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	<title>Papel DigitalPapel Digital | Papel Digital</title>
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	<link>http://rodrigocunha.jor.br/blog</link>
	<description>Blog sobre jornalismo visual, design e coisas afins</description>
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		<title>A evolução dos tablets começou em 1888?</title>
		<link>http://rodrigocunha.jor.br/blog/index.php/2012/02/04/a-evolucao-dos-tablets-comecou-em-1888/</link>
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		<pubDate>Sun, 05 Feb 2012 01:51:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rodrigo Cunha</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cibercultura]]></category>
		<category><![CDATA[História]]></category>
		<category><![CDATA[tablets]]></category>

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		<description><![CDATA[O Mashable realizou uma compilação com a evolução dos dispositivos que convencionamos chamar atualmente de tablets. Para minha surpresa, o site resgatou uma invenção patenteada em 1888. O teleautógrafo, criação atribuída ao engenheiro elétrico Elisha Gray, consistia de uma caneta stylus conectada a fios e alavancas, responsáveis por enviar mensagens manuscritas via telégrafo. Poderíamos considerar também como a primeira máquina de fax do mundo. O teleautógrafo antecipou em muitos anos alguns experimentos considerados também como antecedentes aos tablets, como o RAND Tablet, desenhado em 1964, e o protótipo do Dynabook, de Alan Key, um simples computador para crianças criado em 1968. Vale a pena ler o artigo listando todos os principais dispositivos até o iPad. De acordo com os sites do The Dead Media e do Office Museum, o teleautógrafo chegou a ser utilizado em hospitais, hotéis, empresas de seguros, bancos, além de uma ferramenta da Força Aérea Britânica para a divulgação de boletins meteorológicos, já que os símbolos não estavam presentes nos teclados das máquinas.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_1991" class="wp-caption alignnone" style="width: 586px"><a href="http://rodrigocunha.jor.br/blog/wp-content/uploads/2012/02/mcgovern_telautograph_1.jpg"><img class="wp-image-1991 " title="mcgovern_telautograph_1" src="http://rodrigocunha.jor.br/blog/wp-content/uploads/2012/02/mcgovern_telautograph_1.jpg" alt="" width="576" height="193" /></a><p class="wp-caption-text">Imagens do teleautógrafo (Cortesia do site jmcvey.net)</p></div>
<p>O <strong><a href="http://mashable.com/2012/02/03/ipad-history-devices/" target="_blank">Mashable</a></strong> realizou uma compilação com a evolução dos dispositivos que convencionamos chamar atualmente de <em>tablets. </em>Para minha surpresa, o site resgatou uma invenção <strong>patenteada em 1888</strong>. O teleautógrafo, criação atribuída ao engenheiro elétrico <strong><a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Elisha_Gray" target="_blank">Elisha Gray</a></strong>, consistia de uma caneta <em>stylus</em> conectada a fios e alavancas, responsáveis por enviar mensagens manuscritas via telégrafo. Poderíamos considerar também como a primeira máquina de fax do mundo.</p>
<p>O teleautógrafo antecipou em muitos anos alguns experimentos considerados também como antecedentes aos <em>tablets</em>, como o <strong>RAND Tablet</strong>, desenhado em 1964, e o protótipo do <strong>Dynabook</strong>, de Alan Key, um simples computador para crianças criado em 1968. Vale a pena <a href="http://mashable.com/2012/02/03/ipad-history-devices/" target="_blank">ler o artigo</a> listando todos os principais dispositivos até o iPad.</p>
<p>De acordo com os sites do <strong><a href="http://www.deadmedia.org/" target="_blank">The Dead Media</a></strong> e do <strong><a href="http://www.officemuseum.com/" target="_blank">Office Museum</a>, </strong>o teleautógrafo chegou a ser utilizado em hospitais, hotéis, empresas de seguros, bancos, além de uma ferramenta da Força Aérea Britânica para a divulgação de boletins meteorológicos, já que os símbolos não estavam presentes nos teclados das máquinas.</p>
]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>O Globo lança vespertino exclusivo para iPad</title>
		<link>http://rodrigocunha.jor.br/blog/index.php/2012/01/29/o-globo-lanca-vespertino-exclusivo-para-ipad/</link>
		<comments>http://rodrigocunha.jor.br/blog/index.php/2012/01/29/o-globo-lanca-vespertino-exclusivo-para-ipad/#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 29 Jan 2012 15:08:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rodrigo Cunha</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cibercultura]]></category>
		<category><![CDATA[Jornais]]></category>
		<category><![CDATA[ipad]]></category>
		<category><![CDATA[jornal]]></category>
		<category><![CDATA[o globo]]></category>
		<category><![CDATA[tablet]]></category>

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		<description><![CDATA[Na última atualização realizada no aplicativo d&#8217;O Globo para o iPad, o jornal trouxe uma novidade: O Globo a Mais, produto feito exclusivamente para tablets e atualizado de segunda à sexta-feira, sempre às 18h. A primeira edição será publicada na próxima segunda, dia 30/1, e deve ser oferecida de forma gratuita durante o primeiro mês para degustação. Após este prazo, o produto incorporará o pacote de assinatura da edição digital de O Globo (R$ 29,90 mensais). Veja vídeo de apresentação do jornal digital Segundo o diretor de redação Ascânio Seleme, o projeto levou cinco meses para ser concretizado, período em que a redação planejou o formato de como seria um produto exclusivo para o tablet. Cada edição trará conteúdo exclusivo com o resumo das notícias do dia, complementado por recursos multimídia, como fotogalerias e vídeos. Colunistas do jornal impresso também serão publicados, tais como Ancelmo Gois, Arthur Xexéo, Fernando Calazans, Míriam Leitão, Pedro Doria e Ricardo Noblat. O projeto visual foi desenvolvido por Chico Amaral, do estúdio catalão Cases i Associats. Primeiras impressões Depois de baixar a primeira edição (30/1), publiquei algumas impressões na minha página no Twitter. Trata-se de uma excelente iniciativa do jornal, porém alguns &#8216;velhos&#8217; problemas não [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://rodrigocunha.jor.br/blog/wp-content/uploads/2012/01/IMG_0384.png"><img class="size-medium wp-image-1982 alignnone" title="IMG_0384" src="http://rodrigocunha.jor.br/blog/wp-content/uploads/2012/01/IMG_0384-225x300.png" alt="" width="225" height="300" /></a></p>
<p>Na última atualização realizada no aplicativo d&#8217;O Globo para o iPad, o jornal trouxe uma novidade: <strong>O Globo a Mais</strong>, produto feito exclusivamente para <em>tablets</em> e atualizado de segunda à sexta-feira, sempre às 18h. A primeira edição será publicada na próxima segunda, dia 30/1, e deve ser oferecida de forma gratuita durante o primeiro mês para degustação. Após este prazo, o produto incorporará o pacote de assinatura da edição digital de <strong>O Globo</strong> (R$ 29,90 mensais).</p>
<p><a href="http://oglobo.globo.com/videos/t/todos-os-videos/v/catalogo/1787471" target="_blank"><strong>Veja vídeo de apresentação do jornal digital</strong></a></p>
<p>Segundo o diretor de redação Ascânio Seleme, o projeto levou cinco meses para ser concretizado, período em que a redação planejou o formato de como seria um produto exclusivo para o <em>tablet</em>. Cada edição trará conteúdo exclusivo com o resumo das notícias do dia, complementado por recursos multimídia, como fotogalerias e vídeos. Colunistas do jornal impresso também serão publicados, tais como Ancelmo Gois, Arthur Xexéo, Fernando Calazans, Míriam Leitão, Pedro Doria e Ricardo Noblat.</p>
<p>O projeto visual foi desenvolvido por <strong>Chico Amaral</strong>, do estúdio catalão <strong><a href="http://www.cases-assoc.com">Cases i Associats</a></strong>.</p>
<p><strong>Primeiras impressões<br />
</strong>Depois de baixar a primeira edição (30/1), publiquei algumas impressões na <a href="http://www.twitter.com/cunha85" target="_blank">minha página</a> no <strong>Twitter</strong>. Trata-se de uma excelente iniciativa do jornal, porém alguns &#8216;velhos&#8217; problemas não foram resolvidos no aplicativo.</p>
<ul>
<li>De nada adianta adicionar o e-mail do repórter se o <em>link</em> não funciona, nem é possível selecionar o texto para copiar;</li>
<li>O texto também é achatado como uma única imagem, sendo impossível selecionar ou copiar um trecho da página;</li>
<li>Com o texto achatado, outro problema é a acessibilidade: impossível ampliar o texto;</li>
<li>Se a ideia é investir em imagem no <em>tablet</em>, nem todas são possíveis ampliar em tela cheia;</li>
<li>Como na maioria dos aplicativos de notícias, falta integração com as redes sociais. Não tenho encontrado um ícone de compartilhamento;</li>
<li>Outro problema é limitar o aplicativo apenas para o iOS. Já existem vários tablets com Android. Portanto, com maior alcance.</li>
</ul>
<div>Entre as coisas legais, posso listar:</div>
<div>
<ul>
<li>Possibilidade de visualizar vídeos, que são vistos sem necessidade de forma <em>off-line</em>. Como cada edição possui poucas páginas, o <em>download</em> não é demorado;</li>
<li>Visualização em miniatura de todas as páginas, lembrando o <em>browser</em> das publicações finalizadas com o Adobe Digital Publishing Suite.</li>
</ul>
</div>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>EQUIPE<br />
Editora responsável:</strong> Adriana Barsotti<br />
<strong>Editora:</strong> Maria Fernanda Delmas<br />
<strong>Editor-assistente:</strong> Aydano André Motta<br />
<strong>Repórteres:</strong> Flávio Tabak, Hugo Naidin, Paulo Junior, Thais Lobo e Thiago Jansen<br />
<strong>Diagramadores:</strong> Flavio Souto, Raquel Cordeiro e Télio Navega<br />
<strong>Coordenador de imagens multimídia:</strong> Paulo Moreira</p>
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		</item>
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		<title>Dissertação sobre o design de revistas e tablets</title>
		<link>http://rodrigocunha.jor.br/blog/index.php/2012/01/23/dissertacao-sobre-o-design-revistas-e-tablets/</link>
		<comments>http://rodrigocunha.jor.br/blog/index.php/2012/01/23/dissertacao-sobre-o-design-revistas-e-tablets/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 23 Jan 2012 14:18:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rodrigo Cunha</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cibercultura]]></category>
		<category><![CDATA[Revistas]]></category>
		<category><![CDATA[design]]></category>
		<category><![CDATA[diagramação]]></category>
		<category><![CDATA[ipad]]></category>
		<category><![CDATA[tablets]]></category>

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		<description><![CDATA[Publiquei recentemente, na íntegra, a dissertação que apresentei como conclusão do curso de mestrado em Comunicação e Cultura Contemporâneas, na Universidade Federal da Bahia (UFBA). O trabalho foi apresentado em novembro de 2011, mas já estava escrevendo há cerca de um ano antes. Na verdade, é uma abordagem inicial sobre como as revistas &#8211; tanto brasileiras como estrangeiras &#8211; estão se aventurando no novo mercado dos tablets. Fixei-me especificamente sobre a interface e suas principais tendências. No que remete ao design editorial, pouca coisa mudou com relação ao já desenvolvido pelas edições impressas, até mesmo porque é o modelo que se pode basear. Porém, existem as funcionalidades permitidas pelos dispositivos móveis, como os elementos multimídia e gestos e toques na tela touchscreen. Pensei que deveria publicar em livro, mas estou pensando em elaborar um novo texto para um dia poder publicar.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Publiquei recentemente, na íntegra, a dissertação que apresentei como conclusão do curso de mestrado em <strong><a href="http://www.poscom.ufba.br" target="_blank">Comunicação e Cultura Contemporâneas</a></strong>, na Universidade Federal da Bahia (UFBA). O trabalho foi apresentado em novembro de 2011, mas já estava escrevendo há cerca de um ano antes. Na verdade, é uma abordagem inicial sobre como as revistas &#8211; tanto brasileiras como estrangeiras &#8211; estão se aventurando no novo mercado dos <em>tablets</em>.</p>
<p>Fixei-me especificamente sobre a interface e suas principais tendências. No que remete ao <em>design</em> editorial, pouca coisa mudou com relação ao já desenvolvido pelas edições impressas, até mesmo porque é o modelo que se pode basear. Porém, existem as funcionalidades permitidas pelos dispositivos móveis, como os elementos multimídia e gestos e toques na tela <em>touchscreen</em>. Pensei que deveria publicar em livro, mas estou pensando em elaborar um novo texto para um dia poder publicar.</p>
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		<title>Entendendo o monitoramento em mídias sociais</title>
		<link>http://rodrigocunha.jor.br/blog/index.php/2012/01/18/entendendo-o-monitoramento-em-midias-sociais/</link>
		<comments>http://rodrigocunha.jor.br/blog/index.php/2012/01/18/entendendo-o-monitoramento-em-midias-sociais/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 18 Jan 2012 13:56:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rodrigo Cunha</dc:creator>
				<category><![CDATA[Livros]]></category>
		<category><![CDATA[livros]]></category>
		<category><![CDATA[redes sociais]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://rodrigocunha.jor.br/blog/?p=1965</guid>
		<description><![CDATA[Tarcízio Silva, pesquisador e meu colega de mestrado em Comunicação na UFBA lançou recentemente o e-book Para Entender o Monitoramento de Mídias Sociais, organizado por ele com 27 artigos inéditos de profissionais e pesquisadores da área. O livro traz 22 tópicos sobre o tema, entre eles: informação, reputação, análise de sentimento, SAC, profissionais, ROI, relevância, monitoramento, mensuração, inteligência artificial, gestão de cristes, classificação, geolocalização, conteúdo, netnografia, softwares plenos, perfis, opinião pública, convergência, SEO, visualização e gestão do conhecimento. Ajudei a desenvolver a capa do livro, com a imagem da tela de um radar com alguns efeitos de meio-tom (color halftone). Você poderá baixar a publicação gratuitamente aqui. &#160; Índice Dados, dados às mancheias Ana Brambilla Dados, Informação e Inteligência Competitiva Nino Carvalho Reputação: Monitoramento e Métricas Sandra Montardo e Cíntia Carvalho O Profissional Analista Sérgio Salustiano Relevância André Rosa Monitoramento de Mídias Sociais Tarcízio Silva Software Pleno de monitoramento: a análise que faz a diferença Danila Dourado Análise de Sentimento Automática Rafael Vieira Classificação Diego Monteiro e Ricardo Azarite SAC e Social CRM (ou A Metamorfose do Relacionamento) Marcelo Salgado Mensuração 2.0: da realidade à informação Marcos Correia e Silva Visualizações Mirna Tonus Geolocalização: como compreender o cenário Paulo Victor [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong><a href="http://rodrigocunha.jor.br/blog/wp-content/uploads/2012/01/paraentenderomonitoramentodemidiassociais-120108183309-phpapp01-1.jpg"><img class="alignleft  wp-image-1966" title="paraentenderomonitoramentodemidiassociais-120108183309-phpapp01-1" src="http://rodrigocunha.jor.br/blog/wp-content/uploads/2012/01/paraentenderomonitoramentodemidiassociais-120108183309-phpapp01-1-228x300.jpg" alt="" width="205" height="270" /></a><a href="http://tarciziosilva.com.br/blog/entenda-o-monitoramento-de-midias-sociais-com-e-book-brasileiro/" target="_blank">Tarcízio Silva</a></strong>, pesquisador e meu colega de mestrado em Comunicação na UFBA lançou recentemente o <em>e-book</em> <strong>Para Entender o Monitoramento de Mídias Sociais</strong>, organizado por ele com 27 artigos inéditos de profissionais e pesquisadores da área.</p>
<p>O livro traz 22 tópicos sobre o tema, entre eles: informação, reputação, análise de sentimento, SAC, profissionais, ROI, relevância, monitoramento, mensuração, inteligência artificial, gestão de cristes, classificação, geolocalização, conteúdo, netnografia, softwares plenos, perfis, opinião pública, convergência, SEO, visualização e gestão do conhecimento.</p>
<p>Ajudei a desenvolver a capa do livro, com a imagem da tela de um radar com alguns efeitos de meio-tom (color halftone). Você poderá <a href="http://www.slideshare.net/tarushijio/para-entender-monitoramento-de-midias-sociais" target="_blank">baixar a publicação gratuitamente aqui</a>.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Índice</strong><br />
<strong>Dados, dados às mancheias</strong><br />
Ana Brambilla</p>
<p><strong>Dados, Informação e Inteligência Competitiva</strong><br />
Nino Carvalho</p>
<p><strong>Reputação: Monitoramento e Métricas</strong><br />
Sandra Montardo e Cíntia Carvalho</p>
<p><strong>O Profissional Analista</strong><br />
Sérgio Salustiano</p>
<p><strong>Relevância</strong><br />
André Rosa</p>
<p><strong>Monitoramento de Mídias Sociais</strong><br />
Tarcízio Silva</p>
<p><strong>Software Pleno de monitoramento: a análise que faz a diferença</strong><br />
Danila Dourado</p>
<p><strong>Análise de Sentimento Automática</strong><br />
Rafael Vieira</p>
<p><strong>Classificação</strong><br />
Diego Monteiro e Ricardo Azarite</p>
<p><strong>SAC e Social CRM (ou A Metamorfose do Relacionamento)</strong><br />
Marcelo Salgado</p>
<p><strong>Mensuração 2.0: da realidade à informação</strong><br />
Marcos Correia e Silva</p>
<p><strong>Visualizações</strong><br />
Mirna Tonus</p>
<p><strong>Geolocalização: como compreender o cenário</strong><br />
Paulo Victor Sousa</p>
<p><strong>Inteligência Artificial, o grande diferencial competitivo para a classificação de informações</strong><br />
Bráulio Medina</p>
<p><strong>Classificação de Perfis</strong><br />
Alan Lupatini</p>
<p><strong>Extraindo Dados Sociais para o SEO</strong><br />
Domício Neto</p>
<p><strong>O Monitoramento na Estratégia de Conteúdo</strong><br />
Priscila Muniz</p>
<p><strong>Monitoramento Político e Opinião Pública</strong><br />
Nina Santos</p>
<p><strong>A Importância do monitoramento para a Gestão de Conhecimento nas empresas</strong><br />
Cinara Moura e Bianca Furtado</p>
<p><strong>Netnografia</strong><br />
Tatiana Tosi</p>
<p><strong>Convergência</strong><br />
Gabriel Ishida</p>
<p><strong>ROI</strong><br />
Estêvão Soares</p>
<p><strong>Gestão de Crises</strong><br />
Eduardo Prange</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>iBooks+EPUB3: mudanças à vista?</title>
		<link>http://rodrigocunha.jor.br/blog/index.php/2012/01/03/ibooksepub3-mudancas-a-vista/</link>
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		<pubDate>Tue, 03 Jan 2012 23:31:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rodrigo Cunha</dc:creator>
				<category><![CDATA[Design Editorial]]></category>
		<category><![CDATA[Livros]]></category>
		<category><![CDATA[amazon]]></category>
		<category><![CDATA[epub]]></category>
		<category><![CDATA[livros]]></category>
		<category><![CDATA[mobilidade]]></category>
		<category><![CDATA[tablets]]></category>

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		<description><![CDATA[Algumas mudanças pretendem agitar o mercado editorial este mês. De acordo com informação divulgada no site All Things Digital, a Apple praneja organizar um evento em Nova Iorque, mas não para anunciar um novo produto. Para o site TechCrunch, o anúncio refere-se a mudanças na plataforma de livros digitais iBooks. A Apple destacou recentemente a capacidade do iBooks em suportar arquivos com áudios, vídeos e demais elementos interativos, como foi possível visualizar no livro eletrônico Yellow Submarine, distribuído gratuitamente na iTunes Store. Os blogs de tecnologia afirmam ser o anúncio da Apple ao padrão EPUB3, que permite maior variedade de recursos multimídia e de interação. A Amazon anunciou recentemente o aperfeiçoamento de seu padrão de livros eletrônicos, com suporte a HTML5 e CSS3. O blog Ars Technica consultou alguns especialistas e acredita na possibilidade do lançamento de diversas ferramentas para o mercado editorial, para facilitar a transformação de livros em um formato compatível aos leitores eletrônicos e, consequentemente, o fomento de mais publicações para os dispositivos da Apple. Sobre plataforma aberta e os padrões HTML5 e EPUB3, recomendo ler o artigo de Flávio Flatschart.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_1956" class="wp-caption alignnone" style="width: 536px"><a href="http://rodrigocunha.jor.br/blog/wp-content/uploads/2012/01/yellow.jpg"><img class=" wp-image-1956 " title="yellow" src="http://rodrigocunha.jor.br/blog/wp-content/uploads/2012/01/yellow.jpg" alt="" width="526" height="311" /></a><p class="wp-caption-text">Livro Yellow Submarine se tornou exemplo de utilização da plataforma EPUB3</p></div>
<p>Algumas mudanças pretendem agitar o mercado editorial este mês. De acordo com <a href="http://allthingsd.com/20120102/not-the-ipad-3-or-new-apple-tv-but-apple-planning-media-related-event-in-the-bigger-apple-this-month/" target="_blank">informação divulgada</a> no site <strong>All Things Digital</strong>, a Apple praneja organizar um evento em Nova Iorque, mas não para anunciar um novo produto. Para o site<strong> TechCrunch</strong>, o anúncio refere-se a mudanças na plataforma de livros digitais <strong>iBooks</strong>.</p>
<p>A Apple destacou recentemente a capacidade do iBooks em suportar arquivos com áudios, vídeos e demais elementos interativos, como foi possível visualizar no livro eletrônico <strong>Yellow Submarine</strong>, distribuído gratuitamente na iTunes Store. Os blogs de tecnologia afirmam ser o anúncio da Apple ao <strong><a href="http://idpf.org/epub/30/spec/epub30-overview.html" target="_blank">padrão EPUB3</a></strong>, que permite maior variedade de recursos multimídia e de interação. A <strong>Amazon</strong> anunciou recentemente o aperfeiçoamento de seu padrão de livros eletrônicos, com suporte a <strong>HTML5</strong> e <strong>CSS3</strong>.</p>
<p>O blog <strong>Ars Technica</strong> <a href="http://arstechnica.com/apple/news/2012/01/apple-poised-to-bring-important-changes-to-its-ibook-platform.ars" target="_blank">consultou alguns especialistas</a> e acredita na possibilidade do lançamento de diversas ferramentas para o mercado editorial, para facilitar a transformação de livros em um formato compatível aos leitores eletrônicos e, consequentemente, o fomento de mais publicações para os dispositivos da Apple.</p>
<p><em>Sobre plataforma aberta e os padrões HTML5 e EPUB3, recomendo ler o <a href="http://www.soyuz.com.br/blog/open-web-platform-epub3-e-o-mercado-editorial/" target="_blank">artigo de <strong>Flávio Flatschart</strong></a>.</em></p>
]]></content:encoded>
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