paulo: Cosac Naify, 2005.<br />
FRUTIGER, Adrian. Sinais de símbolos: desenho do projeto e significado. São Paulo: Martins Fontes, 1999.<br />
MARTINS, Bruno Guimarães. Tipografia popular: potências do ilegível na experiência do cotidiano. São Paulo: Annablume, 2007.<br />
MARTINS, Fernanda de Oliveira. Letras que flutuam: o abridor de letra e a tipografia vitoriana. Monografia de especialização (Semiótica e Cultura Visual), Instituto de Ciências da Arte, Universidade Federal do Pará (UFPA), 2008.</p>
<p><a style="margin: 12px auto 6px auto; font-family: Helvetica,Arial,Sans-serif; font-style: normal; font-variant: normal; font-weight: normal; font-size: 14px; line-height: normal; font-size-adjust: none; font-stretch: normal; -x-system-font: none; display: block; text-decoration: underline;" title="View Letras que flutuam on Scribd" href="http://www.scribd.com/doc/13607192/Letras-que-flutuam">Letras que flutuam</a> <object id="doc_954287138392341" style="outline: none;" classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="100%" height="350" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="name" value="doc_954287138392341" /><param name="data" value="http://d1.scribdassets.com/ScribdViewer.swf" /><param name="wmode" value="opaque" /><param name="bgcolor" value="#ffffff" /><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowScriptAccess" value="always" /><param name="FlashVars" value="document_id=13607192&amp;access_key=key-ojcuxuw03j97t09cxce&amp;page=1&amp;viewMode=slideshow" /><param name="src" value="http://d1.scribdassets.com/ScribdViewer.swf" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><param name="flashvars" value="document_id=13607192&amp;access_key=key-ojcuxuw03j97t09cxce&amp;page=1&amp;viewMode=slideshow" /><embed id="doc_954287138392341" style="outline: none;" type="application/x-shockwave-flash" width="100%" height="350" src="http://d1.scribdassets.com/ScribdViewer.swf" flashvars="document_id=13607192&amp;access_key=key-ojcuxuw03j97t09cxce&amp;page=1&amp;viewMode=slideshow" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" bgcolor="#ffffff" wmode="opaque" data="http://d1.scribdassets.com/ScribdViewer.swf" name="doc_954287138392341"></embed></object></p>
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		<title>Tipografia brasileira na Jabulani</title>
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		<pubDate>Wed, 30 Jun 2010 20:24:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rodrigo Cunha</dc:creator>
				<category><![CDATA[Tipografia]]></category>
		<category><![CDATA[copa do mundo]]></category>
		<category><![CDATA[jabulani]]></category>

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		<description><![CDATA[A tipografia utilizada nas bolas Jabulani, que estão sendo usadas na Copa do Mundo é uma criação de Yomar Augusto, designer gráfico nascido em Brasília. A tipografia Unity foi produzida na época em que Yomar trabalhava na agência 180 Amsterdam, que possui entre seus clientes, a Adidas, patrocinadora do evento e de algumas seleções participantes da Copa do Mundo (a tipografia está na camisa da Alemanha, Argentina, França, China, Dinamarca, Espanha, Grécia e Japão). Yomar Augusto levou três meses para produzir toda a tipografia. A base iniciou com o número 8, no qual usou doistriângulos inversos, com curvas nas vértices. O designer se inspirou em formas típicas da década de 1960. Segundo Yomar, em entrevista para Dado Carvalho, do Estadão, &#8220;Na época, havia a história da corrida espacial, que influenciou muito o design&#8221;. Yomar estudou na Escola de Artes Visuais em Nova Iorque e depois abriu um estúdio próprio no Rio de Janeiro. Entre 2004 e 2005, realizou o mestrado em design na Academia Real de Arte de Haia, na Holanda. Concluiu o curso e não saiu mais de lá. Atualmente, trabalha como freelancer no País.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A tipografia utilizada nas bolas Jabulani, que estão sendo usadas na Copa do Mundo é uma criação de <strong><a href="http://yomaraugusto.com" target="_blank">Yomar Augusto</a></strong>, designer gráfico nascido em Brasília. A tipografia <strong><a href="http://yomaraugusto.com/category/type/#/unity--new" target="_blank">Unity</a></strong> foi produzida na época em que Yomar trabalhava na agência <strong><a href="http://www.180amsterdam.com/" target="_blank">180 Amsterdam</a></strong>, que possui entre seus clientes, a Adidas, patrocinadora do evento e de algumas seleções participantes da Copa do Mundo (a tipografia está na camisa da Alemanha, Argentina, França, China, Dinamarca, Espanha, Grécia e Japão).</p>
<p><a href="http://rodrigocunha.jor.br/blog/wp-content/uploads/2010/06/UNITY_1.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-702" title="UNITY_1" src="http://rodrigocunha.jor.br/blog/wp-content/uploads/2010/06/UNITY_1-300x225.jpg" alt="" width="300" height="225" /></a></p>
<p>Yomar Augusto levou três meses para produzir toda a tipografia. A base iniciou com o número 8, no qual usou doistriângulos inversos, com curvas nas vértices. O designer se inspirou em formas típicas da década de 1960. Segundo Yomar, <a href="http://blogs.estadao.com.br/moda/2010/06/30/unidade-de-exportacao/" target="_blank">em entrevista para Dado Carvalho, do Estadão</a>, &#8220;Na época, havia a história da corrida espacial, que influenciou muito o design&#8221;.</p>
<p>Yomar estudou na <a href="http://www.schoolofvisualarts.edu/index.jsp" target="_blank">Escola de Artes Visuais em Nova Iorque</a> e depois abriu um estúdio próprio no Rio de Janeiro. Entre 2004 e 2005, realizou o mestrado em design na <a href="http://www.kabk.nl/" target="_blank">Academia Real de Arte de Haia</a>, na Holanda. Concluiu o curso e não saiu mais de lá. Atualmente, trabalha como freelancer no País.</p>
<p><a href="http://rodrigocunha.jor.br/blog/wp-content/uploads/2010/06/UNITY_3.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-703" title="UNITY_3" src="http://rodrigocunha.jor.br/blog/wp-content/uploads/2010/06/UNITY_3-300x225.jpg" alt="" width="300" height="225" /></a></p>
<p><a href="http://rodrigocunha.jor.br/blog/wp-content/uploads/2010/06/UNITY_5.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-704" title="UNITY_5" src="http://rodrigocunha.jor.br/blog/wp-content/uploads/2010/06/UNITY_5-300x225.jpg" alt="" width="300" height="225" /></a></p>
<p><a href="http://rodrigocunha.jor.br/blog/wp-content/uploads/2010/06/UNITY_6.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-706" title="UNITY_6" src="http://rodrigocunha.jor.br/blog/wp-content/uploads/2010/06/UNITY_6-300x225.jpg" alt="" width="300" height="225" /></a></p>
<p><a href="http://rodrigocunha.jor.br/blog/wp-content/uploads/2010/06/UNITY_7.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-707" title="UNITY_7" src="http://rodrigocunha.jor.br/blog/wp-content/uploads/2010/06/UNITY_7-300x225.jpg" alt="" width="300" height="225" /></a></p>
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